Novas tendências na saúde em destaque na reunião anual da ESTeSC

Por Marque na Agenda

Está lançado o tema de discussão para o Annual Meeting 2021: “Saúde Global: Novas Tendências”. O congresso – organizado pela Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Politécnico de Coimbra (ESTeSC-IPC) e aberto a todos os estudantes, docentes e investigadores das áreas da saúde decorre entre 22 e 24 abril, estando já abertos os prazos para inscrição e submissão de trabalhos científicos sobre novas tendências na saúde.

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encontro sobre radiologia

Radiologia promete novas técnicas que facilitam diagnóstico de doenças intersticiais pulmonares

Por Marque na Agenda

Numa era de avanços tecnológicos em vários campos, também o da radiologia promete novidades, nomeadamente para o diagnóstico das doenças intersticiais pulmonares. O tema vai ser debatido nos dias 11 e 12 de outubro, na Interstitial Lung Disease Multidisciplinary Meeting, um congresso científico organizado pela Affidea Portugal, que pretende apresentar uma visão geral das doenças intersticiais pulmonares, consideradas um desafio clínico, tendo em conta a frequente dificuldade do seu diagnóstico diferencial.

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Doenças intersticiais pulmonares, um desafio clínico em debate

Por Marque na Agenda

Cascais vai receber, nos dias 11 e 12 de outubro, a Interstitial Lung Disease Multidisciplinary Meeting, um congresso científico que pretende apresentar uma visão geral das doenças intersticiais pulmonares, consideradas um desafio clínico, tendo em conta a frequente dificuldade do seu diagnóstico diferencial.

A perspetiva será, aqui, multidisciplinar, envolvendo várias especialidades, entre as quais a radiologia, pneumologia, cirurgia torácica, medicina interna e anatomia patológica.

A partilha de informação e conhecimento entre profissionais de saúde é um dos principais objetivos do encontro, que apresenta um painel de discussão multidisciplinar sobre as doenças intersticiais pulmonares (ILD), com especialistas reconhecidos, o que vai proporcionar um momento único de aprendizagem para os participantes. 

Especialistas nacionais e internacionais à volta doenças intersticiais pulmonares

Com organização da Affidea, o programa conta com especialistas nacionais e internacionais, como António Morais, pneumologista do Centro Hospitalar de São João, no Porto, que irá abordar a temática das ILD e aquilo que pode fazer a diferença quando se trata destas doenças.

Klaus Irion, professor honorário de Imagiologia Torácica na Manchester University NHS Foundation Trust, David Lynch, Professor de Radiologia na University of Colorado, em Denver, EUA,  Rosana Santos, especialista em Imagiologia Torácica na Affidea Portugal, Diana Penha, consultora de Radiologia Cardiotorácica no Liverpool Heart and Chest Hospital abordarão questões como a anatomia e os conceitos básicos de ILD e a relação entre estas e o enfisema, enquanto Ivan Bravio e Fernando Martelo, ambos cirurgiões torácicos, irão comentar a área da cirurgia cardiotorácica. 

doença de LHON

É preciso mais informação sobre doença de LHON, apela mãe de jovem doente

Por Marque na Agenda

Solidão é um sentimento que Ana Velosa conhece bem. Conhece-a sobretudo enquanto mãe de um jovem doente com neuropatia óptica hereditária de Leber (LHON), uma doença rara que costuma conduzir à cegueira quem dela sofre e que, por cá, continua ainda pouco conhecida. No maior congresso de neuroftalmologia da Europa, o EUNOS 2019, que decorreu no Porto, partilhou a história de Tomás, o filho, e deixou um apelo: “é necessário criar uma associação que represente os doentes, que seja capaz de pressionar o Estado para que seja feito mais”.

É preciso ainda, refere, “chegar às equipas de neuroftalmologia, através da criação de centros de referência que tornem o diagnóstico e tratamento de LHON mais fácil e acessível e aumentar o conhecimento sobre LHON, com mais informação em português”.  

