cancro do pâncreas

Novas descobertas sobre bactérias que aumentam o risco de cancro do pâncreas

Por Cancro

As bactérias do sistema digestivo parecem ter o potencial de causar danos às células pancreáticas, aumentando o risco de tumores malignos. Agora, pela primeira vez, bactérias vivas de lesões pancreáticas precursoras do cancro do pâncreas foram analisadas por investigadores do Karolinska Institutet, na Suécia, um estudo que pode conduzir a intervenções profiláticas com antibióticos locais.

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Prémio Faz Ciência

Abertas candidaturas ao Prémio “FAZ Ciência”, no valor de 35 mil euros

Por Cancro

Está aberto o período de candidaturas ao Prémio FAZ Ciência, uma iniciativa da Fundação AstraZeneca e da Sociedade Portuguesa de Oncologia (SPO). Até 31 de janeiro de 2022, projetos de investigação translacional na área da Imuno-Oncologia, desenvolvidos em Portugal, poderão ser submetidos, sendo o vencedor distinguido com uma bolsa entre os 5.000 e os 35.000 euros, valor a decidir pela Comissão de Avaliação em função das candidaturas apresentadas, isto porque poderão ser atribuídos mais do que um prémio.

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cancro da mama

Quatro em cada dez pessoas com cancro da mama sentiram impacto a nível físico e sexual

Por Cancro

Que o diagnóstico de um cancro da mama tem impacto negativo na vida de quem o recebe e rodeia, não é grande novidade. Mas um estudo realizado a pedido da Liga Portuguesa contra o Cancro (LPCC), com o apoio da Roche, quis perceber, junto dos portugueses, de que forma a doença lhes alterou a vida. E conclui que este impacto é sentido com grande intensidade, sobretudo ao nível físico (40%), imagem corporal (36%) e vida sexual (37%).

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mutações BRCA

Sete em cada 10 não sabem que mutação BRCA2 aumenta risco de cancro da próstata

Por Cancro

Segundo um inquérito realizado no âmbito da campanha ‘saBeR mais ContA’, apenas cerca de 30% dos doentes oncológicos ou familiares já ouviram falar de mutações genéticas BRCA e destes só 24% as associa ao cancro da próstata. Na verdade, 77% não sabe que estas aumentam o risco de desenvolver este tumor, nomeadamente, quando a mutação ocorre no gene BRCA2, tendo o seu portador um risco acrescido entre 20% a 25% de vir a ter a doença.

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