Filme Homem-Aranha

Tem medo de aranhas? Então o melhor é ver filmes com o Homem-Aranha

Por | Bem-estar

À boleia do novo filme da Marvel (Avenger Endgame), que estreia nos cinemas de todo o mundo, um grupo de especialistas aproveita para revelar que a exposição a partes do filme do Homem-Aranha e do Homem-Formiga diminui os sintomas de fobias a estes insetos.

Expor as pessoas ao que mais temem, neste caso aranhas e formigas, é visto como uma forma de tratamento para estas fobias, destinando-se a neutralizar um medo que é, no fundo, irracional.

A ideia é que, estando cada vez mais exposta aos estímulos fóbicos, as pessoas deixem de os temer. 

Uma forma barata e simples de terapia

Menachem Ben-Ezra, da Universidade de Ariel, em Israel, juntamente com Yaakov Hoffman, da Universidade Bar-Ilan, expuseram 424 pessoas a pedaços do filme do Homem-Aranha e do Homem-Formiga, para confirmar se os sintomas fóbicos a estes insetos diminuíam. 

E verificaram que bastavam sete segundos de uma cena do filme Homem-Aranha 2 para que a pontuação de sintomas de fobia de aranha (aracnofobia) pós-visionamento caíssem 20%, quando comparando com os pontos obtidos antes dessa visualização.

Esta impressionante eficácia de custo-benefício foi obtida, de forma semelhante, no caso da fobia a formigas (mirmecofobia), perante o visionamento de um trecho de sete segundos do filme Homem-Formiga.

No entanto, quando os participantes foram questionados sobre a fobia geral a insetos, tanto antes, como depois do visionamento de uma cena de abertura de sete segundos comum a todos os filmes da Marvel, não houve reduções significativas de sintomas.

O que sugere que não foi a diversão associada à exibição de um filme de super-heróis da Marvel que surtiu efeito, mas sim a exposição específica a formigas e aranhas no contexto de um filme da Marvel.

Para Ben-Ezra, estes resultados abrem um novo caminho para este tipo de tratamentos, sugerindo que uma exposição que não é in vivo, mas é divertida e disponível pode ser muito poderosa.

Até porque a exposição in vivo costuma ser difícil para algumas pessoas, não sendo, por isso, utilizada. “Assim, a exposição ao ‘bom e velho Aranha’ da Marvel pode ser uma ótima solução.”

Mais ainda, exposições como esta podem, garantem os especialistas, retirar o estigma às terapias, sobretudo nos casos resistentes, e incentivar a realização de trabalhos de casa, muitas vezes uma parte integrante da terapia cognitivo-comportamental. 

volante previne acidentes

Volante criado em Aveiro alerta condutores em caso de fadiga

Por | Investigação & Inovação

É um dos motivos para os acidentes rodoviários e é para contrariar os números que identificam o cansaço do condutor como um dos responsáveis por um em cada cinco acidentes que uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro desenvolveu uma capa para volante, que alerta para a necessidade de parar e descansar.

Como? É a tecnologia que o permite, aquela que torna possível integrar dispositivos eletrónicos nas fibras têxteis mantendo o espeto, a flexibilidade e o toque do tecido. É também ela que torna possível medir, nas mãos dos condutores durante qualquer viagem, a resposta galvânica da pele.

O mesmo é dizer, os sensores registam a condutividade elétrica da pele, uma propriedade que funciona como um indicador do estado psicológico e fisiológico dos indivíduos, permitindo identificar alterações na condutividade e relaciona-las com padrões de comportamento humano.

Alerta enviado para o condutor

É no CICECO – Instituto de Materiais de Aveiro, uma das unidades de investigação das Universidade de Aveiro, que os sinais são analisados, em tempo real, por um algoritmo desenvolvido no Instituto Superior Técnico e no Instituto de Telecomunicações, no polo de Lisboa.

Este, ao analisar os dados, reconhece, através do volante, sinais associados à fadiga. Havendo cansaço, o sistema envia um alerta para o telemóvel ou para o smartwatch do condutor.

