novos espaços de análises clínicas

Braga e Santo Tirso têm dois novos centros de análises clínicas

Por País

Braga e Santo Tirso são as localidades nacionais que acabam de inaugurar dois novos centros de análises Synlab, nas clínicas Expresso Saúde e Clitirso, respetivamente.

As duas clínicas dispõem de acordo com o Serviço Nacional de Saúde e principais seguradoras, disponibilizando todas as análises gerais e de rotina, análises de genética e testes especiais com grande interesse da população, como rastreios pré-natais, teste de intolerância alimentar, de alteração do sono e do stress, impacto da genética no desporto e nutrição, entre muitos outros.

Os clientes podem ainda solicitar o envio de resultados por email e/ou urgentes com entrega no próprio dia, para sua maior comodidade.

Estas parcerias estão inseridas no plano de expansão do Grupo Synlab, que dispõe atualmente de 415 unidades de saúde em Portugal.

O objetivo principal da marca para 2019 é aumentar o acesso da população ao serviço de análises clínicas através da inauguração de mais espaços, implementação de novas unidades de negócio e lançamento de testes especiais inovadores destinados à prevenção, saúde e bem-estar.

rastreios à anemia

Rastreios gratuitos para a anemia e deficiência de ferro em Cascais

Por Marque na Agenda

Um em cada cinco portugueses adultos tem anemia. Os dados fazem parte do único estudo nacional sobre o tema, que acrescenta a este outro dados preocupante: a maioria (84%) não está diagnosticada. O rastreio é uma das formas de conhecer o problema, como aquele que se vai realizar em Cascais, nos dias 30 e 31 de março. 

Segundo o estudo EMPIRE, realizado pelo Anemia Working Group Portugal, a prevalência da anemia é elevada no nosso país, chegando aos 20%, valor superior à estimativa de 15% da Organização Mundial de Saúde. 

Para fazer o diagnóstico da anemia, recorrem-se a análises de sangue, algo que costuma ser feito de forma tardia, uma vez que a anemia é frequentemente confundida com a fadiga numa fase inicial e tem um desenvolvimento lento, podendo passar diversos meses até que as reservas de ferro do organismo sejam esgotadas.

Dois dias de rastreios

Para sensibilizar e cuidar da população, a SYNLAB vai realizar rastreios de anemia nos dias 30 e 31 de março, das 10h00 às 18h00, no Cascais Villa Shopping Center.

A participação é gratuita para todas as idades e os participantes podem ainda participar num sorteio e habilitar-se a ganhar um teste de intolerância alimentar A200 e a muitos brindes.

Deficiência de ferro na origem de metade dos casos

Ainda de acordo com o estudo EMPIRE, cerca de 52,7% de todos os casos de anemia são resultado de uma deficiência de ferro.

Quando esta se instala, significa que o ferro é insuficiente para dar resposta às necessidades do organismo, uma vez que este é essencial para o funcionamento saudável de todo o corpo, incluindo coração, músculos e glóbulos vermelhos, com impacto também ao nível da saúde mental.

De resto, a Organização Mundial da Saúde reconhece a existência de uma redução de 30% no rendimento do trabalho e do desempenho físico em homens e mulheres com deficiência de ferro.

teste permite prever doença genética

Análise permite identificar casais em risco de ter filho com doença genética grave

Por Investigação & Inovação

Será que vai correr tudo bem? Será que o bebé vai ser saudável? As questões associadas à gravidez são muitas e é para lhes dar resposta que a ciência tem evoluído. O passo mais recente reveste-se de uma análise genética, que permite fazer o rastreio aos elementos do casal antes mesmo da gestação, identificando assim a probabilidade de conceberem um filho com uma doença genética grave.

“Os filhos herdam a cor do cabelo ou de olhos dos seus pais, mas também podem herdar doenças genéticas”, explica Margarida Reis-Lima, médica geneticista.

“Quando ambos os progenitores são portadores de uma mutação num gene para a mesma doença genética, há 25% de probabilidade de transmitirem essa doença aos seus filhos. A grande maioria dos portadores não apresenta nenhum sintoma e não possui antecedentes familiares, motivo pelo qual estas patologias podem passar despercebidas durante gerações e ser descobertas apenas quando um filho as desenvolve”, acrescenta.

