cancro do intestino

Nanotecnologia oferece nova esperança para pessoas com cancro do intestino

Por Cancro

As taxas de sobrevivência do cancro do intestino poderiam ser melhoradas se os medicamentos de quimioterapia fossem administrados aos órgãos doentes através de pequenas nanopartículas, em vez do tratamento oral, afirmam cientistas indianos e australianos, na sequência do primeiro estudo que usou nanopartículas para direcionar o tratamento para o cancro do intestino, o terceiro mais comum e o segundo mais mortal em todo o mundo.

Ler Mais

doença inflamatória intestinal e colite ulcerosa

Estudo confirma longos atrasos no diagnóstico de colite ulcerosa e doença de Crohn

Por Investigação & Inovação

Estima-se que, em todo o mundo, mais de cinco milhões de pessoas sejam afetadas pela doença inflamatória do intestino, que inclui colite ulcerosa e doença de Crohn. Em Portugal, cerca de 20 mil pessoas vivem com estes problemas, associados a sintomas como diarreia, dor abdominal e um grande desconforto. Agora, um novo estudo confirma que são muitos os que vivem com a doença durante vários anos antes de serem diagnosticados.

Ler Mais

microbioma

Microbioma intestinal, uma arma no combate a várias doenças

Por Bem-estar

Sabia que o microbioma intestinal pode ajudar a prevenir e regular infeções em todo organismo, desde problemas respiratórios, doenças metabólicas, inflamatórias, trato urinário alergias, até a doenças do próprio intestino? Este património genético, tantas vezes menosprezado mas que desempenha um papel primordial na saúde humana, é o tema deste ano do Dia Mundial da Saúde Digestiva, que se assinala esta sexta-feira (dia 29).

Ler Mais

doença inflamatória intestinal e colite ulcerosa

Equipa nacional recebe um milhão de euros para estudar doenças intestinais

Por Investigação & Inovação

Um milhão de dólares é quanto uma investigadora portuguesa e a sua equipa acabam de receber do Departamento de Defesa dos EUA para descobrirem mais sobre a Doença Inflamatória Intestinal (DII).

Salomé Pinho, cientista do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S) da Universidade do Porto e líder do grupo Immunology, Cancer & GlycoMedicine daquela instituição, vão avaliar os dados de um grupo de militares norte-americanos, em busca de marcadores capazes de prever a doença ou identificar as suas causas. 

É, garante a especialista, “um estudo pioneiro, que caracteriza uma população única a nível mundial (antes e após o diagnóstico da DII), que permitirá identificar biomarcadores que possibilitarão um diagnóstico precoce da doença e, desta forma, a implementação de estratégias preventivas primárias (prevenindo o aparecimento da doença em indivíduos saudáveis) ou secundárias (que visam atrasar o inicio e progressão clínica da doença em indivíduos de risco)”.

Doença inflamatória intestinal afeta 20 mil portugueses

Ao longo de três anos, a equipa nacional promete trabalhar as amostras biológicas de militares dos EUA, com o apoio de investigadores do centro de investigação médica da Marinha Norte Americana e de especialistas na área da DII do Hospital Mont Sinai, em Nova Iorque, ainda que quase 90% do projeto seja desenvolvido por cá.

“Vai-nos permitir investir em equipamento de ponta e em recursos humanos diferenciados”, refere Salomé Pinho, cujo grupo tem realizado estudos pioneiros na área da DII, tendo realizado estudos que permitiram a identificação de marcadores de prognóstico, assim como a identificação de novas ferramentas terapêuticas para quem sofre com estes problemas.

A Doença Inflamatória Intestinal afeta cerca de 2,5 milhões de pessoas na Europa, 15 mil a 20 mil das quais em Portugal. Trata-se de uma doença crónica, que afeta sobretudo indivíduos jovens em idade ativa, sem causa conhecida ou forma de prevenção.