rastreios gratuitos no HCV

Rastreios gratuitos à obesidade no Hospital Cruz Vermelha

Por Marque na Agenda

A dias do Dia Mundial da Obesidade, que se assinala a 11 de outubro, e num momento em que o excesso de peso e obesidade atingem cerca de 60% da população portuguesa, o Hospital Cruz Vermelha (HCV) anuncia que foi reconhecido como Centro de Tratamento Cirúrgico de Obesidade pela Direção-Geral de Saúde. Para assinalar este momento, o HCV promove uma ação de sensibilização com rastreios gratuitos ao controlo de peso, em que todos são convidados a saber seu risco de doença metabólica.

A iniciativa realiza-se nos próximos dias 10 e 11, nas instalações do HCV, em Benfica.

Rodrigo Oliveira, coordenador do departamento de Cirurgia Bariátrica e Metabólica do HCV, reforça que o reconhecimento de centro multidisciplinar de tratamento da obesidade acontece “porque dispomos de infraestruturas físicas, recursos técnicos e humanos capazes de proporcionar uma resposta eficaz ao nível de avaliação, tratamento e acompanhamento completo de casos graves de obesidade”.

De acordo com o especialista, “a nível de recursos humanos, o centro é composto por cirurgião geral e do aparelho digestivo, anestesistas, enfermeiros, endocrinologistas, nutricionistas, psicólogos, e outras tantas especialidades como pneumologia, cardiologia, psiquiatria ou cirurgia plástica quando o caso se justifica”.

O coordenador acrescenta ainda que a ideia de realizar os rastreios gratuitos resulta do facto de “uma das primeiras formas de inverter os elevados números de obesidade em Portugal é dar importância do correto diagnóstico e tratamento da doença. Não tenho dúvidas que esse é o primeiro passo para o tratamento adequado e que esse passo pode ser dado aqui no HCV”.

Excesso de peso afeta mais de metade dos portugueses

Em Portugal, segundo os dados da Direção-Geral da Saúde, 57% da população adulta sofre de excesso de peso, um flagelo que afeta 30,7% das crianças, com 11,7% a sofrerem de obesidade.

Contas feitas, 5,9 milhões de portugueses têm excesso de peso, um problema que é mais significativo junto dos indivíduos menos escolarizados.

rastreios à anemia

Rastreios gratuitos para a anemia e deficiência de ferro em Cascais

Por Marque na Agenda

Um em cada cinco portugueses adultos tem anemia. Os dados fazem parte do único estudo nacional sobre o tema, que acrescenta a este outro dados preocupante: a maioria (84%) não está diagnosticada. O rastreio é uma das formas de conhecer o problema, como aquele que se vai realizar em Cascais, nos dias 30 e 31 de março. 

Segundo o estudo EMPIRE, realizado pelo Anemia Working Group Portugal, a prevalência da anemia é elevada no nosso país, chegando aos 20%, valor superior à estimativa de 15% da Organização Mundial de Saúde. 

Para fazer o diagnóstico da anemia, recorrem-se a análises de sangue, algo que costuma ser feito de forma tardia, uma vez que a anemia é frequentemente confundida com a fadiga numa fase inicial e tem um desenvolvimento lento, podendo passar diversos meses até que as reservas de ferro do organismo sejam esgotadas.

Dois dias de rastreios

Para sensibilizar e cuidar da população, a SYNLAB vai realizar rastreios de anemia nos dias 30 e 31 de março, das 10h00 às 18h00, no Cascais Villa Shopping Center.

A participação é gratuita para todas as idades e os participantes podem ainda participar num sorteio e habilitar-se a ganhar um teste de intolerância alimentar A200 e a muitos brindes.

Deficiência de ferro na origem de metade dos casos

Ainda de acordo com o estudo EMPIRE, cerca de 52,7% de todos os casos de anemia são resultado de uma deficiência de ferro.

