pandemia e doenças cardiovasculares

Vídeos ajudam a esclarecer dúvidas sobre pandemia e doenças cardiovasculares

Por | COVID-19

A pandemia trouxe consigo muitas preocupações, sobretudo a quem já sofriam de outras patologias, como é o caso das pessoas com doenças cardiovasculares. Esta preocupação foi estendida não só aos seus familiares, mas também aos profissionais de saúde que os tratam. Há dúvidas que permanecem e que motivaram que um grupo de especialistas a lançar uma série de cinco vídeos para esclarecer e informar.

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máscaras comunitárias

Máscaras de utilização comunitária não são todas iguais, confirma estudo nacional

Por | COVID-19

Uma equipa de investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) e do CINTESIS, juntamente com o CITEVE, analisou diferentes tipos de têxteis quanto à sua capacidade de filtração de partículas e respirabilidade (ou permeabilidade ao ar), tendo em vista o fabrico de máscaras para uso comunitário. E concluiu: as máscaras comunitárias não são todas iguais.

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misericórdias

Colaboradores da Teva Portugal juntam-se no apoio às Misericórdias

Por | COVID-19

Com o novo coronavírus longe de dar as tréguas desejadas, reforçam-se os apelos ao cumprimento das regras definidas pela Direção-Geral da Saúde e a necessidade de proteção, não só para a sociedade em geral, mas sobretudo para aqueles que, por força da natureza do seu trabalho, se veem expostos a maiores riscos. Foi a pensar nos que cuidam e que apoiam, sobretudo os mais desprotegidos, que os colaboradores da TEVA Portugal se uniram para ajudar a União das Misericórdias Portuguesas, através da aquisição de equipamento de proteção individual (EPI).

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Desenvolvimento rápido de vacina vai exigir “apresentação transparente sobre a sua eficácia e segurança”

Por | COVID-19

Já se conhecem os primeiros resultados dos testes em humanos de várias vacinas contra a Covid-19. Para Miguel Castanho, investigador principal do Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes (iMM) e Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, tendo em conta o que se sabe até agora, o que poderá estar em causa é “o desenvolvimento excecionalmente rápido de uma vacina segura”.

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