proteger os ouvidos nas viagens

A melhor forma de proteger os ouvidos nas viagens

Por | Bem-estar

As férias são muitas vezes sinónimo de viagens. Viagens de avião, de carro ou de comboio, viagens que quebram a rotina e convidam ao descanso. Uma experiência que pode ser desagradável para os ouvidos.

Sabe-se que o ruído afeta negativamente o nosso bem-estar, causando irritabilidade e perturbações várias a nível da concentração, aprendizagem, memória ou sono. Nada disto se pretende, muito menos em tempo de férias. Mas quem já andou de avião sabe que a pressão pode deixar marcas nos ouvidos.

A estes juntam-se muitos outros, aqueles que, em plenas férias, têm de lidar com o ruído do trânsito. Ou os que nem conseguem ouvir os seus pensamentos devido ao barulho ensurdecedor do comboio.

Na hora de fazer as malas para ir de férias, não deixe de fora a saúde dos ouvidos, que pode ser protegida, aconselha a GAES, que garante haver formas de tornar a experiência das viagens, muitas vezes desagradável para os seus ouvidos, mais cómoda.

Solução em forma de moldes de descanso

São várias as soluções disponíveis, capazes de atenuar os ruídos indesejados em tempo de férias. Especialmente indicados para quem viaja, os moldes de descanso permitem uma proteção auditiva e a possibilidade de descansar sem que o ruído seja um problema. 

Vai de viagem? Cuidado com os medicamentos que leva

Por | Investigação & Inovação

Se está a preparar as férias e se estas incluírem uma viagem para fora do país, tenha cuidado com a medicação que leva na bagagem. É que há nações onde os medicamentos, mesmo que justificados no país de origem, podem levar à prisão.

O alerta é dado pela Foreign and Commonwealth Office, uma agência estatal britânica, e destinado aos seus cidadãos, mas que serve de aviso geral. A organização aconselha, antes de mais, que se procure saber qual a política do país de destino em relação a este assunto antes da viagem.

É que há nações que não permitem a entrada de certos tipos de medicamentos, enquanto outras podem ter regulamentos que exijam uma permissão específica para o seu uso, regras também aplicáveis aos medicamentos que, em Portugal, podem ser de venda livre e sem necessidade de receita médica.

Férias sim, mas com cuidados

É o que acontece, por exemplo, no Qatar, onde os medicamentos de venda livre, como aqueles que é costume comprar para combater os sintomas gripais ou a tosse, são considerados substâncias controladas e têm, também estes, que se fazer acompanhar por uma receita do médico.

De resto, o Portal das Comunidades Portuguesas deixa um aviso idêntico para este país, alertando para a “obrigatoriedade de todos os estrangeiros serem portadores de documentos médicos comprovativos da medicação que os acompanha para o tratamento que estão a fazer”, sendo ainda “obrigatória a sua tradução em árabe. Em caso contrário, os medicamentos poderão ser confiscados e, consoante o caso, para além de multas poderão incorrer em procedimento criminal”.

No Japão, existem restrições à entrada de medicamentos, mesmo que para uso pessoal. Por terras do sol nascente, alguns dos mais comuns medicamentos para a gripe, os que contêm pseudoefedrina na sua composição, estão banidos, sendo necessária uma declaração médica sobre o estado de saúde e necessidade do seu uso.

Também em Singapura os comprimidos que ajudam a dormir requerem uma autorização médica.

Outros exemplos chegam de paragens como a Costa Rica ou a China, onde os turistas têm também que se fazer acompanhar pela receita médica se não quiserem deixar em casa a medicação que estão habituados a tomar.

Ou ainda da Indonésia, um país popular entre turistas portugueses, sobretudo para a prática de surf, onde muitos dos remédios que por cá são legais, quando receitados por um especialista, por lá não passam ao crivo das autoridades.

Violar estas regras pode dar direito muitas dores de cabeça e até mesmo a tempo de prisão, avisam as autoridades.