deficiência de ferro

50% dos doentes com insuficiência cardíaca têm deficiência de ferro

Por Bem-estar

Metade dos doentes com insuficiência cardíaca, uma doença crónica do foro cardiovascular que ocorre quando o coração não é capaz de bombear sangue em quantidade suficiente para cumprir as necessidades do corpo, apresenta deficiência de ferro, uma situação que agrava a capacidade funcional destes doentes, já que contribui para um maior cansaço, menos tolerância ao esforço, menos energia e menor capacidade para fazer as atividades diárias.

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anemia na gravidez

Especialistas nacionais recomendam rastreio universal da anemia às grávidas

Por País

Reconhecida como um problema global de saúde pública, a anemia afeta cerca de um quarto da população mundial, entre os quais muitas grávidas. Uma situação que levou a Sociedade Portuguesa de Obstetrícia e Medicina Materno-Fetal (SPOMMF) a recomendar que se passe a fazer o rastreio deste problema de saúde e da ferropenia, ou seja, da deficiência de ferro, a todas as grávidas.

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blog O Rosto da Anemia

Novo blog sobre anemia quer sensibilizar e informar sobre o problema

Por Marque na Agenda

“O que é a anemia, quais os seus sintomas, como pode ser prevenida e tratada, quais as implicações na vida de quem dela sofre, de que forma está associada a uma deficiência de ferro…” Estas são algumas das questões que vão estar em destaque num novo blog, ‘O Rosto da Anemia’, que se define como “um ponto de encontro para quem tem dúvidas sobre o tema, quer saber mais ou simplesmente deseja partilhar como é viver” com este problema.

Considerada um problema de saúde pública, a anemia afeta um em cada cinco portugueses em algum momento da sua vida. As contas são do estudo EMPIRE, o único realizado junto da população portuguesa, que traça, por cá, o cenário da prevalência deste problema e da deficiência de ferro, que é a principal causa de anemia.

É este estudo que confirma ainda que, apesar de ser um problema debilitante, a maioria (84%) dos afetados não sabe que a tem. São estes dados, assim como o impacto sentido por quem sofre da doença, que reforçam a importância da informação e da sensibilização, trabalho que se pretende desenvolver com ‘O Rosto da Anemia‘.

A partilha de testemunhos é outro dos objetivos deste blog que, tendo em conta que a anemia tem rosto “e este pode ser o de cada um de nós”, convida os portugueses a contarem a sua história e dar o seu testemunho sobre um problema de saúde que, apesar de significativo, não precisa de ser uma inevitabilidade.

Os sintomas da anemia

Cansaço, fadiga, falta de concentração, irritação quase constante, falhas na memória. Os sintomas são vários, mas tendo em conta o facto de serem pouco específicos, tendem a ser desvalorizados ou associados a outros problemas.

Por diagnosticar fica então a anemia, resultante de uma redução de glóbulos vermelhos no sangue, que se faz acompanhar por um impacto significativo na população nacional. 

anemia nas crianças

Falta de ferro é principal causa de anemia nas crianças

Por Saúde Infantil

O EMPIRE, estudo nacional sobre prevalência da anemia e da deficiência de ferro na população portuguesa, confirma que a anemia é um problema de saúde pública entre os adultos, afetando uma em cada cinco pessoas em algum momento da sua vida. E nas crianças? Estão também estas em risco? Lino Rosado, pediatra, confirma que sim. E reforça que “a principal causa de anemia na criança é a por falta de ferro, sendo a anemia o último estadio dessa mesma deficiência”.

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deficiência de ferro nas doenças cardiovasculares

Deficiência de ferro associada às doenças cardiovasculares

Por Investigação & Inovação

É o distúrbio nutricional mais comum no mundo, com uma prevalência particularmente alta em pessoas com doenças cardiovasculares. Isto porque, sabe-se agora, a deficiência de ferro afeta também os vasos sanguíneos. 

A garantia é dada por um novo artigo, publicado por especialistas da Universidade de Oxford, que descreve a forma como a falta de ferro afeta os vasos sanguíneos, sobretudo os do pulmão.

Há algum tempo que se sabe que a deficiência de ferro, também conhecida como ferropénia, predispõe à hipertensão arterial pulmonar (HAP), problema onde os vasos sanguíneos dos pulmões são restritos e remodelados, pressionando o lado direito do coração.

