um conjunto de alteres para a prática de exercício

Conferência sobre exercício e saúde regressa a Portugal

Por Marque na Agenda

Saúde e exercício físico andam cada vez mais lado a lado, quase inseparáveis. Afinal, não é possível ter o primeiro sem uma aposta no segundo. Discutir e apresentar conteúdos inovadores sobre os dois é um dos grandes objetivos do “Exercise Summit”, um evento que decorre a 12 de maio, no Centro de Congressos Lagoas Park em Oeiras.

Esta segunda edição, que conta com a presença de especialistas nacionais e internacionais, pretende discutir as melhores práticas associadas ao treino de força e apresentar vários conteúdos multidisciplinares que contribuem para uma melhor saúde no geral.

Destinado aos amantes de exercício e a todos os que se preocupam com as várias áreas complementares da saúde, vai receber nomes como James Steel, James Fisher e Michael Goulden, que irão focar a sua apresentação em diferentes aspetos do treino com resistências, Ricardo Martinez, que abordará a área da neurociência e treino de força, e o nutricionista Fernando Mata, que incidirá sobre a importância dos micronutrientes.

Haverá ainda espaço para mais abordagens de personal trainers, médicos, nutricionistas, fisiologistas e um mestre de psicologia positiva.

“Depois do sucesso da primeira edição do evento não tínhamos como não fazer uma segunda edição em Portugal”, explica Sónia Da Costa Portelinha, Personal Trainer da EXS Exercise School e membro coordenador da organização do evento.

“Pretendemos, acima de tudo, promover a interdisciplinaridade profissional e explicar que, para além de promover o exercício, há que elevá-lo à responsabilidade da sua boa prática e procurar integrar as diferentes áreas da saúde de forma a fomentar uma consciência sábia que produza uma saúde mais forte. ‘Together for a strong Health’ é o nosso lema.”

O evento é organizado pela EXS Exercise School e as inscrições podem ser feitas online.

Prémio incentiva investigação sobre doença que afeta porcos

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Incentivar a investigação que permita criar estratégias para controlo da Síndrome Reprodutiva e Respiratória Porcina (PRRS), uma doença causada por um vírus que infecta porcos em todo o mundo, causando doenças do trato respiratório nos animais em fase de crescimento e falhas reprodutivas em porcas, assim como melhorar a interacção entre os investigadores nesta área e os médicos veterinários são os objectivos do European PRRS Research Award.

As candidaturas estão abertas até 1 de julho e, com a ajuda de três bolsas de €25.000 cada uma, o objetivo é financiar propostas de investigação capazes de gerar novas informações e práticas que permitam entender melhor esta doença devastadora e dispendiosa.

A estes objetivos, a Boehringer Ingelheim que patrocina o prémio, junta ainda a intenção de melhorar a comunicação na indústria sobre as estratégias de controlo da PRRS e recompensar a excelência na investigação.

As candidaturas com propostas de investigação podem ser apresentadas em www.prrs.com. Cada proposta será revista por um conselho independente, composto por profissionais altamente reconhecidos da indústria suína, incluindo investigadores e médicos veterinários de terreno. 

O vencedor do European PRRS Research Award deste ano será anunciado em Setembro de 2018. Mais informações em www.prrs.com

Já foi escolhido o vencedor do Prémio ‘FAZ Ciência’

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Os trabalhos já foram submetidos e o júri já deliberou. E a apresentação do vencedor do Prémio ‘FAZ Ciência’, uma iniciativa da Fundação AstraZeneca (FAZ) e da Sociedade Portuguesa de Oncologia (SPO), que distingue o melhor projeto de investigação translacional em Imuno-Oncologia, já tem data.

O projeto que vai merecer a distinção, em forma de uma bolsa no valor de 35 mil euros, vai ser conhecido no dia 06 de março, a partir das 17h30, na Sala Fernando Pessoa, no Centro Cultural de Belém (CCB).

A cerimónia contará com uma palestra sobre os Desafios para a prática médica e a investigação clínica na era da medicina de precisão, proferida por Manuel Sobrinho Simões, diretor do IPATIMUP.

Os projetos candidatos ao Prémio “FAZ Ciência” 2018 foram avaliados por uma Comissão de Avaliação composta por cinco reconhecidos especialistas nacionais na área da Imuno-Oncologia, presidida pelo Presidente da Direcção da Sociedade Portuguesa de Oncologia.

 

Bolsas de Cidadania premeiam ideias promotoras de saúde

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Todos os anos as Bolsas de Cidadania procuram dar corpo a ideias de associações de doentes e outras Organizações Não Governamentais (ONG) capazes de promover a saúde e informação dos doentes.