Num simpósio dedicado inteiramente a esta doença genética rara, hereditária, incapacitante e que provoca uma perda de visão rápida em ambos os olhos, Ana Velosa explicou como, num verão de há três anos, sem que nada o fizesse esperar, Tomás, então com 15 anos, o terceiro de quatro filhos, começou a queixar-se de problemas de visão.

“Dizia ter a visão turva, dificuldade em focar, mas na altura não nos preocupámos muito. Pensámos que era o resultado do cansaço de umas férias intensas”, recorda.

A persistência das queixas acabou por levar ao hospital, onde Tomás ficou internado devido ao aumento da pressão intracraniana. “Fizeram-lhe muitos testes, exames, pensou-se num tumor, em meningite, esclerose múltipla…”, conta a mãe. Enquanto isso, Tomás ia perdendo a visão.

“Começou a perder a visão central: primeiro de um olho, depois do outro. Uma semana depois de estar no hospital já não conseguia ver televisão.”

Teve alta ainda sem um diagnóstico ou tratamento, mas com a suspeita de uma doença que Ana Velosa não conhecia: LHON. Uma pesquisa na Internet revelou um pouco mais sobre o problema, mas não o suficiente. E, um mês depois da primeira ida ao hospital, chegava a confirmação: Tomás era um dos poucos em Portugal com esta doença.

Viver o dia-a-dia com LHON

“Partilhámos a informação com os familiares e amigos e começámos a lidar com a doença no dia-a-dia e tem sido sempre assim. Porque esta doença não vem com um guia, com um livro de instruções”, reforça a mãe.

Para Tomás, a vida mudou, mas não a vontade de a viver. “O meu filho é o meu grande herói porque decidiu lutar. E apesar de todas as dificuldades visuais, conseguiu terminar o secundário e entrar para a universidade, onde está a estudar Gestão de Empresas.”

Os quase três anos de vida com LHON conferem a Ana Velosa um conhecimento e estatuto que lhe permite deixar três conselhos a outros que, como ela, se vejam confrontados com uma doença como esta.

“A família deve continuar unida, deve aprender a ter paciência e deve manter a esperança, não só para lidar com a doença, mas esperança de que a medicina evolua no sentido da cura.”

doença rara de LHON

Portugal debate novos caminhos para tratar doença rara que causa cegueira

Por Marque na Agenda

A Neuropatia Óptica Hereditária de Leber (LHON) esteve em destaque no primeiro dia do EUNOS 2019, o maior congresso europeu de neuro-oftalmologia, que decorre no Porto até à próxima quarta-feira. Catherine Vignal-Clermont, especialista do Rothschild Foundation Hospital, em Paris, França, partilhou informações sobre os avanços na investigação genética capaz de ajudar os doentes que sofrem com esta doença rara, hereditária, incapacitante e que provoca uma perda de visão rápida em ambos os olhos. Os novos tratamentos poderão vir a ser usados em conjunto com o único medicamento aprovado para o tratamento desta doença.

“A doença de LHON é uma doença hereditária mitocondrial, que causa perda bilateral da visão central”, refere a especialista, que acrescenta tratar-se de uma doença associada, em 75% dos casos, a “uma mutação pontual no gene ND4 mitocondrial”, que torna a maioria das pessoas envolvidas “legalmente cegas”, sendo as opções de tratamento “limitadas”.

Atualmente existe um medicamento, o único aprovado pela Agência Europeia do Medicamento para tratar a doença e com provas dadas de eficácia na luta contra a cegueira, ainda que o atraso no diagnóstico seja uma realidade, para a qual alertou recentemente um grupo de especialistas mundiais, num documento onde se definiram as guidelines e critérios para a gestão clínica e terapêutica da LHON.

Por isso, segundo Catherine Vignal-Clermont, “devido ao início súbito da doença e ao facto de o olho ser considerado imuno-privilegiado, a terapia genética intravítrea é uma opção terapêutica promissora”.

