a saúde dos portugueses

Menos de metade dos portugueses considera que a sua saúde é boa

Por Bem-estar

Na hora de classificar o seu estado de saúde, a maioria dos europeus considera-o bom ou muito bom. Mas os portugueses estão entre os que menos o considera.

Os dados são do gabinete de estatísticas da União Europeia (Eurostat) e mostram que, ao todo, 70% dos residentes na União Europeia (UE) estavam satisfeitos, em 2017, com a sua saúde, percentagem que contrasta com o reverso da medalha: menos de um em dez (8%) avaliou o seu nível de saúde como mau ou muito mau, valor que sobe, entre os portugueses, para os 13,2%. 

Portugal destaca-se então na causa da tabela, com apenas 49% dos cidadãos nacionais a considerarem bom o seu estado de saúde. Ainda assim, é da Lituânia e Letónia (ambos com 44%) que chegam os piores resultados, seguindo-se a Estónia (53%), Polónia e Hungria (ambos com 59%).

A classificação inclui cinco níveis de autoperceção do estado de saúde: muito bom, bom, regular, mau e muito mau.
Entre os Estados-Membros da UE, a percentagem mais elevada da população com 16 anos ou mais que considerou a sua saúde como boa ou muito boa encontrava-se na Irlanda (83%), Chipre (78%), Itália e Suécia (ambos 77%).

Homens vs mulheres

São os homens que, na UE, mais percecionam a sua saúde como boa. Ao todo, 72% dos homens com 16 anos ou mais classificaram desta forma o seu estado de saúde, em comparação com 67% das mulheres.

Uma disparidade que pode ser vista em todas as faixas etárias, sendo maior a lacuna entre os que têm 65 anos ou mais: 45% dos homens dizem-se de boa saúde, contra 39% das mulheres.

Em Portugal, a tendência é a mesma, com 56,4% dos elementos do sexo masculino a considerarem que a sua saúde está bem, para 47,3% das mulheres.

A percentagem da população que avaliou a sua saúde como boa ou muito boa tende a diminuir com a idade. Mais de 88% da população masculina com idade entre 16 e 44 anos sentem-se bem, diminuindo para 69% nos homens com idade entre 45 e 64 anos e diminuiu ainda mais, para 45%, entre os homens com mais de 65 anos.

portugueses comem muita fruta

Portugal é o segundo país da UE onde se consome mais fruta

Por Nutrição & Fitness

A relação dos portugueses com a fruta é boa, muito boa. Tanto que, entre os Estados-Membros da União Europeia (UE), o nosso país é o segundo com maior ingestão diária de fruta.

Os dados são do Gabinete Estatístico da UE (Eurostat), que revela que, em 2017, depois de Itália, onde 85% da população come fruta, é Portugal que surge na lista, com 81% dos cidadãos nacionais a confirmar que não passam sem este tipo de alimentos.

Bem pior que nós estão os três Estados-Membros onde menos de 40% da população ingere diariamente fruta: Letónia (35%), Bulgária e Lituânia (ambos com 37%).

Contas feitas pelo Eurostat, em 2017, cerca de uma em cada quatro pessoas (27%) comeu fruta pelo menos duas vezes ao dia. A estes juntam-se 37% que o fazem uma vez por dia, com os restantes 36% a ingerir com menor frequência ou de todo.

Consumo de vegetais é também motivo de orgulho

Então e quanto aos vegetais? Nesta liga, os portugueses não conseguem um lugar no pódio, mas por pouco. Ao todo, 78% adicionam os vegetais à sua dieta diária, menos que os irlandeses (84%) e belgas (84%), que lideram a tabela e menos também que os italianos (80%).

Enquanto na maioria dos Estados-Membros entre 50% e 80% da população relatou consumir vegetais diariamente, há cinco Estados-Membros cuja proporção era inferior a 50%: Hungria (30%), Roménia (41%), Letónia (44%), Lituânia e Bulgária (ambos com 45%).

