Mais de 30 candidaturas às Bolsas de Jornalismo na área da saúde

Por Marque na Agenda

Enfatizar o papel dos meios de comunicação social na contribuição para melhorar a qualidade dos cuidados de saúde e a qualidade de vida dos doentes é o grande objetivo das Bolsas de Jornalismo na área da saúde uma iniciativa do Sindicato de Jornalistas com o apoio da Roche, que já elegeu os vencedores.

Foram, ao todo, 37 as candidaturas validadas, apresentadas por 26 profissionais da comunicação social. São cinco as Bolsas, de valor unitário de dois mil euros, num total de dez mil euros, que serão agora entregues a:

  • ‘Os Indefesos’ é o título do trabalho que Margarida David Cardoso, jornalista do Público, quer realizar sobre a esclerose múltipla, e que pretende aprofundar o tema da inovação terapêutica, incidindo sobre os mais recentes medicamentos e a forma como são capazes de mudar a vida dos doentes.
  • Ana Cristina Câmara, jornalista freelancer, conquistou a atenção do júri com uma proposta sobre a hemofilia. ‘Sangue do meu sangue’ é o título do artigo que pretende traçar um retrato do que é viver e conviver com a doença.
  • Sobre a temática do cancro, Christiana Martins, jornalista do Expresso, propõe um trabalho na área da genética, uma ‘viagem’ em busca da mutação fundadora portuguesa do cancro da mama, que vai além das fronteiras nacionais, com o trabalho ‘Os rastos da mutação genética portuguesa que levou o cancro da mama a alguns cantos do mundo’.
  • Ana Rute Peixinho e Sandra Moutinho, da agência Lusa, formam uma dupla que pretende, dentro do tema da prevenção e redução do peso da doença crónica na sociedade, reportar ‘Como os empregadores ajudam os trabalhadores a lidar com a doença crónica’.
  • Na área dos cuidados primários, a vencedora foi Alexandra Campos, jornalista do Público, com o trabalho ‘Há cidadãos de primeira e de segunda nos cuidados de saúde primários em Portugal’, que visa avaliar a evolução de alguns destes cuidados no País.

Os prémios foram  entregues numa cerimónia que decorreu  na sede Sindicato dos Jornalistas, em Lisboa, nesta quarta-feira.

Mais de duas dezenas de candidatos

Foram, ao todo, 26 os jornalistas que submeteram propostas de trabalhos na área do cancro, cuidados primários de saúde, doenças raras – hemofilia, esclerose múltipla e prevenção e redução do peso da doença crónica na sociedade, candidatando-se a uma das cinco Bolsas, no valor unitário de dois mil euros.

A avaliação das candidaturas, feita por um júri constituído por Graça de Freitas (Diretora-Geral da Saúde), Constantino Sakellarides (professor de Saúde Pública e Políticas de Saúde), Dulce Salzedas (jornalista da SIC), Isabel Nery (vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas) e Miguel Sanches (diretor médico da Roche), revela uma aposta na temática dos cuidados primários, com mais de uma dezena de sugestões de temas nesta área, seguida do cancro, doença que conquista também a atenção privilegiada dos jornalistas.

Rastreios assinalam Dia Mundial da Voz

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Alterações na voz, tosse frequente, alterações no timbre ou dificuldade em colocar a voz e pigarreia ou rouquidão frequente são sinais de alarme que devem motivar preocupação. Se tem queixas ou simplesmente quer excluir a eventualidade de um problema, aproveite os rastreios que se realizam no País a propósito do Dia Mundial da Voz, que se assinala esta segunda-feira (dia 16 de abril).

O Serviço de Otorrinolaringologia/Unidade da Voz do Hospital de Egas Moniz, integrado no Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, promove rastreios até 19 de abril, sujeitos à disponibilidade do serviço.

Mais a Norte, o Serviço de Otorrinolaringologia do Hospital Pedro Hispano, integrado na Unidade Local de Saúde de Matosinhos, e a Associação Portuguesa de Limitados da Voz, promovem os rastreios, a 20 de abril,  para assinalar a efeméride.

Um dia de alerta 

Comemorado pela primeira vez em 2003, por sugestão de Mário Andrea, professor de Otorrinolaringologia da Faculdade de Medicina de Lisboa, na primeira reunião da Sociedade Europeia de Laringologia, à qual presidiu, a celebração deste dia culmina com a entrega de um prémio ao apresentador Júlio Isidro, depois de já terem sido agraciados nomes como Ruy de Carvalho,  Eunice Muñoz e  Fernando Pádua (médico).

