vacinas

Vacinas animais ajudam a cuidar da saúde humana

Por Saúde Animal

Há muitas doenças que afetam animais e humanos, uma vez que partilham o mesmo ambiente. É aqui que surge o conceito “One Health”, uma abordagem que engloba a saúde humana, animal e ambiental, juntamente com a adoção de políticas públicas para prevenção e controlo de doenças. Neste Dia Mundial da Vacinação Animal, a APIFVET relembra que, ao protegermos os animais através das vacinas, estamos também a cuidar de nós.

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desparasitação

Porque é que a desparasitação dos animais de companhia é fundamental durante todo o ano

Por Saúde Animal

O verão, devido às temperaturas mais elevadas, é a altura ideal do ano para os parasitas proliferarem e encontrarem os seus hospedeiros. No entanto, a desparasitação regular dos animais de companhia não deve ser um exclusivo apenas desta altura do ano. Também no inverno é importante pensar nela, para a manutenção da sua saúde e bem-estar.

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doenças animais

Doenças evitáveis impedem a utilização de 20% da produção animal para fins alimentares

Por Saúde Animal

Vinte por cento da produção animal para fins alimentares perde-se devido a doenças, na sua maioria, evitáveis. Com cerca de 50% da população mais pobre do mundo a depender da agricultura e pecuária não só para a alimentação, mas também para a sua sobrevivência financeira, garantir a saúde e o bem-estar dos animais é, sobretudo para estes, fundamental, sendo uma “garantia de qualidade e segurança alimentar e uma forma de combate ao desperdício alimentar”.

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luta contra a fome

A importância do controlo da saúde dos animais na luta contra a fome

Por Saúde Animal

Num mundo onde 820 milhões de pessoas não têm o suficiente para comer, o Dia Mundial da Alimentação, que se assinala no próximo dia 16, serve para chamar a atenção para a importância de uma alimentação equilibrada e nutritiva. O apelo é da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), que alerta também para o facto de dois milhões de pessoas em todo o mundo sofrerem da chamada ‘fome oculta’ ou microdeficiência de nutrientes, reforçando a necessidade de aumentar para o dobro a produção de carne até 2050 para ajudar a alimentar 10 mil milhões de pessoas na luta contra a fome.

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animais e antibióticos

60% de todas as doenças humanas têm origem nos animais

Por Bem-estar

Qualquer coisa como 700 mil pessoas morrem, todos os anos, no mundo, na sequência da resistência aos antibióticos, um problema que, na União Europeia, ceifa anualmente 33.000 vidas. Na luta contra este problema, a saúde animal desempenha também um importante papel, uma vez que 60% de todas as doenças humanas têm origem nos animais.

O alerta vem da Organização Mundial de Saúde (OMS), que chama a atenção para o facto de muitos dos micróbios que afetam os seres humanos serem também responsáveis por doenças em animais. Uma partilha que não se fica por aqui. Também a solução, os antibióticos, são usados por animais e humanos, o que significa que quando existe resistência aos medicamentos nos primeiros, isso pode facilmente afetar a saúde dos segundos.

“A saúde humana, animal e ambiental é igualmente responsável pelo uso correto de antimicrobianos e importante para evitar a ameaça da resistência antimicrobiana”, refere em comunicado Zsuzsanna Jakab, diretora regional da OMS para a Europa.

“À medida que nos esforçamos para garantir que os antibióticos são usados ​​corretamente na comunidade e nos serviços de saúde, percebemos que um setor sozinho não resolverá o problema”, acrescenta, reforçando a necessidade de unir os profissionais de saúde humana, animal, alimentar e ambiental numa mesma frente.

Compromisso pedido aos países europeus

O apelo foi transformado em repto e dirigido às autoridades de todos os países europeus, a quem a OMS pede um “compromisso”.

“Com 33.000 mortes anuais como consequência de uma infeção devido a bactérias resistentes a antibióticos e mil milhões em gastos anuais com cuidados de saúde, precisamos de garantir que os antibióticos são usados ​​com cautela e que as medidas de prevenção de infeção são implementadas em todos os contextos, em toda a Europa”, afirma Andrea Ammon, diretora do Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC).

“Como as taxas de resistência a antibióticos e as taxas de consumo de antibióticos, assim como as práticas de prevenção de infeção variam de país para país, é essencial adaptar estratégias para atender a necessidades específicas. O ECDC apela à continuação da ação a todos os níveis.”

Cuidar da saúde animal para proteger a saúde humana

O alerta é deixado a propósito da 4ª Semana Mundial de Consciencialização sobre Antibióticos, que decorre até ao próximo domingo (18 de novembro) e que tem como lema: One Health (Uma só Saúde).

Isto porque, segundo a OMS, “uma forma eficaz de proteger a saúde humana é reduzir as probabilidades de desenvolvimento de resistência de micróbios em animais”.

Até porque os antimicrobianos são amplamente utilizados na produção pecuária, muitas vezes para promover o crescimento dos animais e muitas outras para prevenir a infeção, em vez de se tratar o animal. Um uso excessivo que pode levar ao aumento das resistências a estes medicamentos.

Por outro lado, as mesmas classes de antimicrobianos são frequentemente usadas em animais consumidos mais tarde pelos seres humanos, sendo a cadeia alimentar uma via importante para a transmissão de doenças, o que requer uma monitorização e coordenação rigorosas.

Ou seja, nenhum setor sozinho tem a capacidade para resolver o problema crescente da resistência antimicrobiana. No entanto, uma ação coletiva pode ajudar o mundo a progredir nesta batalha.

E é isso que a OMS pede, uma abordagem única, com ações coordenadas entre os setores, como saúde pública, veterinária e saúde ambiental, com um objetivo único: alcançar os melhores resultados de saúde para todas as espécies.