BI Award

Já são conhecidos os 12 projetos finalistas do BI Award

Por País

O BI Award for Innovation in Healthcare 2021 contou com um número recorde de candidaturas – mais de 100 -, analisadas ao detalhe tendo em conta o que se pretende com este prémio, o caráter inovador do projeto, a sua exequibilidade, sustentabilidade e impacto na saúde dos portugueses. Com base na informação apresentada, um Comité de Avaliação, que inclui a Ordem dos Médicos, selecionou os 12 projetos que seguem para a próxima fase, que consiste numa hackathon.

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BI Award

Especialistas em saúde, ciência e tecnologia orientam e elegem vencedores do BI Award

Por País

As candidaturas da competição BI Award for Innovation in Healthcare (www.biaward.pt), uma iniciativa da Boehringer Ingelheim Portugal, com o apoio institucional da Ordem dos Médicos, que pretende distinguir projetos inovadores que possam ser integrados em contextos reais de saúde em Portugal, terminam no dia 16 de abril, e já é conhecido o júri e o painel de mentores que vão ajudar os projetos a ganhar vida.

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contactos presenciais

Menos nove milhões de contactos presenciais nos centros de saúde e rastreios oncológicos

Por COVID-19

O acesso dos doentes não Covid aos serviços de saúde continuou dificultado, mesmo antes da segunda vaga da pandemia. Os cuidados de saúde primários registaram, nos primeiros dez meses deste ano, menos nove milhões de contactos presenciais médicos e de enfermagem. Nos hospitais, os contactos presenciais sofreram uma redução de 2,7 milhões entre janeiro e outubro de 2020 em comparação com o mesmo período do ano anterior.

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portugueses

Três em cada dez portugueses que se sentiram doentes na pandemia não recorreram aos cuidados de saúde

Por COVID-19

Embora a maioria dos 664 mil portugueses que se sentiram doentes durante a pandemia – 454 mil, ou seja, 69% – tenha recorrido aos cuidados de saúde, três em cada dez (210 mil ou 31%) não o fizeram. Os dados foram divulgados na Ordem dos Médicos, em Lisboa, na apresentação do estudo “Acesso a cuidados de saúde em tempos de pandemia”.

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equipamentos de proteção

Mais de metade dos médicos sem equipamentos de proteção adequados no Estado de Emergência

Por COVID-19

De acordo com um estudo realizado pela Ordem dos Médicos, coordenado pela investigadora Filipa Duarte-Ramos, Professora da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa, mais de 56% dos médicos não tiveram os equipamentos de proteção adequados para trabalhar durante o estado de emergência declarado na pandemia da COVID-19. Proporção que melhorou após o final do estado de emergência, ainda que um terço dos médicos inquiridos continue a reportar falhas da tutela na distribuição de materiais como máscaras ou luvas.

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consultas presenciais

Quebra de 36% nas consultas presenciais nos primeiros seis meses do ano

Por País

No primeiro semestre deste ano realizaram-se menos 3,8 milhões de consultas presenciais nos cuidados de saúde primários do que no mesmo período de 2019 e menos 902 mil consultas nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde. Dados apresentados esta terça-feira, no lançamento do Movimento Saúde em Dia, promovido pela Ordem dos Médicos e pela Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH), que mostram uma quebra de 36% de consultas presenciais nos centros de saúde nos primeiros seis meses deste ano.

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movimento #SOSSNS

Movimento #SOSSNS apresenta 10 medidas urgentes para o setor da saúde

Por País

Um grupo de cidadãos ligados à área da Saúde, e preocupados com a capacidade de resposta do Serviço Nacional de Saúde (SNS), lançou o movimento #SOSSNS, cívico e apartidário, que apresenta dez medidas urgentes para o setor da saúde. Uma iniciativa que conta com o apoio das Ordens dos Médicos e dos Farmacêuticos, de associações de estudantes da área da Saúde e associações de doentes, estando aberta a toda sociedade civil.

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medicina de precisão

Especialistas apresentam estratégia para uma medicina de precisão em Portugal

Por Marque na Agenda

À semelhança do que se verifica em vários países dentro e fora da Europa, Portugal deverá definir uma estratégia de implementação da medicina de precisão, um conceito que olha para as especificidades de cada doente, permitindo melhorar a rapidez e eficácia dos diagnósticos, evitando a prescrição de terapêuticas desnecessárias, ineficazes e dispendiosas.

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oflatmologistas alertam para saúde visual

Oftalmologistas denunciam risco para a saúde visual dos portugueses

Por País

A Sociedade Portuguesa de Oftalmologia (SPO) e o Colégio de Especialidade de Oftalmologia da Ordem dos Médicos uniram as suas vozes num esclarecimento à população sobre a ação dos optometristas, profissionais que reclamam um papel no Serviço Nacional de Saúde (SNS), algo que os especialistas em oftalmologia consideram “um grande risco para os doentes” e para a saúde visual dos portugueses.

“A pressão mediática destes grupos, que se tem sentido em forma de artigos sobre temas do foro médico, como de médicos especialistas se tratassem, e reuniões para promover a prática de rastreios de doenças que, pela complexidade da sua abordagem, exigem cuidados altamente diferenciados, transformou-se mesmo em pressão sobre alguns partidos políticos”, referem, em comunicado.

O mesmo onde dão conta da existência “de várias propostas legislativas, nomeadamente do PAN e do PCP, bem como uma interpelação à tutela pelo grupo parlamentar os Verdes, relativamente à sua incorporação nos cuidados de saúde primários do SNS”.

Formação médica questionada

Os especialistas em oftalmologia reforçam que “que o oftalmologista é um médico com seis anos de formação específica em medicina geral e que, para além da sua formação básica, fez uma especialização de mais quatro anos em oftalmologia médica e cirúrgica”, sendo mesmo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), “o pilar básico dos cuidados de saúde visual em qualquer sistema de saúde”.

Formação que comparam com aquela que é recebida pelos optometristas, que classificam como um grupo “muito heterogéneo em termos curriculares tendo, na melhor das hipóteses, três anos de formação no total. Em todo o caso, nenhum desses vários planos curriculares tem qualquer formação em saúde”.

A SPO e a Ordem dos Médicos volta a socorrer-se da OMS para, desta feita, reforçar que a existência dos optometristas “não traduz desempenho do sistema de saúde e sobretudo não traduz qualidade nas intervenções para reduzir a cegueira evitável”.

Por tudo isto, consideram que “a inclusão destes ‘profissionais’ no SNS sem uma regulamentação jurídica de competências adequada, com autonomia para a prestação de cuidados de saúde visual, sem supervisão por um oftalmologista, constituiria um enorme retrocesso na qualidade do serviço público e, por isso, um grande risco para os doentes”.