«Oiça a sua Voz» e «Goste da sua Voz» têm sido as mensagens divulgadas e que pretendem chamar a atenção para a importância de um diagnóstico precoce perante uma alteração do nosso principal meio de comunicação e para a prevenção das doenças que podem afetar a voz.

Cuidados vocais

  • Beber água com frequência – oito copos por dia – à temperatura ambiente;
  • Reduzir a ingestão de bebidas alcoólicas, café, chá e bebidas com gás;
  • Não fumar e evitar frequentar ambientes com fumo;
  • Evitar ambientes com pó, cheiros fortes e ar condicionado;
  • Falar devagar e realizar pausas respiratórias frequentes, articulando bem as palavras;
  • Não falar muito alto ou durante períodos prolongados, principalmente em ambientes ruidosos;
  • Não sussurrar – o esforço para sussurrar é maior do que quando se fala normalmente;
  • Ter um estilo de vida saudável: alimentação equilibrada, dormir bem e praticar desporto.

Doenças autoimunes afetam três vezes mais mulheres do que homens

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Não há estatísticas nacionais capazes de fazer o retrato das doenças autoimunes em Portugal, mas no seu conjunto, estima-se que estas doenças afetem três vezes mais mulheres do que homens. De resto, os dados revelam que são uma das principais causas de morte entre as mulheres com menos de 65 anos.

“São doenças que surgem em idades jovens, doenças que podem ser muito agressivas e afetar órgãos nobres, com elevada morbilidade e aumento da mortalidade. Estima-se, por exemplo, que a artrite reumatoide diminua em 10 anos a sobrevida média”, confirma Elisa Serradeiro, presidente da XXIV Reunião Anual do Núcleo de Estudos de Doenças Autoimunes (NEDAI) da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI), que este ano discute os problemas que se levantam no dia-a-dia de quem trata estes doentes.

As estimativas do NEDAI, datadas de 2012, apontavam para a existência de cerca de 100.000 pessoas com doenças autoimunes em Portugal.

“Neste momento serão certamente mais, pois há mais casos diagnosticados e um aumento da prevalência, dado o aumento da sobrevida verificado ao longo das últimas décadas”, refere a especialista.

Um diagnóstico tardio, “mas também, e sobretudo, a agressividade da doença”, justificam que estes problemas integrem a lista das que mais matam no feminino. Para a especialista, é necessário “fazer mais intervenções junto dos médicos de família, nos centros de saúde, promover sessões de formação, de forma a alertar para sintomas e sinais sugestivos de doença autoimune, como aliás temos feito, com eficácia, na nossa área de influência”.

Uma sensibilização que ajuda a que os sintomas, muitas vezes vagos, das mulheres mais jovens, sejam levados a sério. “Sendo doenças multissistémicas, podem ter sintomas de diferentes órgãos/sistemas. Podem confundir e simular outras doenças; podem ser inespecíficos e passar despercebidos.”

Cada vez mais respostas

Ao nível dos tratamentos, são cada vez mais as respostas disponíveis. “Um exemplo são os biológicos, que mudaram de forma muito positiva a evolução de algumas doenças autoimunes. Esta é uma das áreas da medicina em maior expansão e ainda alvo de muita investigação, quer básica, quer clínica. Todos os anos saem novos fármacos, todos os anos saem novas classificações, novas escalas, novos princípios fisiopatológicos. Na década de 50 a mortalidade associada ao Lúpus Eritematoso Sistémico era de cerca de 50% aos 5 anos e atualmente é inferior a 10% aos 5 anos”.

Para os médicos, o desafio começa no diagnóstico, refere Elisa Serradeiro. “Muitas vezes os sintomas ou sinais são insidiosos e vão-se somando até ao diagnóstico definitivo. Pode também surgir associação de várias doenças autoimunes. Em doentes diferentes, a mesma doença pode ter apresentações diversas. Acresce o problema das comorbilidades associadas e os efeitos laterais dos fármacos usados, a complicar o seguimento dos doentes.”

Doentes que vão marcar presença na XXIV Reunião Anual do NEDAI, que arranca esta quinta-feira (12 de abril), em Vila Real e que decorre até a 14 de abril, e onde será feito um ponto de situação de diversas doenças autoimunes sistémicas, como miopatias inflamatórias, vasculites, esclerose sistémica, síndrome de Sjögren e  artrite reumatóide.