Em comunicado, a investigadora Helena Alves refere que “o protótipo transmite os dados via bluetooth, o que permite a emissão de notificações, por exemplo, para um telemóvel ou smartwatch”.

A coordenadora do projeto antevê que, num futuro próximo, “será possível convergir para cenários em que o sistema está ligado diretamente ao veículo e é o próprio computador de bordo a apresentar as notificações ou a alterar o comportamento do mesmo”.

estudo sobre sistema imunitário

Investigação sobre células do sistema imunitário na luta contra o cancro ganha prémio

Por | Cancro

Contribuir para melhores tratamentos de imunoterapia contra o cancro, através dos sistema imunitário, é o grande objetivo de um projeto do Instituto de Medicina Molecular – João Lobo Antunes (IMM), vencedor do Prémio Faz Ciência 2019.

A investigação de um conjunto de linfócitos que infiltram o tumor e que podem contribuir para a sua progressão conquista, desta feita, um prémio, iniciativa da Fundação AstraZeneca e da Sociedade Portuguesa de Oncologia (SPO), que distingue o melhor projeto de investigação translacional em Imuno-Oncologia desenvolvido em Portugal.

O prémio, que se traduz numa bolsa de trinta e cinco mil euros, foi entregue esta terça-feira, em Lisboa, numa cerimónia que decorreu na residência do Embaixador do Reino Unido.

O papel do sistema imunitário

Tendo em conta que as células do sistema imunitário são uma componente importante do microambiente tumoral, influenciando de forma significativa a progressão do cancro, os investigadores do IMM identificaram dois subconjuntos destas células que desempenham papéis opostos na progressão do tumor: enquanto um estimula a resposta contra o cancro, o outro promove o seu crescimento.

O que controla este equilíbrio é o que falta perceber e é o que se pretende com este trabalho, reconhecido pela sua importância com o ‘Prémio FAZ Ciência’, que pela segunda vez premeia a investigação que se faz em Portugal nesta área.

Tal como em 2018, foram submetidos diversos projetos a concurso, com elevada qualidade e representativos de vários grupos de investigação, o que representa o consolidar de um novo paradigma no panorama da investigação em Portugal.

Para Paulo Cortes, Presidente da SPO, parceira deste projeto, “esta iniciativa dá corpo a  um dos desígnios maiores da SPO ao promover o conhecimento e interligação entre os vários grupos de investigação, cooperativos e universidades, nacionais e internacionais. Neste sentido, continuamos a abraçar esta parceria com a Fundação AstraZeneca na atribuição do prémio FAZ Ciência com a maior satisfação e empenho”.

A  seleção do vencedor foi feita por uma Comissão de Avaliação composta por cinco reconhecidos especialistas nacionais na área da Imuno-Oncologia.

crianças devem beber água

Não beber água pode aumentar o consumo infantil de bebidas açucaradas

Por | Nutrição & Fitness

Não beber água pode contribuir para a desidratação e, mais do que isso, ajudar a ganhar uns quilos a mais. É que, revela um novo estudo, as crianças e jovens adultos que não bebem água ao longo do dia podem consumir o dobro da quantidade de calorias através de bebidas açucaradas.

Realizado por investigadores da Universidade Estadual da Pensilvânia, o trabalho, que foi publicado na revista científica Journal of American Medical Association Pediatrics, alerta para a necessidade de acesso livre a água por parte dos mais pequenos.

“As crianças devem consumir água todos os dias, e a primeira opção de bebida para as crianças deve ser a água”, confirma Asher Rosinger, um dos responsáveis pela investigação.

“Porque se eles não estiverem a beber água, vão provavelmente substituí-la por outras bebidas, como as açucaradas, que são menos saudáveis ​​e têm mais calorias.”

Troca de bebidas pode custar 200 calorias a mais

Refrigerante, sumos de fruta adoçados, bebidas desportivas, bebidas energéticas e bebidas açucaradas de chá e café são alguns dos exemplos que fazem parte da lista de bebidas alvo de estudo.

