Costuma fazer o rastreio do cancro da mama? Há quanto tempo não consulta o seu médico? A estas perguntas, a nova campanha da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) dá a mesma resposta: ‘Olhe para elas, olhe por elas’. 

Adelaide Sousa, Lídia Franco, Ricardo Carriço e Vanessa Martins são os protagonistas desta nova campanha. Os quatro, que dispensam apresentações, aceitaram o desafio da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) e juntaram-se para as gravações do vídeo da campanha de sensibilização para a o cancro da mama.

A iniciativa, destinada a todas as mulheres e homens, independentemente da sua idade, tem como objetivo reforçar a mensagem sobre a importância da informação, rastreio e diagnóstico precoce, sublinhando a necessidade de cada pessoa ter um papel ativo em relação ao cancro da mama. Um assunto que diz respeito a todos.

O vídeo será lançado, nas redes sociais e no site da LPCC, com o apoio da Roche Farmacêutica, no âmbito do Mês de Sensibilização para o Cancro da Mama, que se assinala em outubro.

Cancro da mama mata 1.500 por ano

Apesar de todos os avanços, dos novos tratamentos, das campanhas de sensibilização, o cancro da mama continua a ser o tipo de cancro mais comum entre as mulheres, correspondendo à segunda causa de morte por cancro entre o sexo feminino.

De acordo com os dados da LPCC, entre nós são detetados, todos os anos, qualquer coisa como 6.000 novos casos de cancro da mama. A estes números juntam-se outros: os referentes às 1.500 mulheres que morrem com o problema.

Trata-se de uma das doenças “com maior impacto na nossa sociedade, não só por ser muito frequente, e associado a uma imagem de grande gravidade, mas também porque agride um órgão cheio de simbolismo, na maternidade e na feminilidade”, lê-se no site da LPCC, que esclarece sobre a importância da deteção precoce.