Em busca de mais tratamentos para doença rara

É por este caminho que tem trilhado a ciência, com estudos pré-clínicos que acabaram por dar origem a vários ensaios clínicos, alguns já concluídos e com resultados publicados. Resultados que são, segundo a especialista, “encorajadores, indicando um benefício visual funcional numa proporção de olhos tratados”.

São, no entanto, tratamentos ainda experimentais, sem aprovação pelo que, considera Catherine Vignal-Clermont, poderá ser vantajoso para os doentes uma sinergia entre este tipo de terapêutica e aquela que está atualmente aprovada.

maior congresso de neuro-oftalmologia no Porto

Portugal estreia-se a receber o maior congresso de neuro-oftalmologia da Europa

Por Marque na Agenda

Portugal recebe, pela primeira vez, o maior congresso europeu de neuro-oftalmologia. A estreia vai fazer-se no Porto, no Centro de Congressos da Alfândega, entre os dias 16 e 19 de junho, e contará com a presença de alguns dos maiores especialistas internacionais nesta área.

Organizado pela Sociedade Europeia de Neuro-oftalmologia, com o apoio do Grupo Português de Neuro-Oftalmologia, o EUNOS conta com um programa científico vasto e intenso.

O primeiro dia do congresso contará com uma reunião conjunta entre a Sociedade Europeia de Neuro-Oftalmologia e a Rede Europeia de Nervo Ótico (EUPON – European optic nerve network), que irá abordar as diversas neuropatias óticas, desde a ciência básica, abordagem clínico-terapêutica até à investigação translacional, tentando estreitar os laços entre as diferentes abordagens.

Doenças óticas mitocondriais em destaque

Em destaque irão estar as Neuropatias Óticas Mitocondriais, nomeadamente a Neuropatia Ótica Hereditária de Leber (LHON), que nos últimos anos tem sido fruto duma investigação intensa, com resultados clínico-terapêuticos promissores.

Nos restantes dias vai ser abordado um diversificado conjunto de temas, desde as novas modalidades em neuroimagem e as suas aplicações clínicas, manifestações neuro-oftalmológicas das doenças neurodegenerativas versus glaucoma, miastenia gravis ocular e neuro-oftalmologia pediátrica.

O congresso conta ainda com dois cursos dedicados aos colegas mais novos, neuro-oftalmologia de urgência e OCT na Neuro-oftalmologia, mas que pelo seu painel de oradores irá certamente cativar a audiência, mesmo a mais experiente.

“É com grande orgulho que recebemos esta reunião, onde se vão dar a conhecer avanços determinantes nesta área. São sempre encontros importantes, uma vez que permitem estreitar laços entre colegas através da partilha e debate de conhecimentos, o que em muito contribui para o avanço da investigação e do saber médico e consequentemente ajuda a melhorar a vida de muitos doentes”, refere Dália Meira, médica oftalmologista do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho e responsável pela organização local do evento.

os acidentes vasculares cerebrais em Portugal

Por hora, três portugueses sofrem um AVC

Por Marque na Agenda

Por hora, três portugueses sofrem um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Destes, um não sobrevive. Dos restantes, metade ficará com sequelas incapacitantes. As contas daquela que é a principal causa de mortalidade e incapacidade no nosso País vão ser feitas em mais um encontro nacional sobre o tema.

De 31 de janeiro a 2 de fevereiro, a Sociedade Portuguesa do AVC (SPAVC) reúne especialistas nacionais e internacionais no seu 13.º Congresso Português do AVC, que decorre no Porto.

Especialistas estrangeiros juntam-se aos clínicos e investigadores nacionais, para um debate de temas desafiantes no que se refere à doença vascular cerebral, na qual o AVC se inclui.

Impacto socioeconómico milionário

“Todos os anos, cerca de 1,3 milhões de pessoas na Europa sofrem um primeiro AVC”, refere Valeria Caso, ex-presidente da European Stroke Organisation.