Em comparação com o consumo de frutas, uma proporção ligeiramente menor (23%) da população da UE comeu vegetais pelo menos duas vezes por dia, com uma proporção ligeiramente maior (40%) a comer legumes uma vez por dia.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde,  ingestão recomendada de fruta e legumes deve ser de 400 gramas por dia.

conhecimento sobre suporte básico de vida

Conhecimento sobre suporte básico de vida deixa a desejar entre os portugueses

Por País

É uma manobra fundamental nas situações em que existe uma paragem cardíaca, com grande impacto no futuro de quem dela sofre. Mas saberão os portugueses quais os fundamentos para o suporte básico de vida? Esta é a pergunta a que um novo estudo quis dar resposta.

Publicado na Acta Médica Portuguesa, o trabalho procura também avaliar a associação ao treino/educação prévia e a autoperceção do conhecimento sobre este tema, assim como a opinião sobre as necessidades de treino quando em causa está o suporte básico de vida.

Manobras que são tanto mais importantes se tivermos em conta que uma das principais causas de morte na Europa é a paragem cardíaca súbita, que afeta 55 a 113 pessoas por cada 100 mil habitantes, isto todos os anos.

Falta evidente de conhecimento

De acordo com o European Resuscitation Council, a reanimação cardiopulmonar feita por não profissionais aumenta duas a quatro vezes a taxa de sobrevivência, reforçando, por isso, a importância do suporte básico de vida.

Socorrendo-se de uma amostra de 655 pessoas, os participantes foram convidados a responder a um questionário com 21 questões, que permitem concluir que há uma falta de treino e conhecimento na população em geral sobre o suporte básico de vida.

No geral, a maioria dos entrevistados demonstrou uma evidente falta de conhecimento, com apenas uma pequena percentagem (15,3%) a conseguir mais do que 70% no que diz respeito ao conhecimento global.

Mais da metade dos participantes (55,4%) sabe posicionar as mãos para fazer as compressões torácicas, mas apenas 20,9% conhecem a frequência e 13,4% a profundidade correta.

Para as questões técnicas, um número relevante de participantes (variando de 15% a quase 50%, dependendo da questão) escolheu o “não sabe”.

Os participantes reconhecem que o seu conhecimento em suporte básico de vida é residual ou baixo e estão motivados a participar em cursos de treino e/ou revalidação.

Resultados que levam os especialistas envolvidos no trabalho a considerarem ser necessário reforçar o treino prático e regular de suporte básico de vida, idealmente no local de trabalho e no início da vida.

Vitamina D

Dois terços dos portugueses têm deficiência de Vitamina D

Por Bem-estar

Num País de sol, a maioria da população (66,6%) apresenta deficiência de Vitamina D, revelam os dados de um estudo realizado pela Faculdade de Medicina de Coimbra, em colaboração com a Nova Medical School.

Trata-se da primeira análise nacional sobre os níveis de Vitamina D na população adulta e que, tendo em conta os valores de referência recomendados pela Endocrine Society, mostra que apenas 3,6% apresentam valores considerados normais.

Restam 21,2% dos cidadãos nacionais, que apresentam o que é considerado uma “deficiência grave” desta vitamina.

A avaliação nacional revela que os Açores são a área geográfica onde a prevalência de níveis de carência de vitamina D é mais acentuada, aproximadamente nove vezes mais frequente do que no Algarve.

Os fatores que podemos mudar

Se há fatores, como o inverno, a idade, o género e a área geográfica, que não se podem modificar e que são, de resto, os principais fatores associados à carência de vitamina D, outros há que podemos mudar.

Os especialistas chamam a atenção para os hábitos comportamentais e o estilo de vida dos portugueses, que dão um contributo importante para o défice de vitamina D, nomeadamente a escassa exposição solar desprotegida.

A este junta-se a obesidade, que diminui os níveis circulantes desta vitamina, ‘sequestrada’ no tecido adiposo, assim como a inatividade física e o tabagismo, também associados à carência desta vitamina.