Este ano não é excepção e as candidaturas já estão abertas. A diferença é, que resultado da elevada adesão de anos anteriores, esta quarta edição conta com mais uma bolsa, seis no total, e mais valor atribuído, 60 mil euros ao todo.

Destinadas a financiar projetos e ideias capazes de fomentar a participação dos cidadãos e dos doentes nos processos de decisão em saúde, de informar os doentes dos seus direitos de acesso à informação e ao envolvimento nas decisões individuais de tratamento, esta iniciativa da Roche valoriza ainda os projetos que abordem temas como o cancro, doença de Alzheimer e outras demências, esclerose múltipla ou hemofilia.

À procura de ideias na área da saúde até 30 de março

Abertas até 30 de março, as candidaturas deverão preencher os requisitos identificados no regulamento da iniciativa, disponível em http://www.roche.pt/bolsas/, sendo a avaliação das mesas feita por um júri independente, o mesmo a quem caberá a escolha dos vencedores.

Na edição de 2017 foram atribuídas cinco bolsas, no valor de 45 mil euros, entregues à Europacolon Portugal, à Associação Portuguesa de Hemofilia, Associação Portuguesa de Leucemias e Linfomas, Associação de Familiares, Utentes e Amigos do Hospital Magalhães Lemos e Associação Pata D’Açúcar.

estetoscópio e ficha de doentes

ENSP lança academia para capacitar associações de doentes

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Capacitar as associações de doentes com novas competências e ferramentas de gestão e intervenção social é o objetivo de um programa de formação específico, lançado pela Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa (ENSP-NOVA). O curso, que começou em janeiro, terá a duração de seis meses e prevê integrar nesta primeira edição 25 representantes de várias Associações de Doentes.

Com uma equipa de formadores diversificada, que reúne académicos, políticos, investigadores e profissionais de diferentes áreas do saber, entre os quais Maria de Belém Roseira e Julian Perelman, “esta iniciativa pretende ampliar a área de atuação da Escola, no âmbito da sua missão, permitindo que as Associações de Doentes tenham acesso a um conjunto de conhecimentos fundamentais à sua atividade, para que exerçam uma participação ativa e significativa no sistema da saúde”, refere a propósito João Pereira, diretor da ENSP-NOVA.

A Academia para a Capacitação das Associações de Doentes é um projeto da ENSP-NOVA que conta com o apoio da Roche Farmacêutica, e que decorrerá nas instalações da Escola, em Lisboa.

Mais informações e inscrições aqui.

evento da Sociedade Portuguesa de Cardiologia

Fundação Portuguesa de Cardiologia lança Projeto (que) Salva-vidas

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Chama-se Projeto Salva-vida e o nome quase dispensa mais apresentações, sendo claro em relação ao seu objetivo. A iniciativa, da Fundação Portuguesa de Cardiologia, em parceria com a Senilife e os hipermercados Jumbo, consiste numa campanha pública de sensibilização para a morte súbita.

A mecânica é simples: nas parafarmácias dos hipermercados Jumbo podem ser adquiridas Pulseiras Salva-vidas, pelo valor simbólico de 2€.

Por cada grupo de 1.500 vendidas as entidades promotoras do projeto oferecem um kit salva-vidas, composto por um desfibrilhador ZOLL com reanimação de alta qualidade e respetiva formação em Suporte Básico de Vida com Desfibrilhação Automática Externa e primeiros-socorros, a uma entidade identificada desde o início das vendas das referidas pulseiras.

A primeira entidade a receber este Kit foi a Escola Secundária Maria Amália Vaz de Carvalho, em Lisboa, seguindo-se outras em diferentes locais do país.

10 mil mortes súbitas por ano

Atualmente a morte súbita mata cerca de 10 mil pessoas em Portugal todos os anos e, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, cerca de 20 mil pessoas por dia em todo o Mundo.

Em Portugal o número de desfibrilhadores, um dos instrumentos mais eficazes de combate a esta problemática de saúde pública, é de cerca de um para cada 10 mil habitantes.

Para o Prof. Doutor Manuel Carrageta, Presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia, “esta iniciativa pretende realmente salvar vidas. O objetivo é dotar escolas e instituições dos

conhecimentos e meios necessários, porque nos casos de paragem cardiorrespiratória cada minuto conta para a possibilidade de sobrevivência da pessoa”.