“Consequentemente, o impacto socioeconómico deste problema é considerável, com um custo anual na Europa na ordem dos 45 mil milhões de euros”, acrescenta a neurologista da University of Perugia, em Itália.

“Segundo as projeções mais recentes, a carga global de AVC na Europa sofrerá um aumento de mais 35% até o ano 2050 devido, em grande parte, ao envelhecimento da população.”

“Action Plan For Stroke in Europe 2018-2030” é o título do documento que estabelece objetivos e metas para proporcionar melhores cuidados aos doentes com AVC na Europa, a partir da intervenção em quatro áreas de atuação estruturais (prevenção primária, fase aguda, reabilitação e vida pós-evento), que deve ser implementado de forma faseada até 2030, adaptando as estratégias à realidade local de cada país.

“O plano de ação constitui uma importante fonte de referência no que se refere às ações necessárias para aumentar os esforços em torno da prevenção e tratamento”, esclarece Valeria Caso. 

Em busca de um plano nacional

“A SPAVC irá analisar a informação que existe em Portugal acerca do estado de cada uma das grandes áreas de intervenção na cadeia do AVC”, explica Elsa Azevedo, vice-presidente da SPAVC e presidente da conferência, pretendendo-se fazer uma atualização e promover um debate multidisciplinar que facilite a definição de um Plano de Ação Nacional, “para que Portugal possa atingir os objetivos delineados pela Europa até 2030”.

 

melanoma nos homens

Morte por melanoma está a aumentar nos homens

Por Cancro

A percentagem de homens que morrem com melanoma aumentou em todo o mundo, revelam os dados mais recentes. Já a taxa no feminino, essa tem descido em alguns países. 

Apresentados no congresso do Instituto Nacional de Investigação no Cancro, os dados refletem a análise feita por investigadores britânicos, que decidiram investigar os números mundiais sobre este cancro, recolhidos pela Organização Mundial de Saúde, com enfoque em 33 países. E verificaram que a taxa de mortalidade por melanoma nos homens estava a aumentar em todos os países, menos num.

Ainda que sejam necessários mais estudos para que se perceba qual o motivo por detrás desta tendência, os especialistas não têm dúvidas da necessidade de mais esforços de saúde pública, desta feita direcionados para a população masculina, capazes de aumentar a sensibilização para esta doença.

República Checa, a exceção

Dorothy Yang, especialista do Royal Free London NHS Foundation Trust, explica que “o principal fator de risco para o melanoma é a exposição excessiva à radiação ultravioleta, seja pela exposição ao sol ou pelo uso de solários”.

Apesar dos esforços de saúde pública para promover a sensibilização para a doença e encorajar comportamentos inteligentes, “a incidência do melanoma tem aumentado nas últimas décadas. No entanto, alguns novos relatórios identificaram sinais de estabilização e declínio nas taxas de mortalidade por melanoma em lugares como a Austrália e o norte da Europa”, acrescenta.

Foi para tentar entender estes padrões que os investigadores estudaram as taxas de mortalidade padronizadas por idade em 33 países, entre 1985 e 2015.

E a análise revela que, em todos os países, as taxas foram mais elevadas nos homens do que nas mulheres. No geral, as maiores taxas de mortalidade, entre 2013 e 2015, foram encontradas na Austrália (5,72 por 100.000 homens e 2,53 por 100.000 em mulheres) e na Eslovénia (3,86 em homens e 2,58 em mulheres), com as menores no Japão (0,24 em homens e 0,18 em mulheres).

A República Checa foi o único país onde se verificou uma redução na taxa de mortalidade por melanoma nos homens.

Mais campanhas para a população masculina

“É necessário mais trabalho para explorar os fatores subjacentes a estas tendências”, refere a especialista, que fala na possibilidade de os homens serem “menos propensos a protegerem-se do sol” ou menos recetivos às campanhas de prevenção.

