asma

Excesso de medicação na asma pode ter consequências graves

Por Bem-estar

Respirar pode ser, para quem vive com asma, um verdadeiro problema. De ação involuntária passa a sacrifício que muitos procuram contrariar com recurso a medicação. Ao alívio imediato, o excesso de medicação junta outras consequências, que podem vir a ser muito graves. É para elas que se alerta neste Dia Mundial da Asma (5 de maio), que serve para reforçar a certeza de que a asma pode ser controlada.

Ler Mais

asma grave por controlar

“Grande parte dos doentes com asma grave não tem doença controlada”

Por Marque na Agenda

Serão cerca de 35 mil os portugueses que sofrem com asma grave. Pessoas que vivem todos os dias com o receio dos sintomas, receio de sair, de não poder fazer desporto, de não poder rir… Porque, como explica João Fonseca, imunoalergologista e investigador do CINTESIS, “a influência que a asma grave tem no dia-a-dia do doente é totalmente diferente da asma ligeira ou moderada”. Mais ainda ao ter em conta “que grande parte dos doentes com asma grave não tem a doença controlada”.

Ler Mais

Uso regular de produtos de limpeza faz tão mal como o tabaco

Por Atualidade

A exposição regular aos produtos de limpeza pode ter efeitos na função respiratória, causando o seu declínio, revela um novo estudo realizado na Noruega. Um impacto que é semelhante ao de fumar um maço de cigarros por dia, ao longo de 20 anos.

O trabalho, publicado na revista American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine, foi realizado junto de mais de 6.200 pessoas, metade das quais mulheres na casa dos 35 anos. Incluídas no European Community Respiratory Health Survey, foram submetidas a vários testes à sua função pulmonar em 22 centros de nove países europeus e responderam a três questionários ao longo de 20 anos.

Testes e respostas que servem para concluir que quem usa sprays de limpeza ou outros produtos do género pelo menos uma vez por semana apresenta um declínio mais acentuado da função respiratória que os que não tinham por hábito recorrer a estes produtos.

“Apesar dos efeitos de curto prazo dos químicos para limpeza na asma estarem cada vez mais bem documentados, falta informação sobre o impacto de longo prazo”, referiu a propósito Cecile Svanes, professor na Universidade de Bergen, na Noruega e um dos principais autores do estudo.

Para os investigadores, é necessário prosseguir os trabalhos para determinar quais os agentes químicos responsáveis por estes resultados. Mas para já fica o conselho: uma esponja e água são as melhores alternativas de limpeza.