Cerca de 1,5 milhões de explorações agrícolas na União Europeia (UE) fazem a gestão de pomares de frutas (incluindo nozes), que cobrem qualquer coisa como 3,4 milhões de hectares. Os dados são do Eurostat, o gabinete de estatísticas da UE, referentes a 2017, que desvenda de onde vem a fruta e os legumes que se consomem na UE.

No que diz respeito aos legumes, 2,2 milhões de hectares são cultivados na UE, em cerca de 0,8 milhões de quintas.

Espanha possuía, nesse ano, a maior área de produção de frutas (os 1,4 milhões de hectares representavam dois quintos – 40,1% – do total), com Itália a vir logo a seguir em termos de área de produção de vegetais (os 0,4 milhões de hectares representavam 17,8% do total da UE).

Legumes na liderança

Nos pomares europeus, a amêndoa é dominante, cobrindo, em toda a UE, 743.000 hectares (22,5% da área total de frutas). Segue-se a maçã (cobria 522.000 hectares, 15,5% da área total de frutas da UE), com a segunda maior área de frutas da UE por espécie.

Espanha volta a estar em destaque, apresentando a maior área de pomares de amêndoa (85,2% do total da UE).

Na maçã, a líder é a Polónia (31,1%), com uma área de pomar semelhante à apresentada por três Estados-Membros todos juntos: Itália (11,0%), Roménia (10,6%) e França (9,6%).

No produção de tomate, Itália e Espanha estão na liderança, sendo os principais produtores dos 241.000 hectares que sabem das explorações de toda a UE em 2017: a Itália com 38,4% do total, seguida por Espanha (25,2%) e Roménia (9,2%). Portugal surge também nesta lista, ocupando um honroso quarto lugar, com 8,7% da produção.

No que diz respeito à cebola, o segundo vegetal mais amplamente cultivado, dos 181.000 hectares (ou 8,1% da área total de vegetais) cultivados, é a Holanda que domina, com quase um quinto (19,0%) da área produzida, seguida da Polónia (14,7%) e Espanha (14,1%).