Após este evento, a vítima perde 10% de hipóteses de sobrevivência a cada minuto que passa. Ou seja, ao final de cinco minutos sem assistência, a vítima tem apenas 50% de probabilidade em sobreviver.

O cérebro apenas sobrevive 3-5 minutos sem oxigénio. Desta forma, esta iniciativa visa despertar consciências e sublinhar a importância das técnicas de Suporte Básico de Vida (SBV), uma vez que uma reanimação cardiorrespiratória de alta qualidade aumenta em 2.72 vezes a probabilidade de sobrevivência do doente sem sequelas.

Bolsas de Jornalismo para trabalhos na área da saúde

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É para fomentar e incentivar a elaboração de trabalhos jornalísticos na área da saúde que o Sindicato de Jornalistas, com o apoio da Roche, criou um programa de cinco Bolsas, cada uma com  o valor unitário de dois mil euros.

O desafio está lançado aos jornalistas que podem, cada um, entregar até cinco propostas de trabalhos, nas áreas da esclerose múltipla, doenças raras – hemofilia, cancro, prevenção e redução do peso da doença crónica na sociedade e cuidados primários de saúde. 

Um programa que visa incentivar os profissionais a selecionarem matérias de interesse e atualidade, premiando a qualidade e originalidade, com a garantia de absoluta liberdade editorial dos jornalistas.

Bolsas apelam à originalidade

A inovação e originalidade do tema, conteúdo e formato, a relevância da proposta de trabalho, a atualidade das matérias de saúde, bem como o nível de contribuição do tema da proposta para a melhoria da qualidade de vida dos doentes visados e dos cuidados de saúde em geral, são alguns dos critérios de avaliação.

Mais informações em www.bolsasdejornalismo.pt

Desconhecimento dos sintomas impede diagnóstico da anemia

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São os dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) que o confirmam: a deficiência de ferro é um problema de saúde generalizado (afeta cerca de um terço da população mundial e um em cada três portugueses). Ainda assim, mantém-se pouco reconhecido, subdiagnosticado e negligenciado, apesar de ser um dos principais responsáveis pela anemia, doença que afeta um em cada cinco portugueses adultos (estudo EMPIRE).

Sob o lema “Não brinque com a anemia, tenha uma saúde de ferro!”, o Dia da Anemia, que se assinala a 26 de novembro, vem alertar para este desconhecimento e barreiras ao diagnóstico.

Esta data justifica também o lançamento de uma aplicação para telemóvel, gratuita e disponível para Android e iOS – Sintomas da deficiência de ferro – que ajuda a compreender o problema e a identificar os sintomas.

Segundo o estudo EMPIRE, trabalho pioneiro realizado em todo o território continental, cerca de 52,7% de todos os casos de anemia são resultado de uma deficiência de ferro.

Quando esta se instala, significa que o ferro é insuficiente para dar resposta às necessidades do organismo, uma vez que este é essencial para o funcionamento saudável de todo o corpo, incluindo coração, músculos e glóbulos vermelhos, com impacto também ao nível da saúde mental – a OMS reconhece a existência de uma redução de 30% no rendimento do trabalho e do desempenho físico em homens e mulheres com deficiência de ferro.

O estudo EMPIRE revelou ainda que 84% dos afetados desconhecem que sofrem de anemia, com apenas 2% dos inquiridos a fazer tratamento no momento do inquérito. Uma situação que resulta do desconhecimento dos sintomas, tornando o diagnóstico um verdadeiro desafio. E isto porque, de facto, alguns destes sintomas são vagos ou podem ser confundidos com várias outras condições clínicas.

É o caso da fadiga generalizada, unhas frágeis, perda de cabelo ou síndrome das pernas inquietas, falta de ar, maior suscetibilidade para infeções, aftas ou dores de cabeça.

Sintomas da anemia não são valorizados

“As pessoas acabam por não os valorizar”, confirma António Robalo Nunes, presidente do Anemia Working Group Portugal – Associação Portuguesa para o Estudo da Anemia (AWGP). “É o que acontece, por exemplo, com o cansaço inexplicável, o sintoma mais comum a todos os quadros de anemia, que é sempre desvalorizado.

E porque isso acontece, as pessoas não se queixam e acabam por se habituar a viver com a anemia, até que esta atinja níveis de gravidade elevados, precipitando situações prévias de doença que se tornam mais difíceis de controlar.” De facto, a anemia causada por deficiência de ferro tem um impacto significativo na saúde, aumentando o risco de morbilidade e mortalidade hospitalar.

Para mais informações sobre este tema consulte:

www.awgp.pt ou f/AWGP