Quando esta se instala, significa que o ferro é insuficiente para dar resposta às necessidades do organismo, uma vez que este é essencial para o funcionamento saudável de todo o corpo, incluindo coração, músculos e glóbulos vermelhos, com impacto também ao nível da saúde mental.

De resto, a Organização Mundial da Saúde reconhece a existência de uma redução de 30% no rendimento do trabalho e do desempenho físico em homens e mulheres com deficiência de ferro.

Facebook no rastreio ao cancro

Podem os anúncios no Facebook ajudar a prevenir o cancro?

Por Cancro

Ou porque não é muito agradável, porque não apetece ou porque simplesmente pode ser feito mais tarde. Há sempre uma razão para adiar os rastreios ao cancro, o que acontece mesmo quando existe uma recomendação médica. Será que, aqui, o Facebook pode dar uma ajuda?

A questão foi colocada pelo Programa de Rastreios ao Cancro do Colorado, nos Estados Unidos, que há muito tem recorrido a diferentes formas de lembrar os doentes e de os estimular a fazer rastreios. E que decidiu experimentar uma coisa nova: “iniciar uma campanha de mensagens de texto para prevenção do cancro”, explica Andrea Dwyer, investigadora do Centro de Oncologia da Universidade do Colorado.

Para isso, foram criados spots de rádio, anúncios no Facebook e até mesmo panfletos impressos localmente, a encorajar as pessoas da comunidade a enviarem um SMS para um determinado número, para que passassem a receber informações e lembretes sobre os rastreios do cancro.

Adesão de quase 100% ao Facebook

A avaliação dos resultados não deixa dúvidas: embora a rádio e os panfletos não tivessem surtido o efeito desejado, já dos anúncios no Facebook não se pode dizer o mesmo.

“O Facebook foi um bom mecanismo. O envolvimento foi grande e aqueles que visualizaram os anúncios clicaram na página de inscrição, uma clara indicação de intenção”, refere a investigadora.

Ao todo, 96% dos participantes que enviaram mensagens de texto para se inscreverem permaneceram inscritos para receberem todas as informações e lembretes planeados.

O que leva os especialistas a olhar para as redes sociais, e especificamente o Facebook, como uma forma de alcançar aqueles que vivem em áreas onde a informação sobre a prevenção do cancro pode ser de mais difícil acesso.

Tecnicamente, continua sem se saber se a publicidade no Facebook pode prevenir o cancro, até porque não é possível quantificar o número de doentes que teriam desenvolvido cancro e que foram detetados precocemente devido a este programa.

No entanto, o estudo confirma que novas estratégias de comunicação podem ser uma forma eficaz de alcançar populações às quais é mais difícil levar informações e estratégias para a prevenção do cancro.

rastreios à anemia

Rastreios gratuitos em todo o País para identificar anemia

Por Marque na Agenda

É a principal causa de anemia e atinge cerca de um em cada três portugueses adultos, ainda que muitos desconheçam o que é ou o quais as suas consequências. É para alertar para os riscos da deficiência de ferro e da sua consequências mais grave, a anemia, que o Anemia Working Group Portugal (AWGP) realiza rastreios gratuitos em todo o País.

Uma iniciativa que conta com o apoio do grupo Germano de Sousa, que vai ter lugar em todos os hospitais e clínicas CUF do País, aberta a toda a população e que visa sensibilizar para a necessidade de prevenção.

Informar a população sobre o que é a anemia e a deficiência de ferro, assim como, no caso de suspeita de um ou de ambos os problemas, esclarecer e aconselhar os portugueses, encaminhando-os para uma consulta com um especialista, é outro dos grandes objetivos.

Em Portugal, segundo os dados do estudo EMPIRE, um em cada cinco portugueses sofrem com anemia em algum momento da sua vida e 84% dos afetados não têm conhecimento da patologia. Ainda de acordo com os mesmos dados, apenas 2% dos inquiridos se encontravam a fazer tratamento no momento do inquérito.

