Scroll Top

Metade dos parasitas nos animais de companhia representam um risco real para a saúde humana

risco dos parasitas

Metade das principais ameaças parasitárias para cães e gatos apresentam um risco zoonótico moderado ou elevado para os humanos. O que significa que os parasitas não são apenas um problema animal, mas um problema de saúde pública. No Dia Mundial da Consciencialização sobre os Parasitas, a APIFVET – Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica Veterinária assina o ‘Compromisso de Prevenção’ (Prevention Pledge) global e reforça: proteger os animais de companhia é também proteger as pessoas.

Os parasitas estão por todo o lado e podem causar desconforto, doenças graves e, em alguns casos, colocar a vida em risco. Apesar de, muitas vezes, não serem visíveis, representam uma ameaça real e podem, assim como as infeções que transmitem, também afetar pessoas, tornando a prevenção uma questão de saúde pública.

Mas esta prevenção não é uma abordagem única para todos. Cada animal tem necessidades específicas, e as estratégias de proteção devem ser definidas em conjunto com o médico veterinário, tendo em conta o perfil do animal, os riscos locais e as suas condições de vida. É esse acompanhamento próximo que garante uma proteção eficaz e adequada ao longo do tempo.

“A saúde animal e a saúde humana estão profundamente ligadas e é isso que o conceito ‘One Health’ nos ensina. Quando um animal de companhia não está protegido contra parasitas, o risco não fica à porta de casa. Na APIFVET, este Compromisso significa que vamos continuar a trabalhar para que essa proteção chegue a todos os animais e, por isso, também a todas as famílias”, afirma Jorge Moreira da Silva, presidente da APIFVET.

Ao assinar este Compromisso, a APIFVET reafirma que a prevenção parasitária é um elemento fundamental dos cuidados de saúde animal, com benefícios diretos para o bem-estar dos animais, para a relação que estabelecem com os seus tutores e para a saúde das comunidades.

Crédito imagem: Pexels

Posts relacionados