epilepsia na saúde oral

Os riscos da epilepsia para a saúde oral

Por Saúde Oral

Em Portugal, cerca de 50 mil pessoas sofrem de epilepsia, a doença neurológica mais comum no mundo. Um problema que, explica João Braga, médico dentista do grupo Best Quality Dental Centers (BQDC), tem consequências a nível oral, não só devido “aos efeitos secundários da medicação efetuada para tratamento e prevenção de crises”, mas também resultante dos “acidentes que podem ocorrer durante uma convulsão”. 

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cuidados com a higiene oral nas férias

Vai de férias? Tenha atenção à sua higiene oral

Por Saúde Oral

Quem ainda não está de férias, é provável que venha a estar em breve, ou não fosse esta a época do tão aguardado descanso que permite “desligar” do ano de trabalho. As rotinas, os horários e os hábitos alimentares são muitas vezes alterados, mas os cuidados com a higiene oral não devem ter férias. Este é o alerta dado por Luís Pedro Ferreira, médico dentista da Associação Best Quality Dental Centers (BQDC).

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saúde oral

Vai de férias? A saúde oral não pode ser descurada

Por Saúde Oral

As férias estão a chegar, o que significa, para muitas famílias, o tão merecido descanso, que permite ‘desligar’ do ano de trabalho. As rotinas, os horários e os hábitos alimentares são muitas vezes alterados, mas os cuidados com a saúde oral devem ser mantidos, à semelhança do que acontece durante o ano. Um alerta de Luís Pedro Ferreira, médico dentista da Associação Best Quality Dental Centers (BQDC).

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medicina dentária em destaque

BQDC reúne dezenas de especialistas de medicina dentária

Por Marque na Agenda

A Associação Best Quality Dental Centers (BQDC), presente em Portugal desde 2018, vai reunir, pela primeira vez, na Clínica Ortopóvoa – Póvoa de Varzim -, no próximo dia 05 de julho, dezenas de especialistas nacionais de medicina dentária para apresentação e discussão das melhores práticas nesta área.

Um encontro científico onde se pretendem partilhar experiências no âmbito da gestão empresarial e inovações clínicas tecnológicas e onde, a par do debate de assuntos da BQDC, serão ainda apresentados casos clínicos interdisciplinares de sucesso tratados na Ortopóvoa, uma clínica dentária especializada em ortodontia e em reabilitação orofacial.

Medicina dentária em destaque

Fundada oficialmente em 2012, a associação BQDC atua em Portugal desde o início de 2018, sendo composta por 11 clínicas que congregam um vasto número de destacados profissionais que partilham de princípios nucleares: qualidade, ética, aposta na formação, inovação e promoção dos melhores tratamentos e cuidados de saúde oral. O principal objetivo da BQDC é melhorar os tratamentos dentários praticados em Portugal.

Neste encontro estarão presentes as 11 as clínicas portuguesas que integram o grupo: Instituto Português de Medicina Dentária (Aveiro); Dentistoral Médica Lda (Coimbra); Regiclínica – Clínica de Medicina Dentária (Braga); Remiclínica – Clínica Médica e Dentária (Fátima); Clínica Médica e Dentária das Abadias (Figueira Da Foz); CEPI – Centro de Estética, Periontología e Implantes (Porto); Instituto de Implantologia (Lisboa); Clínica Alcoforado (Lisboa); Ortopóvoa – Clínica de Ortodontia e Reabilitação Orofacial Lda (Póvoa Do Varzim); Centro Dentário Pediátrico (Porto); Dentereal – Clínica Dentária (Vila Real).

problemas na boca para fumadores

Fumadores correm elevado risco de cancro da boca e da faringe

Por Bem-estar

Composto por mais de 4.000 substâncias, das quais algumas com efeitos tóxicos, potencial cancerígeno e efeito de dependência, o tabaco é perigoso para a saúde, risco cada vez mais evidente para a sociedade, pelo menos no que diz respeito aos pulmões. Mas as consequências dos hábitos tabágicos nos fumadores não se ficam por aqui. Os problemas são vários também ao nível da saúde oral, ainda são desconhecidas pela sociedade portuguesa, incluindo o cancro da boca e da faringe, alerta Gil Alcoforado, médico dentista.

No âmbito do Dia Mundial Sem Tabaco, que se assinala a 31 de maio, o especialista do Best Quality Dental Centers (BQDC) confirma que são vários os estudos que fundamentam uma forte relação entre os hábitos tabágicos e desenvolvimento de problemas orais.

“Para além do cancro da boca e da faringe, o tabaco também causa outros tipos de problemas: desde simples pigmentação na boca (dentes, língua e gengivas), halitose, passando pelas doenças gengivais e, consequentemente, perda de dentes e implantes”, afirma.