“É importante os doentes saberem o que têm, colaborarem e partilharem experiências. Cada vez mais os doentes devem ser envolvidos nas decisões terapêuticas, cada vez mais os doentes têm acesso a informação sobre as suas doenças e por isso deve haver uma aproximação de todos os participantes nestas decisões.”

“É fundamental um maior conhecimento sobre a Doença de Pompe”

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Partilham o impacto, partilham as dificuldades, partilham a falta de informação, mas quem vive com a Doença de Pompe, um problema raro, de origem genética, metabólico, que afeta os nervos e os músculos, partilha acima de tudo o desejo de mostrar que não é a doença que os define. No Dia Mundial da Doença de Pompe, que se assinala a 15 de abril, é isso que pretendem mostrar.

“Embora os doentes de Pompe tenham algum grau de incapacidade e muitos dependam de cuidadores no dia-a-dia, a sua capacidade cognitiva é 100% funcional parecendo, por vezes, superior, dado serem capazes de se dedicar a um assunto de uma forma tão profunda que acabam por dominá-lo”, afirma Joaquim Brites, presidente da Associação Portuguesa de Neuromusculares (APN).

Associação que sensibiliza para esta patologia servindo de anfitriã à exposição de arte “Expression of Hope”, que mostra a força de vontade e a esperança de quem vive e convive com esta e outras Doenças Lisossomais de Sobrecarga.

Depois de ter passado pela Assembleia da República, a exposição estará patente na sede da APN, de 12 a 23 de abril, com inauguração já nesta quinta-feira (dia 12). E, tendo a esperança como guia, através da arte ajuda a sensibilizar a população para as Doenças Lisosomais de Sobrecarga, algumas com compromisso a nível neuromuscular como é o caso da doença de Pompe.

“Uma exposição impressionante e reveladora dos sentimentos dos doentes que, apesar das dificuldades, partilham uma mensagem de esperança”, salienta Joaquim Brites.

“De uma maneira geral, a população ainda desconhece o impacto que estas doenças têm na vida dos doentes”, reforça Joaquim Brites. “É por isso crucial sensibilizar e educar de forma transversal, a população mas também os profissionais de saúde, pois o diagnóstico destas patologias continua a ser um processo longo e difícil.”

Importante seria também, salienta, que as associações de doentes tivessem “uma maior capacidade financeira para desenvolverem ondas de conhecimento. Hoje já se fala mais destas doenças porque muitas têm dias específicos, como é o caso da Doença de Pompe, mas resta-nos esperar que estes dias tenham o destaque que merecem”.

Sobre a Doença de Pompe

A doença de Pompe é uma doença rara, debilitante e progressiva, com sintomas que variam consoante a severidade dos casos e que se podem manifestar na infância ou na idade adulta.

Resultado de uma mutação genética, a doença é responsável por uma progressiva fraqueza muscular, que pode afetar o movimento, a respiração e a função cardíaca e que leva a que os doentes enfrentem um grande número de desafios.

As dificuldades para se deslocarem e respirarem são crescentes, tendo um enorme impacto no desempenho profissional e na realização da sua atividade diária, estimando-se que, em Portugal, afete cerca de 100 pessoas.

Quando a arte diz mais do que as palavras

A exposição ‘Expression of Hope’ é uma exposição itinerante da Sanofi Genzyme, que conta com o apoio de várias associações de doentes em todo o mundo. Em Portugal, conta com o apoio da Aliança Portuguesa de Associações das Doenças Raras.

1ª Grande Caminhada Cultural convida a praticar exercício e conhecer mais sobre o património nacional

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É uma caminhada, como muitas outras. Mas ao exercício físico, aqui realizado em nome de uma autêntica epidemia, a da obesidade infantil, esta iniciativa junta a cultura. E convida todos para andar e, ao mesmo tempo, conhecer mais sobre o património nacional.

Depois de ter sido, por força da chuva, adiada, a data está de novo marcada: no dia 22 de abril, a 1ª Grande Caminhada Cultural pela Obesidade Infantil quer reunir mais e menos jovens, sozinhos ou em família, e sensibilizar para uma problemática que é já um dos maiores desafios de saúde pública do século XXI. Só em Portugal, cerca de 28,5% das crianças entre os 2 e os 10 anos têm excesso de peso. Destas, 12,7% são obesas. Motivos de sobra para a prática de exercício.

