riscos da chupeta

Chupeta: sim ou não? Os especialistas dão a resposta

Por | Saúde Infantil

Serve para acalmar o choro, para aplacar as birras, para consolar… Mas nem sempre estes benefícios, que os pais tão bem conhecem, são superiores aos eventuais riscos. Foi sobre a chupeta, cujo uso tantos criticam ainda que sem conseguir dispensar, que um novo estudo agora se debruça, deixando, em jeito de conclusões, recomendações para quem delas mais precisa, os pais.

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crianças seguras nas férias

As melhores formas de manter as crianças seguras durante as férias escolares

Por | Saúde Infantil

Com as escolas fechadas, está oficialmente aberta a época de férias, o que significa mais tempo para os mais pequenos: tempo para passear, tempo para brincar, tempo para descansar. Mas significa também tempo na estrada, em deslocações para os destinos de lazer, e na água, seja em barcos, em piscinas, a nadar. Atividades que, alerta a Organização Mundial da Saúde (OMS), podem ter riscos.

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anemia nas crianças

Falta de ferro é principal causa de anemia nas crianças

Por | Saúde Infantil

O EMPIRE, estudo nacional sobre prevalência da anemia e da deficiência de ferro na população portuguesa, confirma que a anemia é um problema de saúde pública entre os adultos, afetando uma em cada cinco pessoas em algum momento da sua vida. E nas crianças? Estão também estas em risco? Lino Rosado, pediatra, confirma que sim. E reforça que “a principal causa de anemia na criança é a por falta de ferro, sendo a anemia o último estadio dessa mesma deficiência”.

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sensores sem fios para os bebés

Sensores sem fios permitem o contacto dos pais com os seus bebés

Por | Saúde Infantil

Fios, cabos, um emaranhado de sensores ligam os bebés aos muitos monitores que dão informações sobre a saúde dos recém-nascidos, avisando, através de alarmes de luz e som, sobre a existência de alterações. O cenário nas Unidades de Neonatologia é assim. Os especialistas conhecem-no bem e reconhecem não serem espaços que convidam ao afeto e união. Para o mudar, uma equipa da Universidade de Northwestern, nos EUA, criou um par de sensores corporais flexíveis, que substituem os atuais. 

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