benefícios de ter um a animal de estimação

Ter um animal de estimação melhora a saúde. Saiba como

Por Bem-estar

Mais de metade da população mundial tem um animal de estimação, com os cães e gatos a destacarem-se na lista dos preferidos. E os benefícios para a saúde dos seus donos são hoje comprovados por inúmeros estudos. Em vésperas do Dia Internacional do Cão, que se celebra a 26 de agosto, a APIFVET relembra seis benefícios de ter a companhia de um amigo de quatro patas.

Em Portugal, estima-se que existam cerca de 6,2 milhões de animais, entre os quais 36% cães e 22% gatos, em mais de dois milhões de lares portugueses.

Para quem tem a sorte de ter um animal de estimação, a ciência já comprovou que sofrem menos de pressão arterial, têm melhores níveis de colesterol e menos alergias.

Mas há mais. Existem evidências de que a convivência com um animal de estimação no primeiro ano de vida de uma criança tem a capacidade de a proteger de futuras alergias.

Na vida adulta, o animal de estimação ajudam os seus donos a combater o stress e a ansiedade. Na verdade, são vários os estudos que comprovam que os donos de cães têm uma menor probabilidade de vir a sofrer de depressões e doenças cardíacas, estas últimas a primeira causa de morte em todo o mundo.

Animal de estimação ajuda a combater a solidão

Os amigos de quatro patas ajudam ainda a combater a solidão dos mais idosos – sabe-se mesmo que 95% destes fala com os seus animais.

No que diz respeito aos cães, estes ajudam os seus donos a serem mais ativos, com os passeios obrigatórios, que além das caminhadas, envolvem normalmente um tempo reservado para brincadeiras. Mais ainda, o animal de estimação é “facilitadores sociais”, ou seja, ajudam os seus donos a criar laços com outras pessoas.

Contudo, assegurar o bem-estar do animal é uma responsabilidade dos donos. Entre os cuidados essenciais estão uma boa higiene, as visitas regulares ao médico veterinário e uma alimentação adequada, que permita um peso saudável do animal.

bebés

16% dos bebés portugueses não são amamentados na primeira hora de vida

Por Saúde Infantil

É considerado um dos mais importantes alicerces para uma boa saúde ao longo da vida das crianças e das mães, tendo os recém-nascidos que são amamentados na primeira hora benefícios insubstituíveis. Ainda assim, em Portugal, cerca de 16% dos bebés não são amamentados durante a primeira hora após o nascimento, percentagem que baixa para 13,9% nos hospitais e maternidades amigos dos bebés.

Até à próxima sexta-feira, dia 5 de outubro, celebra-se a Semana do Aleitamento Materno, que continua a encontrar alguns desafios colocados pelas desigualdades, crises e pobreza.

78 milhões não recebem leite materno quando nascem

De acordo com os dados globais, estima-se que três em cada cinco bebés, ou seja, 78 milhões, não são amamentados na primeira hora de vida, o que os coloca em maior risco de morte e doença e os deixa menos aptos a serem amamentados mais tarde.

Os números integram o relatório «Capture the moment», publicado pela UNICEF e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em agosto, que revela que a grande maioria destes bebés nasce em países de baixo e médio rendimento.

Mais medidas de apoio à amamentação

Por cá, a Comissão Nacional Iniciativa Amiga dos Bebés (CNIAB)/UNICEF que mais e apela aos governos, setor privado e sociedade civil para que sejam implementadas várias medidas de apoio aos recém-nascidos.

Entre estas contam-se o aumento do financiamento e a consciencialização para elevar as taxas de amamentação desde o nascimento até os dois anos de idade (amamentação em exclusivo até aos 6 meses e conjuntamente com a alimentação complementar até aos 2 anos, preferencialmente) e o estabelecimento de medidas legais sólidas que regulamentem a comercialização de substitutos do leite materno, assim como de biberons e tetinas.

Pedem ainda que se promulgue uma licença familiar remunerada e que se implementem políticas de amamentação no local de trabalho, incluindo intervalos remunerados para amamentar e que se instituam os dez passos para o sucesso do aleitamento materno em hospitais e maternidades.

A estas medidas junta-se o fornecimento de leite materno para recém-nascidos doentes, assim como a garantia de que as mães recebem aconselhamento especializado em amamentação nas unidades de saúde e, em especial, durante a primeira semana após o parto.

Fortalecer a relação entre as unidades de saúde e as comunidades que servem, para que as mães possam ter apoio contínuo durante a amamentação e melhorar os sistemas de monitorização destinados a supervisionar as melhorias nas políticas, programas e práticas de amamentação são outros dos apelos deixados.