“É essencial reforçar a sensibilização da população para este tema, uma vez que, por norma, se subvalorizam os sintomas, sobretudo o mais comum, a fadiga, associada a outras situações”, refere a propósito Robalo Nunes, presidente do AWGP.

Até porque, acrescenta, “a deficiência de ferro ou a anemia, quando não não são tratados, poderão ter implicações sérias na qualidade de vida do doente”.

Marque na agenda

Os rastreios vão estar disponíveis de Norte a Sul, nos hospitais e clínicas CUF do País. Esta quinta-feira, 13 de dezembro, vai ser possível realizá-los na CUF Almada. Segue-se, ainda esta semana, a CUF Viseu (14 de dezembro).

A CUF Coimbra (17 de dezembro), CUF Infante Santo (18 de dezembro), Instituto CUF Porto (19 de dezembro), CUF Descobertas (20 de dezembro) e Hospital CUF Porto (21 de dezembro) recebem os rastreios na próxima semana, seguindo-se, a 27 de dezembro, a CUF Torres Vedras e, no dia 28, a CUF Cascais.  

rastreios cardiovasculares

Cruz Vermelha promove rastreios cardiovasculares gratuitos

Por Marque na Agenda

É a falar que a gente se entende e é também a falar que se partilham informações importantes, sobretudo quando o tema é prevenção de doenças cardiovasculares. Por isso, nos dias 29 e 30 de novembro, a conversa vai ser em forma de palestras, mas não estará sozinha. Desta vai partir-se para a ação, com a realização de rastreios gratuitos para toda a população.

A iniciativa é da Cruz Vermelha Portuguesa, com a coordenação do Hospital da Cruz Vermelha (HCV), e realiza-se na delegação da Cruz Vermelha da Costa do Estoril. Aqui, será explicado, por exemplo, como deve cuidar do seu coração ou esclarecido porque é que a idade das suas artérias é tão importante.

Das 09h00 às 17h00, seguem-se os rastreios cardiovasculares gratuitos para toda a população.

Diagnóstico precoce pode ajudar a salvar vidas

As doenças cardiovasculares, como a doença isquémica cardíaca e as doenças cérebro vasculares, continuam a ser a principal causa de mortalidade e incapacidade em todo o mundo. Principalmente nos países ocidentais, como o nosso, e em grande parte devido à falta de prevenção e de ausência de uma avaliação antecipada às pessoas em risco.

Para que se possam detetar essas doenças ainda num estado inicial, e se possam também tratá-las com maior sucesso, a Cruz Vermelha Portuguesa realiza os rastreios, uma iniciativa que contará com a presença do presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras, do presidente da Cruz Vermelha, Francisco George, aos quais se juntam uma equipa multidisciplinar de profissionais de saúde do HCV.

Fernando Matias, médico cardiologista do HCV e responsável pelo Programa de Prevenção do Risco Cardiovascular, explica que “o grande objetivo da Cruz Vermelha e do HCV é que esta seja a primeira de muitas iniciativas para uma maior prevenção das doenças cardiovasculares em Portugal e, consequentemente, para a diminuição da taxa de mortalidade. Queremos que todos os indivíduos com risco cardiovascular sejam acompanhados corretamente, com uma avaliação antecipada, no terreno, para antecipar soluções efetivas”.

rastreios à perda auditiva

900 milhões em risco de perda auditiva até 2050

Por Bem-estar

Até 2050, 900 milhões de pessoas em todo o mundo deverão sofrer de perda auditiva incapacitante. Os números são da Organização Mundial de Saúde, que avança o envelhecimento e a permanente exposição a sons elevados como algumas das causas deste problema, que é evitável. Basta a prevenção, que tem faltado. E Portugal é disso exemplo. 

Por cá, segundo dados de um estudo recente da GAES – Centros Auditivos, 75% da população só procura um médico otorrinolaringologista quando existe um problema. O mesmo trabalho revela ainda que quase cinco em cada dez portugueses nunca fizeram uma avaliação, nem mesmo junto do médico de família.