O trabalho foi realizado nos EUA, com dados do Inquérito Nacional de Saúde e Nutrição, um conjunto de informações nacionalmente representativas, que incluem dados referentes a 8.400 crianças com idades entre dois e 19 anos.

Consumo de água e bebidas açucaradas das crianças, para além de calorias ingeridas, foram parâmetros avaliados.

Depois da análise feita, os investigadores confirmaram que, num determinado dia, cerca de 20% das crianças relataram não beber água. Crianças essas que, contas feitas, consumiam quase o dobro das calorias a partir de bebidas açucaradas  (200 calorias no total) do que as crianças que bebiam água.

E embora 200 calorias possam não parecer muito, os especialistas concordam é um valor que pode aumentar rapidamente se alguém estiver a ingerir bebidas adoçadas com açúcar regularmente.

“O que é preciso não esquecer é que um extra de 3.500 calorias equivale a um quilo de ganho de peso”, refere o especialista. 

350 casos de cancro do ovário

Um passo mais perto de exame de sangue para diagnóstico do cancro do ovário

Por | Cancro

É a sétima causa de morte feminina no mundo. Por cá, todos os anos são diagnosticados cerca de 350 novos casos de cancro do ovário, frequentemente chamado de “assassino silencioso”, tendo em conta a inexpressividade dos seus sintomas, que faz com que o diagnóstico seja feito em estágios avançados. Por enquanto, não há um exame de sangue sensível ou específico o suficiente para fazer o rastreio. A boa notícia é que pode estar bem mais perto.

Amy Skubitz, professora da Escola de Medicina da Universidade do Minnesota, nos EUA, e a sua equipa, que se dedica à deteção precoce do cancro do ovário, têm usado uma nova tecnologia, através da qual o sangue de um doente pode ser testado para a presença de 92 proteínas de uma só vez, o que pode ser o passo necessário para criar um exame capaz de diagnosticar, de forma simples e rápida, este tipo de cancro na população em geral.

Nova tecnologia com resultados positivos

Em estudos anteriores, que usaram um pequeno número de amostras de sangue, a equipa de Skubitz já tinha confirmado que esta tecnologia funciona bem para um conhecido biomarcador do cancro do ovário, o CA125.

Examinando 150 amostras de sangue de mulheres com e sem a doença, foi possível quantificar os níveis de 92 proteínas relacionadas com o cancro no sangue de cada doente.

E foi possível também determinar que dezenas de proteínas relacionadas com cancro estavam presentes em níveis significativamente diferentes no sangue das mulheres com cancro do ovário, quando comparando com as mulheres saudáveis.

Quando foi testado um painel com CA125 e cinco proteínas adicionais, foi possível dizer se o sangue era de uma mulher com cancro do ovário ou de uma mulher saudável.

“Os resultados deste estudo levam-nos um passo mais perto de desenvolver um teste de sangue para deteção do cancro do ovário”, afirma Skubitz.

“Os estudos que estamos a desenvolver estão focados no uso de amostras de sangue de mulheres com estágios iniciais de cancro do ovário, bem como de mulheres com doenças ginecológicas benignas.”

Deteção precoce = maior sobrevida

Tendo em conta que a prevalência de cancro do ovário na população geral não é muito elevada, um teste que faça o rastreio tem de ser altamente sensível e específico. O que significa que será necessário testar muitas outras amostras de sangue para determinar se o teste se manterá fiável nos estágios iniciais da doença.

O trabalho promete continuar, até porque esta deteção precoce significaria cirurgias menos extensivas e quimioterapia menos tóxica para as mulheres diagnosticadas, traduzindo-se numa melhora significativa na sobrevida das doentes.

medicamentos no fundo do mar

Fundo do mar esconde possíveis soluções contra a obesidade

Por | Investigação & Inovação

Sejam algas ou cianobactérias, as chamadas algas azuis que se desenvolvem em águas doces superficiais, estuários ou no mar, são vários os organismos marinhos capazes de produzir substâncias que podem ajudar a tratar doenças. Agora, um grupo da Universidade do Porto descobriu compostos capazes de combater a obesidade.

