No Dia Mundial do Dador de Sangue, fica o apelo: ‘Partilhe vida’

Por Atualidade

‘Esteja disponível para quem precisa. Dê sangue. Partilhe a vida’. O lema é salientado esta quinta-feira (14 de junho), Dia Mundial do Dador de Sangue, mas é válido para todos os dias do ano. Até porque, segundo dados da Organização Mundial da Saúde, são feitas 108 milhões de dádivas de sangue por ano. 

É por isso que o Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) assinala este dia com três sessões de colheita abertas ao público, em Lisboa, Porto e Coimbra: na capital, a partir das 15h00, no Parque das Nações, (em frente ao Centro Comercial Vasco da Gama, junto à Gare do Oriente); no Porto, a partir das 11h00, no Centro de Sangue e da Transplantação do Porto (Rua do Bolama, n.º 133) e em Coimbra, na Praça da República, a partir das 15h00.

Se ainda não sabe, podem doar sangue todas as pessoas com bom estado de saúde, com hábitos de vida saudáveis, peso igual ou superior a 50 kg e idade compreendida entre os 18 e 65 anos. Para uma primeira dádiva o limite de idade é aos 60 anos.

A doação de sangue pode ser feita de quatro em quatro meses pelas mulheres e de três em três meses pelos homens.

Muitos milhões de dádivas

Cerca de 112.5 milhões de unidades doadas são colhidas todos os anos, 47% das quais nos países mais desenvolvidos, revelam o dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). O que significa que muitos doentes que precisam não têm acesso a produtos de sangue seguros e de uma forma rápida.

Nos países mais ricos, o que grupo que mais frequentemente recebe transfusões é dos maiores de 60 anos, que correspondem a 79% de todas as transfusões.

Ainda de acordo com a OMS, cerca de 10 mil centros de recolha, em 168 países, confirmaram a recolha de 83 milhões de doações.

Em Portugal, segundo os dados disponíveis, em 2017 fizeram-se 32,40 dádivas por mil habitantes.