Super-heróis trabalham diariamente para o desenvolvimento da ciência em Portugal

Por Marque na Agenda

Em Portugal há uma grande equipa de Super-Heróis. Não usam capa, não têm uma identidade secreta, não ocupam a ribalta, mas trabalham dia e noite para zelar pela vida dos doentes e para contribuir para a evolução da ciência e criação de novos medicamentos. São homens e mulheres, profissionais de saúde, que trabalham em ensaios clínicos.

No âmbito do Dia Internacional do Ensaio Clínico, é tempo de lhes prestar a devida homenagem, de reconhecer a importância do seu trabalho, através de um vídeo que dá a conhecer algumas das suas caras.

De acordo com os últimos dados publicados pelo Infarmed sobre os ensaios clínicos, esta área tem tido um crescimento exponencial em Portugal, com o número de ensaios autorizados a passaram de 87 para 144 nos últimos cinco anos.

Estes números evolutivos são da responsabilidade destes Super-Heróis e dos doentes que se esforçam para participar em ensaios clínicos, ainda que tenham outro trabalho ou atividade laboral.

E é com base neles que a Roche Farmacêutica criou um vídeo que homenageia todos os profissionais de saúde que contribuem para o avanço na ciência no nosso país, dando a conhecer as suas “armas secretas”, os seus “esconderijos” e os seus “fatos especiais”.

Um dia para celebrar os ensaios clínicos

Foi no dia 20 de Maio de 1747 que ‘nasceu’ o Dia Internacional do Ensaio Clínico, data em que James Lind, médico da marinha britânica, conduziu o que hoje é reconhecido como o primeiro ensaio clínico da história.

O primeiro estudo comparativo realizado em condições experimentais controladas foi aplicado num grupo de marinheiros que sofriam de escorbuto e permitiu registar, pela primeira vez, os efeitos positivos da vitamina C num grupo de indivíduos a quem foram administrados citrinos.

Um dia que serve também para aumentar a consciencialização para os ensaios clínicos e para todos os profissionais que se dedicam a este tipo de investigação, reconhecendo as suas contribuições para a saúde pública e para o progresso médico.