É um artigo científico publicado na revista na revista Marine Drugs que o explica. Realizado no âmbito do projeto CYANOBESITY, a investigação está a cargo do Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental da Universidade do Porto (CIIMAR-UP) e dá conta da identificação de dois derivados da clorofila nas cianobactérias marinhas, que mostraram ter capacidade de reduzir os lípidos neutros, como é o caso dos triglicéridos.

Um desses compostos, o hydroxy-pheophytin a, não é desconhecido da comunidade científica, mas o segundo, o hydroxy-pheofarnesin a, surge como uma novidade.

Tesouros escondidos no mar

Testados pelos investigadores do CIIMAR-UP, foi comprovada a capacidade de ambos para a redução dos lípidos neutros em larvas de peixe-zebra, o que revelou efeitos em todo o organismo, sem toxicidade detetada nas doses administradas. Para além, confirmou-se a atividade em células que armazenam gordura de ratinhos.

Dos dois compostos, o hydroxy-pheophytin foi o que deu mostras de ter a maior atividade, tendo sido estudada a sua presença em diversos produtos aprovados para consumo humano, como é o caso da spirulina, o que pode vir a dar origem a nutracêuticos ou alimentos funcionais com capacidade anti-obesidade.

O estudo, de olhos postos no mar, tem a duração de três anos, envolve um consórcio de quatro países: Portugal, Suécia, Alemanha e Islândia e é cofinanciado pela Fundação da Ciência e Tecnologia.

Provedor do doente no CHULC

Centro Hospitalar de Lisboa Central vai ter um provedor do doente

Por | País

Ouvir ativamente e dar resposta aos doentes que procuram ajuda e esclarecimento sobre o atendimento e cuidados prestados em todas as áreas clínicas é a missão do Provedor do Doente do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central (CHULC). Uma novidade agora apresentada.

A ideia é, explica-se em comunicado, dar início a uma “mudança de paradigma”, que se pretende aplicar ao Novo Hospital de Lisboa, a construir na zona oriental, e que tem como princípio-base trazer o doente para o processo de decisão.

Na sua função de dar voz aos cidadãos que recorrem ao hospital, o Provedor estará atento aos atuais desafios do Serviço Nacional de Saúde, que passam pelo “recrudescimento das exigências da comunidade, pelo aumento das tecnologias na prestação de cuidados de saúde, a par de uma maior longevidade e de uma acrescida incidência das doenças crónicas”.

Desafios que exigem um envolvimento mais incisivo do doente e da sua família nas instituições de saúde, permitindo potenciar o sentimento de confiança e o grau de satisfação dos cidadãos.

Agindo como representante do Conselho de Administração, o Provedor do Doente constitui uma peça essencial deste modelo mais participado, em que “o hospital segue o doente”, e não o contrário, “e em que se aposta no desenvolvimento das relações doente-hospital, antecipando as necessidades, programando a atividade de acordo com as características específicas dos doentes e ativando os recursos internos de forma integrada”.

O nome do Provedor ainda não é conhecido – será em breve – e, entre outras, terá as tarefas de representar os interesses dos doentes e suas famílias; solicitar todos os esclarecimentos e informações a quaisquer estruturas do centro hospitalar, reunir com o Conselho de Administração com vista à correção de condutas e melhoria contínua dos cuidados, assinalar dificuldades e obstáculos a uma melhor prestação assistencial e propor soluções e apresentar propostas para a divulgação dos direitos dos doentes e planos de ação para a informação dos utentes e famílias.

evitar as bolhas

Há ténis que ajudam a evitar as bolhas nos pés

Por | Bem-estar

Muitos são os modelos de ténis, principalmente os que são desenhados para a prática de desporto, que têm um furo extra de cada lado. Uma vez que não é prático apertar os atacadores até cima, muitas vezes deixamos esse furo totalmente inutilizado. Mas ao que parece, este pequeno buraco tem uma função bem útil e que pode ajudar a melhorar a saúde dos seus pés. E a evitar bolhas.