Uma iniciativa realizada pela Spirituc e Guess What, que tem as Aldeias de Crianças SOS como parceiro social.

Composta por cerca de quatro quilómetros, para além da vertente física, a caminhada oferece uma componente cultural. O percurso, com início na Doca de Santo Amaro em, Alcântara, e que tem como destino a Torre de Belém, convida à realização de paragens em vários pontos históricos da capital, como o Museu dos Coches e o Padrão dos Descobrimentos, com direito a uma breve explicação dirigida aos participantes.

Para Rui Costa, diretor técnico da Spirituc e responsável pela organização da caminhada, “as grandes causas do aumento da obesidade infantil são a hereditariedade, o sedentarismo e a mudança dos hábitos alimentares. Se na questão hereditariedade não podemos interferir, podemos ser pró-ativos no que diz respeito à alimentação e, claro, ao sedentarismo. E as orientações Europeias são bastante claras ao aconselhar, nas crianças, cerca de 60 minutos ou mais diários de atividade física, para a prevenção de doenças como a obesidade. Foi sobre estas premissas que surgiu a iniciativa da 1ª Grande Caminhada Cultural pela Obesidade Infantil”.

A proposta, essa é simples: “proporcionar um momento de exercício em família e, ao mesmo tempo, estimular o lado cultural de todos os participantes”.

Luís Cardoso de Meneses, das Aldeias de Crianças SOS, concorda que, “no desenvolvimento das crianças, é uma preocupação permanente o garantir o seu bem-estar físico e a saúde no seu todo. Como parceiro social, apoiamos estas iniciativas que promovem a sensibilização para a atividade física e, no final, para o desporto, que para nós é um fator de extrema importância no desenvolvimento geral das crianças. Esta iniciativa também alia uma faceta educacional, tendo especial vocação para uma adesão e presença de toda a família”.

Para Jorge Azevedo, Managing Partner da Guess What, “a atividade física é uma forma de combater a obesidade infantil e todos temos responsabilidades em estimular para práticas que contribuam para melhorar a qualidade de vida dos mais novos”.

Entrada gratuita

A entrada é gratuita e todos estão convidados a participar na iniciativa física e cultural, desde os mais novos aos mais seniores, em família ou sozinhos. A partida será no dia 22 de Abril, pelas 10h00, na Doca de Santo Amaro, em Alcântara. No final da caminhada serão ainda oferecidos bilhetes para o Museu dos Coches e Padrão dos Descobrimentos.

A inscrição deverá ser feita aqui.

AHF Europe investiu mais de 1.3 milhões de euros na luta contra o VIH em Portugal

Por Marque na Agenda

A implementação de um modelo inovador de rastreio e prevenção do VIH e a identificação dos novos desafios e prioridades na resposta à doença servem de mote para um encontro marcado para o dia 9 de abril, uma iniciativa da AIDS Healthcare Foundation Europe (AHF), organizada em conjunto com o Grupo de Ativistas em Tratamento (GAT).

Foi em 2013, numa altura em que Portugal enfrentava dificuldades na sequência da crise financeira, que a AHF Europe expandiu os seus programas para o nosso país, estabelecendo uma parceria com o GAT, um grupo que faz, entre outros, a gestão do CheckpointLX (centro de prevenção do VIH), do IN-Mouraria (projeto de promoção do direito à saúde das pessoas que usam drogas), do Espaço Intendente e da unidade móvel Move-se, onde são disponibilizados testes rápidos de VIH para grupos vulneráveis e população em geral.

Nos últimos cinco anos, a AHF Europe investiu mais de 1.3 milhões de euros no nosso país, proporcionando testes de VIH rápidos, gratuitos e anónimos e distribuindo preservativos, juntamente com o GAT.

O objetivo do programa é promover a prevenção, assim como fornecer alternativas de testes em contexto comunitário.

A AHF promove também a distribuição gratuita de preservativos, ações de ativismo e trabalha juntamente com o GAT para aumentar a disponibilidade de serviços de Teste Rápido no país, através de parceiros que trabalham com grupos prioritários.

1ª Grande Caminhada Cultural convida a praticar exercício e conhecer mais sobre o património nacional

Por Marque na Agenda, Nutrição & Fitness

É uma caminhada, como muitas outras. Mas ao exercício físico, aqui realizado em nome de uma autêntica epidemia, a da obesidade infantil, esta iniciativa junta a cultura. E convida todos para andar e, ao mesmo tempo, conhecer mais sobre o património nacional.