É para ajudar a mudar estes números e a contrariar as estimativas que decorre, nos centros auditivos GAES, a campanha “Mais vale prevenir. E escutar”, uma ação de avaliação auditiva completa, totalmente gratuita.

Avaliação auditiva gratuita até 31 de outubro

“A perda de sensibilidade auditiva afeta gravemente a qualidade de vida podendo levar, inclusivamente, ao isolamento por iniciativa da pessoa, pela dificuldade de comunicação”, explica Dulce Martins Paiva, Diretora-Geral da GAES.

Importa, por isso, apostar na prevenção e é precisamente com este objetivo que a GAES promove, até 31 de outubro, a campanha de deteção precoce da perda auditiva. “É fundamental insistir na importância da realização de avaliações auditivas periódicas para reduzir o impacto da perda auditiva na saúde e na qualidade de vida das pessoas.”

Festa da Saúde da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna

Festa celebra a saúde com rastreios, debates e muita animação

Por Marque na Agenda

Melhor alimentação, exercício e mais prevenção são os ingredientes para uma vida mais saudável. Ingredientes que vão estar em destaque na 2ª Festa da Saúde, uma iniciativa da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI), que este ano ruma ao Porto.

Em parceria com Câmara Municipal do Porto, integra-se num evento da Invicta, o Cidade+, que vai ter lugar nos Jardins do Palácio de Cristal, nos dias 7 e 8 de julho (sábado e domingo), das 10h00 às 19h00, com entrada gratuita.

“Esta é a primeira aposta pública da SPMI em relação ao tema da prevenção da doença e promoção da saúde, num contacto direto com a população”, refere João Araújo Correia, presidente da SPMI.

“É uma festa, uma grande festa, em que o internista sai para rua e vai junto da população, disponibilizando-se para responder a todas as questões e realizando vários rastreios.”

Esperadas mais de 15.000 pessoas na Festa da Saúde

Ao longo dos dois dias da Festa da Saúde são esperadas mais de 15.000 participantes, sobretudo famílias, que vão poder realizar rastreios à função respiratória, tensão arterial, Índice de Massa Corporal, visão, entre vários outros. Vão poder fazer ginástica e degustar um pequeno-almoço, almoço ou lanche saudáveis, com os ensinamentos do chef Fábio Bernardino, juntando o sabor à saúde.

Pode também assistir-se a conversas sobre temas de interesse, dando voz a especialistas de várias áreas, que vão falar sobre a forma como a cidade pode promover a saúde, a importância de adotar estilos de vida saudáveis e evitar os comportamentos de risco.

“Serão conversas despreocupadas, com uma linguagem de fácil entendimento por todos, sobre temas como ‘A cidade na saúde do indivíduo’, ‘Desporto, sexo e outras ousadias sem prazo de validade’ ou ainda ‘Perplexidades do nosso tempo: morremos por comer demais e temos doenças por excesso de limpeza’”, refere o especialista.

Uma grande aposta da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna

Porque é grande a oferta e para que os visitantes não se ‘percam’, será oferecido o Passaporte da Saúde, um documento onde todos vão poder recolher carimbos nas bancas por onde vão passando, chegando ao fim com um verdadeiro “atestado de saúde”.

Inserida na iniciativa CIDADE+, um evento anual, gratuito, que celebra a sustentabilidade e o ambiente, a Festa da Saúde é um evento igualmente gratuito e pretende ser um meio de informação e de motivação à adoção de hábitos de vida saudável.

Até porque a prevenção continua a ser o melhor remédio. “Sempre foi uma aposta muito mais rentável e é muito mais simpático evitar a doença do que tê-la”, explica o presidente da SPMI.

“Estamos a viver mais tempo e ainda bem que assim é, mas temos que conseguir vencer a batalha de viver mais e com melhor saúde. Porque se é um facto que vivemos os mesmos anos que os cidadãos de outros países europeus, é também verdade que vivemos muitos menos anos com saúde.”