Uma situação que se pensava ser causada por anemia, que teria a ferropénia como mecanismo subjacente. Ou seja, a única atenção dada à deficiência de ferro no cenário clínico tem sido, pelo menos até agora, no contexto da correção da anemia.

No entanto, os especialistas envolvidos neste trabalho mostraram que a deficiência de ferro dentro dos tecidos, como o coração, é suficiente para causar doença mesmo na ausência de anemia. Ou seja, Lakhal-Littleton, investigadora da Universidade de Oxford, e a sua equipa conseguiram provar que a deficiência de ferro está, de facto, associada, e de forma isolada, às doenças cardíacas.

Uma investigação que, garante Lakhal-Littleton tem, por isso mesmo, “o potencial de alterar a forma como os doentes com hipertensão arterial pulmonar são tratados”, justificando a administração de ferro, “mesmo quando estes não são anémicos, uma vez que o alvo deixou de ser a anemia, mas a ferropénia dentro dos tecidos”.

insuficiência cardíaca grave

Cerca de 50% dos doentes com insuficiência cardíaca grave têm anemia

Por País

O estudo EMPIRE já comprovou que a prevalência da anemia na população portuguesa adulta é muito maior do que a Organização Mundial de Saúde previa. Ou seja, a prevalência estimada de 15% é, na realidade de 20.4%, constituindo, por isso, um problema de saúde pública. Aqui, juntam-se outras preocupações, que têm a ver com a insuficiência cardíaca. É que, em cerca de metade dos casos, a anemia resulta de uma deficiência de ferro, que é uma comorbilidade frequente nos doentes com insuficiência cardíaca crónica.

Contas feitas, cerca de 50% dos doentes com insuficiência cardíaca grave têm anemia e muitos têm ferropenia, mesmo na ausência de anemia, alerta o Anemia Working Group Portugal (AWGP), no âmbito do mês de maio, mês do coração.

É importante, por isso, que a população em geral, profissionais de saúde e decisores políticos estejam sensibilizados para esta questão.

Corrigir a anemia com ganhos no prognóstico da insuficiência cardíaca grave

Quando está presente, a anemia agrava o prognóstico da insuficiência cardíaca. Mas, mais importante que a anemia, é a deficiência de ferro, quer esta se faça acompanhar por anemia quer não.

Cândida Fonseca, cardiologista e membro do AWGP, confirma que “nos esquecemos muitas vezes de corrigir a anemia e a mais forte razão, a ferropenia, nestes doentes”.

No entanto, a investigação demonstrou que, quando se corrige a ferropenia e a anemia em doentes com insuficiência cardíaca, há ganhos no prognóstico: a qualidade de vida melhora significativamente e a taxa de internamentos diminui.

Para o doente, “o diagnóstico atempado e a correção da anemia e da ferropénia representam uma mais-valia, pelo que é imprescindível fazer o rastreio sistemático destas situações aquando do primeiro diagnóstico de insuficiência cardíaca”.

portugueses com anemia

Um em cada cinco portugueses adultos tem anemia

Por País

É um problema de saúde pública que, segundo o estudo EMPIRE, afeta um em cada cinco portuguese adultos. Em vésperas do Dia Mundial da Saúde, que se assinala no próximo domingo (07 de abril), o Anemia Working Group Portugal (AWGP) alerta para a anemia, confirmando que a maioria das pessoas não está diagnosticada.

A estes números junta-se outro: mais de 50% de todos os casos de anemia são provocados por défice de ferro, um nutriente essencial para o organismo, para a saúde física e mental e para manter os níveis de energia adequados à actividade.

A deficiência de ferro pode provocar vários sintomas, como fadiga, tonturas, falta de ar, maior suscetibilidade para infeções, aftas, dores de cabeça, queda de cabelo, intolerância ao frio, etc.

A anemia causada por deficiência de ferro tem um impacto significativo na saúde, aumentando o risco de morbilidade e mortalidade por agravamento de outras doenças subjacentes. Os doentes com anemia apresentam sintomas de fadiga e têm uma qualidade de vida reduzida quando comparados com doentes não-anémicos, tendo um impacto negativo na sua produtividade.

Para Robalo Nunes, presidente do AWGP, “é essencial sensibilizar a população para este tema, pois normalmente subvalorizam um dos sintomas mais comuns – a fadiga – associando-o a outras situações. No entanto, a deficiência de ferro ou a anemia, quando não é tratada, podem ter implicações sérias na qualidade de vida do doente”.