Um dos estudos científicos que atesta a eficácia desta análise, o preconGen, foi realizado em 350 mil adultos e comprovou que há uma percentagem significativa de gestações com fetos afetados por doença genética grave que o rastreio tradicional não deteta.

Ainda de acordo com o mesmo estudo, a cada 550 gestações, um dos fetos será afetado por uma das 176 patologias graves incluídas no painel deste novo rastreio, sendo que esta probabilidade é teoricamente mais alta que o risco natural de um feto apresentar Síndrome de Down (Trissomia 21).

Teste indicado para casais com plano de PMA

A nova análise, disponibilizada pela Synlab, estuda apenas patologias para as quais existem recomendações que permitem validar uma ação terapêutica ou preventiva posterior.

Ou seja, um rastreio que analise mais patologias não é necessariamente melhor, se não existir possibilidade de se oferecer um tratamento ao doente para essas mesmas patologias adicionais. 

“Esta análise está especialmente indicada para casais com algum grau de consanguinidade”, refere a especialista.

A estes juntam-se ainda os casais cuja origem étnica favoreça o risco para serem portadores de algum tipo das doenças incluídas no painel ou casais com antecedentes de perdas fetais recorrentes ou de mortes fetais e neonatais sem explicação.

Importante é também o facto de ser aconselhado para casais que vão recorrer à doação de gâmetas para selecionar um dador mais adequado e/ou que vão iniciar um plano de procriação medicamente assistida (PMA), número que tem vindo a aumentar em Portugal.

De facto, nos últimos anos, cerca de 3% das crianças portuguesas nasceram com recurso a técnicas de PMA, o que torna esta análise cada vez mais pertinente. No entanto, pode também ser realizada por qualquer casal que pretenda formar ou ampliar a família, ou por pessoas individuais que desejem conhecer se são portadores.

Quer saber qual a melhor dieta para si? Os genes têm a resposta

Por Nutrição & Fitness

É verdade que o verão ainda parece distante, que o sol não convida, nem pouco mais ou menos, a idas a banhos. Mas para as que começam cedo a pensar em como vão caber naquele biquíni guardado na gaveta, a guerra das dietas já começou. O que comer? Quanto comer? Qual a melhor dieta? Estas são algumas das questão que se repetem, ano após ano. A resposta é agora dada pela genética.

Cada um tem um perfil genético único, o que significa que tem necessidades nutricionais que lhes são exclusivas. Por isso, a dieta que funciona para uns, nem sempre tem os mesmos resultados para todos.

E é por isso também que um plano alimentar baseado na genética é duas a três vezes mais eficaz do que um plano convencional. É aqui que entra a nutrigenética, que se apresenta como a solução que adapta os estilos de vida à genética de cada um.

“A grande maioria das pessoas tem uma ideia generalizada do que significa ter uma alimentação saudável: redução de hidratos de carbono, ingestão de carnes brancas, leguminosas e frutas, e prática de exercício físico regular. Mas, nesta equação, falta um fator indissociável, que é o nosso perfil genético”, explica Carla Guilhas, especialista em Medicina Preventiva Personalizada da SYNLAB.

“Os genes podem ser comparados a uma impressão digital: são únicos em cada pessoa e, por isso, definem as nossas características individuais. Características essas que podem ser a explicação para o facto de, por exemplo, fazermos diariamente um certo tipo de desporto e alimentação que consideramos que são os mais recomendados na perda de peso e depois não vemos resultados.”

A culpa pode ser, pelo menos em parte, da genética. “A notícia ainda melhor é que isso não é motivo para desistir. Conhecendo o seu perfil genético, obtém os resultados pretendidos com mais facilidade. A nutrigenética é a base da nutrição personalizada: permite conhecer as necessidades do organismo e elaborar um plano alimentar personalizado para suprir essas mesmas necessidades,” acrescenta.

O que ‘diz’ a genética

Mas não é apenas na alimentação e no desporto que a genética tem influência. Através de estudos de nutrigenética de prevenção é possível descobrir qual a eficácia do metabolismo da gordura, do açúcar, da cafeína, do álcool e da lactose (fatores importantes na perda de peso), identificar o risco de lesões e obter informação sobre a predisposição para determinado tipo de doenças (como a obesidade), tendências (consumo de açúcares e envelhecimento) ou dependências (álcool e nicotina).