Para mudar a situação é preciso, refere Cátia Duarte, reumatologista no Centro Hospitalar Universitário de Coimbra e membro científico do Fórum D, responsável pela realização do estudo, “controlar os fatores de risco, estimulando um estilo de vida saudável como a prática de exercício, a redução do peso e do tabagismo e uma exposição solar adequada”.

De acordo com a especialista, “a alimentação, infelizmente, tem pouco efeito global nos níveis de Vitamina D. Outras medidas, como a suplementação podem e devem ser consideradas, particularmente em grupos de risco elevado. Programas de fortificação alimentar já implementados há muitos anos noutros países merecem seguramente consideração, por parte das autoridades de saúde”.

inquérito aos portugueses

Maioria dos portugueses quer um papel mais ativo na saúde

Por País

A maioria dos portugueses (51%) defende que a sociedade deve ter um papel mais ativo no que diz respeito à saúde, revelam os dados de um inquérito à população nacional, realizado no âmbito do projeto ‘3F – Financiamento, Fórmula para o Futuro’.

Uma certeza que vai ao encontro de uma das recomendações deste projeto, a de promoção do papel dos cidadãos no sistema de saúde.

Para os peritos nacionais, que se reuniram ao longo do ano para debater a melhor forma de resolver os desafios inerentes ao financiamento do Serviço Nacional de Saúde, “o cidadão é o elemento central da prestação de cuidados” e, como tal, “é importante a sua envolvência na definição da política de saúde”, através da criação de mecanismos que contemplem a sua participação na decisão.

Menos desperdício, mais inovação no SNS

O projeto ‘3F’, uma iniciativa da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH), com o apoio da Roche e da IQVIA, nasceu da necessidade de identificar formas de reduzir o desperdício e promover a inovação no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Materializa, segundo Alexandre Lourenço, presidente da APAH, “a vontade do setor da saúde em apresentar respostas concretas para os desafios do financiamento mas também para a necessidade de reestruturar o modelo de prestação de cuidados com vista a melhorar a experiência e corresponder às expectativas dos doentes e das suas famílias”.

Para isso, reuniu um conjunto de especialistas de diferentes áreas, que se juntaram para analisar o modelo atual de financiamento dos hospitais portugueses, promover a discussão de potenciais soluções de financiamento com vista à criação de valor para os doentes, assim como desenvolver projetos-piloto com hospitais, de forma a testar a exequibilidade das soluções encontradas.

Do trabalho desenvolvido resultou a identificação de 90 iniciativas, que podem ser agrupadas em quatro dimensões essenciais para a melhoria do modelo de organização e financiamento do Serviço Nacional de Saúde – Resultados em Saúde, Integração de Cuidados, Gestão da Doença e Prevenção e Promoção da Saúde.

A estas juntam-se 10 recomendações, entre as quais o reforço do papel dos cuidados de saúde primários, a interligação dos cuidados de saúde primários, cuidados de saúde secundários e cuidados continuados, o desenvolvimento da rede de suporte ao doente ou a autonomia e responsabilização da gestão hospitalar, assim como  a definição dos projetos-piloto onde vão ser testadas, já a partir do próximo ano: o IPO do Porto e o Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro.

excesso de peso afeta portugueses

Quase quatro em cada 10 portugueses com excesso de peso

Por País

Quase quatro em cada dez (38,9%) portugueses tinham, em 2015, excesso de peso e 28,7% sofriam de obesidade. Os dados são do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, recolhidos na sequência de um estudo que serviu para descrever as prevalências de excesso de peso e de obesidade na população portuguesa.

De acordo com este trabalho, a prevalência de excesso de peso era, em 2015, maior nos homens (45,4%), ainda que fossem as mulheres as maiores vítimas da obesidade (32,1%).