Perante o diagnóstico o tratamento depende do que é mais adequado a cada situação e a cada doente.

rastreios à anemia

Rastreios gratuitos para a anemia e deficiência de ferro em Cascais

Por Marque na Agenda

Um em cada cinco portugueses adultos tem anemia. Os dados fazem parte do único estudo nacional sobre o tema, que acrescenta a este outro dados preocupante: a maioria (84%) não está diagnosticada. O rastreio é uma das formas de conhecer o problema, como aquele que se vai realizar em Cascais, nos dias 30 e 31 de março. 

Segundo o estudo EMPIRE, realizado pelo Anemia Working Group Portugal, a prevalência da anemia é elevada no nosso país, chegando aos 20%, valor superior à estimativa de 15% da Organização Mundial de Saúde. 

Para fazer o diagnóstico da anemia, recorrem-se a análises de sangue, algo que costuma ser feito de forma tardia, uma vez que a anemia é frequentemente confundida com a fadiga numa fase inicial e tem um desenvolvimento lento, podendo passar diversos meses até que as reservas de ferro do organismo sejam esgotadas.

Dois dias de rastreios

Para sensibilizar e cuidar da população, a SYNLAB vai realizar rastreios de anemia nos dias 30 e 31 de março, das 10h00 às 18h00, no Cascais Villa Shopping Center.

A participação é gratuita para todas as idades e os participantes podem ainda participar num sorteio e habilitar-se a ganhar um teste de intolerância alimentar A200 e a muitos brindes.

Deficiência de ferro na origem de metade dos casos

Ainda de acordo com o estudo EMPIRE, cerca de 52,7% de todos os casos de anemia são resultado de uma deficiência de ferro.

Quando esta se instala, significa que o ferro é insuficiente para dar resposta às necessidades do organismo, uma vez que este é essencial para o funcionamento saudável de todo o corpo, incluindo coração, músculos e glóbulos vermelhos, com impacto também ao nível da saúde mental.

De resto, a Organização Mundial da Saúde reconhece a existência de uma redução de 30% no rendimento do trabalho e do desempenho físico em homens e mulheres com deficiência de ferro.

rastreios à anemia

Rastreios gratuitos em todo o País para identificar anemia

Por Marque na Agenda

É a principal causa de anemia e atinge cerca de um em cada três portugueses adultos, ainda que muitos desconheçam o que é ou o quais as suas consequências. É para alertar para os riscos da deficiência de ferro e da sua consequências mais grave, a anemia, que o Anemia Working Group Portugal (AWGP) realiza rastreios gratuitos em todo o País.

Uma iniciativa que conta com o apoio do grupo Germano de Sousa, que vai ter lugar em todos os hospitais e clínicas CUF do País, aberta a toda a população e que visa sensibilizar para a necessidade de prevenção.

Informar a população sobre o que é a anemia e a deficiência de ferro, assim como, no caso de suspeita de um ou de ambos os problemas, esclarecer e aconselhar os portugueses, encaminhando-os para uma consulta com um especialista, é outro dos grandes objetivos.

Em Portugal, segundo os dados do estudo EMPIRE, um em cada cinco portugueses sofrem com anemia em algum momento da sua vida e 84% dos afetados não têm conhecimento da patologia. Ainda de acordo com os mesmos dados, apenas 2% dos inquiridos se encontravam a fazer tratamento no momento do inquérito.

“É essencial reforçar a sensibilização da população para este tema, uma vez que, por norma, se subvalorizam os sintomas, sobretudo o mais comum, a fadiga, associada a outras situações”, refere a propósito Robalo Nunes, presidente do AWGP.

Até porque, acrescenta, “a deficiência de ferro ou a anemia, quando não não são tratados, poderão ter implicações sérias na qualidade de vida do doente”.

Marque na agenda

Os rastreios vão estar disponíveis de Norte a Sul, nos hospitais e clínicas CUF do País. Esta quinta-feira, 13 de dezembro, vai ser possível realizá-los na CUF Almada. Segue-se, ainda esta semana, a CUF Viseu (14 de dezembro).

A CUF Coimbra (17 de dezembro), CUF Infante Santo (18 de dezembro), Instituto CUF Porto (19 de dezembro), CUF Descobertas (20 de dezembro) e Hospital CUF Porto (21 de dezembro) recebem os rastreios na próxima semana, seguindo-se, a 27 de dezembro, a CUF Torres Vedras e, no dia 28, a CUF Cascais.