BCG e coronavírus

Investigador português considera pouco provável relação entre BCG e COVID-19

Por Atualidade

As notícias sobre eventuais opções de tratamentos para a COVID-19 multiplicam-se. As mais recentes referem-se ao possível impacto da vacina BCG no prognóstico da doença, nomeadamente, numa menor mortalidade. Miguel Castanho, investigador principal do Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes e Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, explica porque é que a vacina não será o caminho para lidar com o novo coronavírus.

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pandemia de covid-19

Portugal não estava preparado para a pandemia “em termos de capacidade científica”

Por COVID-19

A braços com uma situação sem precedentes, Portugal foi obrigado a agir e reagir face à pandemia de COVID-19, doença que nos mudou, de um momento para o outro, a forma de viver em sociedade. Miguel Castanho, investigador principal do Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes e Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, considera que, se em termos de serviços de saúde o País “estava razoavelmente bem preparado”, apesar dos problemas com que o Serviço Nacional de Saúde tem de lidar, “em termos de capacidade científica, não”.

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ciência em Portugal

Investigador alerta: mais do que investimento, faltam em Portugal políticas mobilizadoras de ciência

Por Investigação & Inovação

Mais do que falta de investimento, Portugal tem falta de “políticas públicas claras e mobilizadoras em Ciência”. Quem o diz é Miguel Castanho, investigador principal do Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes (iMM) e Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, líder do projeto NOVIRUSES2BRAIN. Uma mensagem a propósito do Dia Mundial da Ciência, que se assinala no próximo dia 24.

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travar os vírus

Medicamentos capazes de travar vírus do sarampo, zika, dengue ou VIH: uma aposta nacional

Por Investigação & Inovação

Desenvolver medicamentos capazes de chegar a partes muito protegidas do corpo, como o cérebro ou os fetos, no caso de grávidas, e de impedir vários tipos de vírus de causarem danos nesses locais é o objetivo do projeto NOVIRUSES2BRAIN. Um trabalho que conquistou um financiamento de 4,2 milhões de euros no âmbito do mecanismo de financiamento europeu FETOPEN, e que vai ter agora o seu arranque oficial.

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