De acordo com o canal de YouTube Illumiseen, serve para fazer um nó extra que ajuda a fixar o pé dentro da sapatilha, evitando assim a criação de bolhas ou feridas.

Para fazer este nó, que ganhou o nome de nó de calcanhar, tal como pode ver neste vídeo do YouTube, é muito simples. Primeiro, enfia os atacadores em cada buraco extra, até ter duas “orelhas de coelho”.

Depois, coloca o atacador na “orelha de coelho” oposta e puxa até ficar bem apertado e sem qualquer folga, dando em seguida um nó normal. Esta técnica pode também ser utilizada para o calçado de caminhada, tanto para ténis como para botas.

Meias, tamanhos e outras dicas

Mas não é só a forma como ata os seus ténis que pode estar a causar-lhe este problema. Uma vez que as bolhas são causadas pela fricção do pé dentro do sapato, há outros fatores que deverá também ter em conta para travar este problema.

Um dos aspetos a verificar é o tamanho sapatilhas, pois um tamanho demasiado grande (ou pequeno) faz com que haja mais fricção do que o necessário. Outro detalhe a ter em conta é o material das meias que usa, pois há materiais que podem causar mais fricção que outros.

Para evitar o aparecimento destas bolhas poderá ainda aplicar, em pequenas quantidades, uma pequena porção de vaselina nas áreas mais afetadas, como o calcanhar ou a planta do pé.

10 alimentos que previnem o aparecimento dos cabelos brancos

Por | Nutrição & Fitness

São, a partir dos 30 anos, normais. Mas ainda que os cabelos brancos sejam resultado de um processo de envelhecimento comum, seja por estigma social ou por qualquer outra razão, muitos são os que recusam assumi-los. Se é o seu caso, então este artigo é para si.

Embora o fator genético possa ser uma das principais razões que possam levar ao aparecimento do branco nos cabelos, outros fatores, como elevados níveis de stress ou o consumo de tabaco, podem também conduzir ao seu aparecimento precoce.

Se pintar o cabelo é a solução mais fácil e seguida pela maioria dos que optam por esconder os seus cabelos brancos, há outras que podem ajudar. É o caso de uma alimentação cuidada e equilibrada, com consumo reduzido de alimentos nocivos, como é o caso dos açúcares refinados.

doença de Alzheimer

Cientistas dizem ter criado um exame para diagnóstico inicial de Alzheimer

Por | Atualidade

Um exame ao sangue capaz de diagnosticar a doença de Alzheimer nas fases iniciais da mesma, em doentes sem sintomas, é o que promete um grupo de investigadores de várias instituições na Coreia do Sul.

A doença de Alzheimer é uma doença que envolve uma variedade de sintomas, sobretudo perda de memória. Os muitos trabalhos feitos sobre o tema revelaram que existe uma acumulação de um peptídeo beta-amiloide (Aβ) no cérebro dos doentes.

Peptídio esse que, também segundo investigações anteriores, é capaz de se mover do cérebro para a corrente sanguínea, o que sugere que um exame de sangue pode ser desenvolvido como forma de identificar este problema.

Uma ideia que, no entanto, não teve resultados, uma vez que não foi possível determinar se os níveis de Aβ no sangue realmente revelam que a doença está presente. Neste novo esforço, os investigadores acreditam ter encontrado uma forma de alterar o Aβ encontrado em amostras de sangue, por forma a revelar a sua presença.

Os resultados são animadores. No estudo, agora tornado público, os cientistas garantem que a técnica por eles usada distingue, de maneira confiável, os doentes diagnosticados e aqueles que faziam parte de um grupo de controlo.

Mostraram também que a técnica poderia ser usada como forma de monitorizar a progressão da doença de Alzheimer.

Apesar da investigação estar ainda a decorrer, os especialistas estão a fazer planos para que a sua técnica possa, dentro em breve, ser disponibilizada aos médicos na sua prática clínica.