Sejam quais forem as razões, “os dados também sugerem que o melanoma continuará a ser uma questão de saúde nos próximos anos”, sendo necessário “encontrar estratégias eficazes para diagnosticar com precisão e tratar com sucesso os doentes”.

medicamentos bisossimilares

Oncologistas exigem mais educação sobre o uso de biossimilares

Por Cancro

Os dados são preliminares. Mas suficientes para motivar uma ação, considera a Sociedade Europeia de Oncologia Clínica, perante os dados que revelam que a esmagadora maioria dos oncologistas europeus (87%) inquiridos num estudo ainda por publicar querem mais informação sobre os medicamentos biossimilares.

No congresso da organização, que reuniu centenas de especialistas na Alemanha, o tema esteve em destaque. Isto porque embora estejam na origem de algumas das inovações mais promissoras no tratamento do cancro, entre os quais a imunoterapia, os medicamentos biológicos são também responsáveis por uma fatia dos custos com medicamentos na União Europeia (UE). 

Contas feitas pelo IQVIA Institute for Human Data Science dão conta de gastos, só na UE, de 24 mil milhões de euros, em 2016, com tratamentos para o cancro, sendo os medicamentos biológicos responsáveis ​​por quase 40% deste valor. Com a introdução de biossimilares para os três principais agentes de oncologia, estima-se uma poupança de até dois mil milhões de euros em toda a Europa em 2021.

Se é necessária mais educação, então está na hora de a proporcionar

O uso dos medicamentos biossimilares permite aumentar a disponibilidade de medicamentos inovadores para doentes que, de outra forma, não seriam tratados com fármacos biológicos devido a restrições económicas, defende a ESMO. Mas isto depende de uma compreensão mais ampla dos biossimilares em todo o ecossistema da oncologia.

Por isso, para os especialistas não há dúvidas sobre o apoio a estes medicamentos, uma vez que representam alternativas mais baratas e têm o potencial de tornar o tratamento ideal para o cancro mais sustentável e amplamente acessível.

“É importante a colaboração e as abordagens com múltiplos interessados ​​para melhorar a compreensão e erradicar os equívocos, permitindo a aceitação bem-sucedida dos biossimilares em oncologia”, afirma Josep Tabernero, Presidente da ESMO. “Se mais educação é o que os oncologistas precisam, (…) devemos agir com urgência em relação a isso.”

congresso de transplantes

Tráfico e comércio de órgãos em destaque em Coimbra

Por Atualidade

As rotas clandestinas da transplantação, o tráfico e o comércio de órgãos é um dos temas em destaque no XVII Congresso Luso Brasileiro de Transplantação, organizado pela Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT), que reúne especialistas portugueses e brasileiros de todas as áreas de órgãos transplantados, num encontro que arranca esta quinta-feira em Coimbra.

Ao longo de três dias, serão apresentadas as principais inovações e trabalhos de investigação nas várias áreas de órgãos transplantados, contando-se ainda com a presença de especialistas espanhóis, cujo país tem a maior taxa de doação por milhão de habitantes no mundo.

Alexandre Linhares Furtado é um nome que dispensa apresentações. O médico, pioneiro na área da transplantação em Portugal, tendo realizado realizado o primeiro transplante renal e o primeiro transplante hepático sequencial, vai marcar também presença, com uma palestra sobre “Medicina e Arte”.

Maior evento sobre transplantação no País

Susana Sampaio, presidente da SPT, adianta que “este é o maior evento sobre transplantação no nosso país, com organização portuguesa”.

E acontece “fruto de um acordo de cooperação com a congénere brasileira, a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos, e que pressupõe a organização alternada deste congresso, que tem como objetivo a troca de experiências e conhecimentos. Importa referir que o Brasil tem uma das unidades que mais transplanta no mundo”.

Este evento irá coincidir com a XIV Congresso Português de Transplantação, reunião anual da SPT, na qual serão divulgados os vencedores da Bolsa de apoio à Investigação e Bolsa de apoio à Publicação.