campanha de reciclagem de radiografias

Transforme as suas radiografias antigas em ajuda para quem mais precisa

Por Marque na Agenda

Há mais de 20 anos que a Assistência Médica Internacional (AMI) realiza uma Campanha de Reciclagem de Radiografias. Este ano não será exceção. Para isso, pede a todos os que tenham este tipo de exames com mais de cinco anos e sem valor de diagnóstico, que o entreguem. Por uma boa causa.

Aliás, a causa é duplamente boa. Não só a reciclagem das radiografias permite evitar a sua deposição em aterro, minimizando assim a contaminação do ambiente, reduzindo a sua extração na natureza e as consequências negativas que este processo tantas vezes tem, quer pela destruição de áreas naturais, quer pela exploração das populações locais, como permite ainda ajudar quem mais precisa.

É que a prata resultante da sua reciclagem tornou-se uma fonte de receitas muito importante para o trabalho social que a AMI realiza em Portugal, através dos seus 15 equipamentos e respostas sociais espalhadas de norte a sul do País e ilhas.

Mais de 1.600 toneladas recolhidas

A partir de 25 de janeiro e até 17 de fevereiro, os portugueses vão poder entregar as suas radiografias, desde que estas tenham mais de cinco anos ou não tenham valor de diagnóstico, deixando-as nos sacos disponíveis nas farmácias aderentes, sem relatórios, envelopes ou folhas de papel.

Desde 1996 que é assim, uma iniciativa da qual já resultaram, até esta data, 1.607 toneladas de radiografias recicladas.

Uma forma de proteger o ambiente, ajudando Portugal a aproximar-se dos restantes países europeus em matéria de gestão resíduos e ajudar a AMI a continuar a sua missão, que em Portugal visa sobretudo minimizar os efeitos dos fenómenos da pobreza e da exclusão social.

Para isso, dispõe atualmente de 15 Equipamentos e Respostas Sociais em todo o País, nomeadamente nove Centros Porta Amiga (Lisboa, Porto, Almada, Cascais, Funchal, Coimbra, Vila Nova de Gaia e Angra do Heroísmo), dois Abrigos Noturnos (Lisboa e Porto), duas Equipas de Rua (Lisboa e Vila Nova de Gaia/Porto), um Serviço de Apoio Domiciliário (Lisboa) e um polo de receção de alimentos (Porto).

reciclagem de pilhas

Campanha quer transformar pilhas usadas em equipamentos para o IPO

Por Marque na Agenda

É um verdadeiro ‘dois em um’: ao mesmo tempo que se protege o ambiente, contribui-se para uma boa causa. É o que acontece com o Peditório Nacional de Recolha de Pilhas e Baterias Usadas, que volta este ano a apelar ao espírito solidário e ambiental dos portugueses.

Até 31 de dezembro, colocar as pilhas e baterias usadas que tem lá por casa no Pilhão da Ecopilhas contribui para a doação de um aparelho de tratamento para doentes oncológicos do Instituto Português de Oncologia (IPO).

É o 10º ano consecutivo que se realiza a iniciativa que, de acordo com Eurico Cordeiro, Diretor Geral da Ecopilhas, “tem contribuído para uma melhor prestação dos cuidados de saúde aos doentes do IPO”.

E não é preciso muito. “Um pequeno gesto faz a diferença. Ajudar o IPO é uma motivação muito forte, pelo que convido todos os cidadãos a participar, afinal existem mais de 20.000 Pilhões Solidários por todo o País”, refere em comunicado.

20 mil pilhões espalhados pelo País

Contribuir para esta campanha de solidariedade é muito fácil. Basta colocar as pilhas e baterias que já não funcionam e que foram anteriormente usadas em brinquedos, telecomandos, rádios, lanternas, computadores portáteis, telemóveis, relógios entre outros aparelhos, num dos mais de 20.000 Pilhões espalhados pelo País.

Desde 2009 que é assim e, na sequência das nove edições anteriores, já foram recolhidos mais de 35,5 milhões de pilhas e baterias usadas, que puderam ser recicladas, o que tem permitido a doação anual de um aparelho de tratamento ou diagnóstico ao IPO de Lisboa.

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