A data está marcada: no dia 7 de abril, a 1ª Grande Caminhada Cultural pela Obesidade Infantil quer reunir mais e menos jovens, sozinhos ou em família, e sensibilizar para uma problemática que é já um dos maiores desafios de saúde pública do século XXI. Só em Portugal, cerca de 28,5% das crianças entre os 2 e os 10 anos têm excesso de peso. Destas, 12,7% são obesas. Motivos de sobra para a prática de exercício.

No âmbito do Dia Mundial da Atividade Física, que se comemora a 6 de abril, a Spirituc e a Guess What realizam esta iniciativa, que tem as Aldeias de Crianças SOS como parceiro social.

Composta por cerca de quatro quilómetros, para além da vertente física, a caminhada oferece uma componente cultural. O percurso, com início na Doca de Santo Amaro em, Alcântara, e que tem como destino a Torre de Belém, convida à realização de paragens em vários pontos históricos da capital, como o Museu dos Coches e o Padrão dos Descobrimentos, com direito a uma breve explicação dirigida aos participantes.

Para Rui Costa, diretor técnico da Spirituc e responsável pela organização da caminhada, “as grandes causas do aumento da obesidade infantil são a hereditariedade, o sedentarismo e a mudança dos hábitos alimentares. Se na questão hereditariedade não podemos interferir, podemos ser pró-ativos no que diz respeito à alimentação e, claro, ao sedentarismo. E as orientações Europeias são bastante claras ao aconselhar, nas crianças, cerca de 60 minutos ou mais diários de atividade física, para a prevenção de doenças como a obesidade. Foi sobre estas premissas que surgiu a iniciativa da 1ª Grande Caminhada Cultural pela Obesidade Infantil”.

A proposta, essa é simples: “proporcionar um momento de exercício em família e, ao mesmo tempo, estimular o lado cultural de todos os participantes”.

Luís Cardoso de Meneses, das Aldeias de Crianças SOS, concorda que, “no desenvolvimento das crianças, é uma preocupação permanente o garantir o seu bem-estar físico e a saúde no seu todo. Como parceiro social, apoiamos estas iniciativas que promovem a sensibilização para a atividade física e, no final, para o desporto, que para nós é um fator de extrema importância no desenvolvimento geral das crianças. Esta iniciativa também alia uma faceta educacional, tendo especial vocação para uma adesão e presença de toda a família”.

Para Jorge Azevedo, Managing Partner da Guess What, “a atividade física é uma forma de combater a obesidade infantil e todos temos responsabilidades em estimular para práticas que contribuam para melhorar a qualidade de vida dos mais novos”.

Entrada gratuita

A entrada é gratuita e todos estão convidados a participar na iniciativa física e cultural, desde os mais novos aos mais seniores, em família ou sozinhos. A partida será no dia 7 de Abril, pelas 10h00h, na Doca de Santo Amaro, em Alcântara. No final da caminhada serão ainda oferecidos bilhetes para o Museu dos Coches e Padrão dos Descobrimentos.

A inscrição deverá ser feita aqui.

Marca de roupa 100% portuguesa oferece aulas de yoga e pilates em Lisboa

Por Marque na Agenda

Há muito que se usa a expressão “mente sã em corpo são”, um equilíbrio perfeito que nem sempre é fácil de atingir. É para ajudar nesta tarefa que a SPRY, marca de athleisure 100% portuguesa, que chegou este ano ao mercado, oferece aulas de Yoga, Pilates e Postura e Alongamentos, na sua loja, no Amoreiras Shopping.

As aulas, gratuitas e com uma duração de minutos, vão decorrer todos os dias da semana, em diferentes horários, com duas professoras e várias modalidades. Aos interessados, basta apenas que se inscrevam no site da marca.

O conceito de aulas no espaço da loja da SPRY vai de encontro à filosofia da marca, que acredita em pessoas dinâmicas e ativas. “Acreditamos em pessoas flexíveis, atléticas, versáteis e activas, pessoas que passam o dia a mexerem-se. Achamos que não devem haver desculpas para se praticar exercício ou fazer uma pausa. Não há nada melhor do que cuidarmos de nós! Queremos oferecer aulas variadas e em horários diversificados, conseguindo assim chegar a mais fãs (e futuros fãs) da marca”, refere em comunicado Inês Varela, uma das fundadoras da SPRY.