Mas há mais. “O tabaco diminui ainda as respostas do sistema imunitário contra as infecções orais, levando a um comprometimento da cicatrização, o que aumenta consideravelmente o risco de complicações após qualquer tipo de cirurgia oral, como é o caso das extrações de dentes.”

“Os fumadores apresentam geralmente maiores níveis de placa bacteriana. Além disso, fumar durante a gravidez aumenta o risco de defeitos congénitos para o bebé, que se podem manifestar a nível oral, como por exemplo a fenda palatina ou o lábio leporino.”

O melhor mesmo é… deixar de fumar

Quando questionado sobre a recente polémica dos malefícios do tabaco aquecido, que tem sido bastante falada ultimamente, o médico dentista responde que, “embora ainda não existam evidências quanto ao menor prejuízo do tabaco aquecido quando comparado com o tradicional, sabe-se que a melhor forma de reduzir os riscos para a saúde humana, incluindo saúde oral, passa pela prevenção da iniciação de qualquer forma de consumo”.

Deixar de fumar, com apoio médico, é a única forma de prevenção destas doenças orais e, segundo dados de estatística internacional, a taxa de cessação tabágica sobe entre 15 a 20% quando os profissionais de saúde oral incentivam e ajudam os seus pacientes.

Segundo o médico dentista, “cabe à nossa classe médica a identificação de pacientes fumadores nas consultas de rotina, algo simples e evidente devido às marcas que o tabaco produz na cavidade oral para além da halitose própria dos fumadores. Devemos sempre alertar para os problemas orais deste nível acima descritos”.

Em Portugal, um em cada cinco cidadãos com idade superior a 15 anos é fumador e, segundo o relatório de 2017 da Direcção Geral de Saúde, no ano anterior morreu uma pessoa a cada 50 minutos por doenças relacionadas com o tabaco, totalizando mais de 11.800 portugueses por ano.

Este número representa 10,6% do total de mortes em Portugal. Ainda assim, termina Gil Alcoforado, “a média de portugueses fumadores inferior à média europeia, o que revela que Portugal está a seguir o caminho certo na luta contra o tabaco. Ainda assim, os esforços para combater este hábito devem ser reforçados para além de um aumento do empenhamento dos profissionais de saúde oral em reduzir estes números”.

saúde oral na gravidez

Falta de cuidados de saúde oral na gravidez pode afetar o bebé

Por Bem-estar

Gengivites (inflamação das gengivas) e periodontites (inflamação dos tecidos duros e moles que envolvem os dentes) são alguns dos problemas de saúde oral na gravidez que podem levar mesmo a que o bebé nasça prematuro ou com baixo peso.

O alerta é feito por João Braga, médico dentista do grupo Best Quality Dental Centers (BQDC), que reforça a importância de um cuidado redobrado com a saúde oral das grávidas.

“A principal causa da gengivite (inflamação das gengivas) na gravidez é a existência de placa bacteriana, e não a alteração hormonal como se pensa popularmente”, explica o médico.

“A gengivite, se não for tratada, pode evoluir para uma periodontite que, por sua vez, pode provocar a perda dentária”, acrescenta, chamando ainda a atenção para o aumento da sensibilidade dentária nesta fase da vida da mulher.

E isto porque “a cavidade oral é mais exposta ao ácido gástrico, devido ao aumento da possibilidade de refluxo gastroesofágico e vómitos. A presença dos sucos gástricos na boca (ácidos) potência a erosão do esmalte dentário e, consequentemente, favorece o aparecimento da cárie dentária”.

Gestos simples, mas que fazem a diferença

Os cuidados de saúde oral na gravidez são essenciais. E nem são assim tão exigentes. João Braga dá alguns conselhos importantes a este nível, como “consultar o médico dentista (antes de engravidar e durante a gravidez) para um diagnóstico e tratamento completo, escovar os dentes no mínimo duas vezes por dia durante, pelo menos, dois minutos, usar o fio dentário, fazer uma dieta equilibrada e (no pós parto) evitar a partilha da colher com o bebé para que não haja transmissão de bactérias”.

O especialista aproveita ainda para descansar as mulheres que se encontram a “fazer algum tratamento médico-dentário, mesmo com anestesia”. Para estas, garante, não há “nada que temer. É apenas aconselhado que não faça radiografias sem a devida proteção do abdómen e, no primeiro trimestre, devem-se evitar procedimentos demasiado invasivos”.

“A melhor atitude é sempre a prevenção e o diagnóstico precoce para evitar males maiores e de mais difícil resolução.”