Analisados os dados, recolhidos no âmbito do 1º Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico, os especialistas consideram que o nível educacional parece ser um fator socioeconómico importante para a prevalência de obesidade. De resto, eram os indivíduos com menor escolaridade aqueles mais afetados por este problema, já transformado em epidemia de saúde.

Contas feitas, neste grupo a prevalência de obesidade chegava aos 39,4%. Quanto ao excesso de peso, foi no grupo de indivíduos com ensino superior que se identificaram o maior número de pessoas com quilos a mais (42,8%).

Mais obesos no Algarve

Outros fatores foram também analisados. Como a atividade profissional. Aqui, o estudo revela que os indivíduos sem trabalho remunerado, fossem estes estudantes, domésticas e reformados, eram os que tinham prevalência mais elevada de excesso de peso.

Já a obesidade era mais prevalente entre os portugueses com atividade profissional remunerada, embora não existam diferenças estatisticamente significativas.

No que diz respeito à idade, aqueles que tinham entre 45 e 54 anos surgiram como os mais afetados pelo excesso de peso (43,7%), enquanto o número de casos de obesidade era superior nos indivíduos com idade entre os 65 e os 74 anos (41,8%).

Regionalmente falando, os habitantes da região Lisboa e Vale do Tejo com quilos a mais correspondiam a 35,1% da população, percentagem que era ainda superior na região Norte (42,1%). Quanto à obesidade, oscilou entre 23,2% na região Algarve e 32,5% na Região Autónoma dos Açores.

portugueses não querem a mudança de hora

Portugueses querem o fim da mudança de hora

Por País

A esmagadora maioria dos portugueses (85%) que participaram no inquérito da Comissão Europeia sobre a mudança de hora querem que a Europa deixe de mudar o relógio. Um valor em linha com o sentimento geral.

Ao todo, dos 4,6 milhões de respostas de todos os 28 Estados-Membros, o número mais elevado de contributos alguma vez recebidos numa consulta pública da Comissão, 84% reponderam a favor do fim da mudança bianual da hora. 

“Milhões de europeus participaram nesta consulta pública para fazer ouvir a sua voz. A mensagem é muito clara: 84% dos participantes querem que se deixe de mudar a hora. Vamos agora agir em conformidade com esta vontade expressa e preparar uma proposta legislativa ao Parlamento Europeu e ao Conselho, que decidiram então em conjunto”, diz a propósito Violeta Bulc, Comissária Europeia responsável pelos Transportes.

Os resultados preliminares desta consulta pública indicam também que mais de três quartos (76%) dos participantes consideram que a mudança de hora duas vezes por ano é uma experiência “muito negativa” ou “negativa”. E como justificação do desejo de pôr fim a esta regras, alegam-se o impacto negativo na saúde, o aumento de acidentes de viação ou a falta de poupanças de energia.

Tradição de mudança de hora vem de longe

Na maioria dos Estados-Membros há uma longa tradição de mudança da hora, que remonta, em muitos casos, à Primeira e à Segunda Guerras Mundiais ou à crise petrolífera da década de 1970, explica a Comissão Europeia em comunicado.

Desde a década de 1980, a União Europeia (UE) adotou gradualmente legislação por força da qual todos os Estados-Membros acordam em coordenar a mudança da hora e acabar com os diferentes regimes horários nacionais.

Desde 1996, todos os europeus avançam uma hora no relógio no último domingo de março e atrasam uma hora no último domingo de outubro. 

Os resultados finais da consulta pública serão publicados nas próximas semanas. A Comissão apresentará agora uma proposta ao Parlamento Europeu e ao Conselho, com vista à alteração das atuais disposições em matéria de mudança de hora.

Orçamento Participativo Portugal

Os projetos do OPP que querem mudar a saúde nacional

Por País

Depois do sucesso de 2017, o Orçamento Participativo Portugal (OPP) está de volta. As votações estão abertas até 30 de setembro para um total de 692 projetos, 50 dos quais na área da saúde. De consultas domiciliárias para menores, inscrições online nos centros de saúde ou música nos hospitais, são muitas as opções à espera dos votos dos portugueses.

