melhor exercício para a saúde mental

E o melhor exercício para a saúde mental é…

Por | Bem-estar

Zumba, ginástica ou ciclismo: qual destes exercícios é o melhor para a saúde mental? A resposta é dada por um novo estudo, que confirma: no exercitar é que está o ganho.

De acordo com a ciência, a prática de exercício físico está associada à redução do risco de mortalidade por todas as causas, sejam estas doença cardiovascular, AVC ou diabetes.

O impacto de uma vida fisicamente mais ativa na saúde mental é também conhecido, ainda que menos estudado. E é sobre ele que se debruça um trabalho realizado nos EUA e publicado na revista Lancet Psychiatry, que examina a relação entre o exercício do corpo e a mente e avalia o impacto do tipo de exercício, frequência, duração e intensidade do mesmo.

Vai uma voltinha de bicicleta?

Mas afinal, qual é então o melhor exercício, mentalmente falando? As aulas de grupo ocupam o primeiro lugar da lista, com os especialistas a destacarem, por exemplo, as aulas de zumba, muito na moda, e que parece que não só nos põem a mexer, mas também nos melhoram a saúde mental.

Segue-se o ciclismo e as atividades aeróbicas e de ginástica. Quanto à duração, o melhor para a cabeça são mesmo as atividades com 45 minutos, realizadas três a cinco vezes por semana.

No entanto, todos os tipos de exercícios foram associados a uma maior saúde mental, quando se comparou aqueles que fazem exercício e os restantes. 

malefícios do casamento

Um mau casamento pode fazer tão mal à saúde como o tabaco ou o álcool

Por | Bem-estar

São vários os estudos que o garantem: o casamento faz bem à saúde. Agora, há um novo trabalho que revela que se uma boa relação nos faz viver mais, uma má tem o efeito contrário, podendo ter efeitos piores que o tabaco ou excesso de álcool.

E os maridos parecem ser mais afetados que as mulheres, garantem os investigadores das universidades do Nevada e Michigan, nos EUA, que acompanharam 373 casais heterossexuais nos primeiros 16 anos de casamento, para avaliar a existência de conflitos em relação a temas como os filhos, dinheiro, sogros ou hobbies.

Depois, foi a vez de perceber se estes tinham ou não impacto na saúde. E a resposta é positiva. De acordo com os resultados, os conflitos conjugais têm reflexos negativos na saúde tanto de maridos como de mulheres, embora os homens sejam os mais prejudicados.

O efeito físico dos conflitos

Há muito que a ciência olha para os casamentos, procurando neles uma fonte de saúde. E confirmou que, de facto, estar casado pode melhorar a saúde, sobretudos das pessoas que sofrem de hipertensão, colesterol elevado e diabetes.

Há também evidência de que as pessoas casadas consultam um médico mais cedo do que as solteiras, com impacto positivo nas taxas de sobrevivência.

Mas quando nem tudo são rosas, então parece que vale mais estar solteiro. E tem tudo a ver com a resposta do organismo, em forma de inflamação, alterações no apetite e aumento da libertação da hormona do stress.

“Viver um grande conflito num relacionamento é muito prejudicial à saúde, assim como são outros comportamentos negativos, como fumar e beber”, explica Rosie Shrout, uma das autoras do estudo.