Horários das aulas:

  •  2ªfeira – Pilates (16h)
  • 3ªfeira – Postura e alongamentos (16h45)
  • 4ªfeira – Pilates (8h) / yoga (13h)
  • 5ªfeira – Yoga (16h45)
  • 6ªfeira – Pilates (9h) / Yoga (13h)
  • Sábado – Yoga (12h30)

Canal dedicado à saúde e ao bem-estar no ar a partir de abril

Por Marque na Agenda

Vai chamar-se S+, é um canal exclusivamente dedicado à saúde e ao bem-estar e vai estar no ar a partir do fim de abril, disponível, no seu arranque, na oferta televisiva da NOS. Uma ideia da Mediapro, o maior grupo de televisão da Europa.

“Sentimos haver lugar para um canal feito em conjunto com os melhores profissionais de saúde e que destaque os aspectos mais positivos deste setor em Portugal”, afirma Jaime Almeida Ribeiro, director-geral do S+.

Destinado prioritariamente a todos os que se ocupam e todos os que se preocupam com a saúde, o S+ emitirá em HD, 24 horas por dia, sete dias por semana. Para além dos conteúdos de produção própria, que procurarão envolver os profissionais do setor e interessar o grande público, o S+ exibirá os melhores documentários e programas estrangeiros dedicados às mais diversas vertentes da saúde e do bem-estar.

A partilha de conhecimentos e experiências entre todos os protagonistas do universo saúde em Portugal, é o grande objetivo deste novo canal temático que encara como missão a divulgação das novidades na investigação científica, dos avanços tecnológicos, dos produtos inovadores e de novos serviços na área da medicina.

O canal tem sede em Lisboa, com os estúdios situados na Venda do Pinheiro, e uma delegação operacional no Porto, no Centro de Inovação de Matosinhos.

De Hawking a Micheal J. Fox: o poder da fama na sensibilização para a doença

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Stephen Hawking quase dispensa apresentações, ou não tivesse a sua vida dado um filme. O cientista, diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica (ELA), uma doença neurológica, degenerativa e progressiva, despediu-se agora da vida, aos 76 anos, mas não sem antes ter contrariado todas as previsões médicas, que há muito tinham vaticinado a sua morte, ao mesmo tempo que se tornou o rosto desta doença, dando-lhe visibilidade.

Não é o único. Têm sido várias as caras conhecidas que usaram a sua fama para sensibilizar e aumentar a informação sobre várias doenças. Como Hawking, um exemplo de superação, vários foram também os que criaram fundações dedicadas a estudar as diferentes patologias.

Em busca da cura para Parkinson

Michael J. Fox é outro exemplo. Quando, em 1991, com apenas 30 anos, foi diagnosticado com a doença de Parkinson, pensou tratar-se de um erro. Sete anos mais tarde partilhava com o mundo a informação e dava início a uma batalha contra a doença, assumindo o compromisso com a investigação em 2000, ano em que criou uma fundação com o seu nome.

Desde então, foram mais de 600 milhões de euros que a fundação dedicou ao estudo de Parkinson, muitos dos quais em busca de um tratamento capaz de restaurar a função dos neurónios danificados no cérebro dos doentes.

Um ‘Magic’ corajoso

Foi uma decisão considerada corajosa, tanto mais se pensarmos que, em 1991, a discriminação em relação aos doentes com o vírus da sida era muito superior à que ainda existe hoje. Earvin ‘Magic’ Johnson, estrela da NBA, assumia ser portador do Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH), tornando-se a primeira figura pública heterossexual a assumir a infeção, o que se tornou um marco na história da doença.

Vinte e sete anos depois, a luta contra a sida prossegue em várias frentes. ‘Magic’ Johnson continua ativo nesta guerra, assumindo o papel de protagonista ao dar o seu nome a uma fundação apostada em difundir informação e conhecimento sobre a doença.

Gaga na luta contra a fibromialgia

O anúncio foi recente. No documentário que retrata a sua vida (Gaga: Five Foot Two), Lady Gaga anunciou que sofre de fibromialgia, numa tentativa de “ajudar a consciencializar e a pôr em contacto as pessoas que sofrem com a doença”, revelou então.

A artista tornou-se, desde então, embaixadora de uma doença crónica, de causa desconhecida, que afeta sobretudo as mulheres, tendo como principais sintomas a dor, fadiga crónica e problemas cognitivos.