Do total dos 600 projetos votados no ano passado, encontram-se em fase de concretização os 38 que recolheram a maioria dos cerca de 80 mil votos no OPP 2017. Este ano, com um orçamento superior – cinco milhões de euros, mais dois milhões que o disponibilizado na primeira edição-, são também mais os projetos a votos (mais 92). 

Ideias para todos os gostos

Dos 50 projetos a votação na área da saúde, 19 são de âmbito nacional. É o caso do projeto #133, que tem como objetivo tornar “mais robusta e eficaz” a plataforma de apoio à Biblioteca de Literacia em Saúde, disponível no Portal SNS, e que, desde 2016, tem vindo a divulgar recursos com vista à promoção da literacia em saúde dos portugueses. 

Tornar mais fácil a vida de pais e filhos é o que pretende o projeto #788, que propõe a criação de uma equipa constituída por um médico e um enfermeiro, que se deslocam a casa nas situações que impedem os menores de ir à escola mas não exigem tratamentos hospitalares urgentes. Evita-se, assim que a criança tenha de estar no Centro de Saúde com outras pessoas doentes e permite-se aos pais aceder à justificação de falta ao trabalho.

A proposta #815 quer “contribuir para o conhecimento dos principais parasitas encontrados nas fezes dos animais errantes e de estimação em Portugal” e, ao mesmo tempo, consciencializar e sensibilizar a população sobre “a importância da desparasitação e cuidados veterinários continuados e o não abandono”.

Já o projeto “Move a Saúde” (#129) visa a criação de quatro aplicações para dispositivos móveis e fixos, que pretendem “proporcionar à população em geral, programas de exercício físico, com vista a melhorarem a sua saúde e qualidade de vida”.

Serviços em casa e fora dela

A lista não se fica por aqui. Uma “saúde perto de todos” é o desejo da proposta #783, que se propõe “implementar a prestação de serviços ao domicílio, contemplando áreas como a fisioterapia, a enfermagem, a nutrição e a psicologia”, em zonas isoladas e numa parceria com hospitais, centros de saúde, câmaras municipais e juntas de freguesia, entre outras.

A prevenção do suicídio é a missão da proposta ‘Gerações em rede pela saúde mental’ – GENTAL (#793), enquanto a #836 deseja ajudar os portugueses a interpretar as informações dos rótulos dos alimentos.

Levar a música a crianças e Jovens em Risco Institucionalizados é outra das propostas (#138), à qual se junta outra, que pretende “aumentar o número de cidadãos com conhecimentos e formação na área de primeiros socorros com capacidade de socorrer uma vítima, diminuindo assim o número de mortes por acidentes ou doença súbita” (#145).

Uma aposta na prevenção e saúde

A realização de um documentário sobre dependências (#139) e o reforço do apoio psicológico aos profissionais de socorro/emergência em território nacional (#144), são mais dois dos projetos, de uma lista onde se inclui ainda a ideia de equipar as salas de espera das unidades de saúde primários com dispositivos audiovisuais interativos, “dotados de conteúdo adequado de informação, capacitação e formação dos utentes” (#132).

Um espaço para cuidados dos pais que têm filhos institucionalizados (#808), promover e incentivar o envelhecimento ativo e saudável (#143), lançar um Programa de Reforma Estrutural assente na revisão das Recomendações Alimentares em Portugal (#137), realizar tratamentos orais gratuitos para crianças (#789) ou criar uma plataforma para inscrição online nos centros de saúde e atribuição de médico de família online (#827) também constam das propostas.

Mudar o modelo de transportes para doentes com patologia oncológica (#792) e desenvolver e implementar projetos e intervenções musicais em contextos comunitários e institucionais de cuidados de saúde, de educação e de ação social, particularmente dirigidas a crianças, idosos e grupos de risco (#795).