portugueses

Três em cada dez portugueses que se sentiram doentes na pandemia não recorreram aos cuidados de saúde

Por COVID-19

Embora a maioria dos 664 mil portugueses que se sentiram doentes durante a pandemia – 454 mil, ou seja, 69% – tenha recorrido aos cuidados de saúde, três em cada dez (210 mil ou 31%) não o fizeram. Os dados foram divulgados na Ordem dos Médicos, em Lisboa, na apresentação do estudo “Acesso a cuidados de saúde em tempos de pandemia”.

Ler Mais

consultas presenciais

Quebra de 36% nas consultas presenciais nos primeiros seis meses do ano

Por País

No primeiro semestre deste ano realizaram-se menos 3,8 milhões de consultas presenciais nos cuidados de saúde primários do que no mesmo período de 2019 e menos 902 mil consultas nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde. Dados apresentados esta terça-feira, no lançamento do Movimento Saúde em Dia, promovido pela Ordem dos Médicos e pela Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH), que mostram uma quebra de 36% de consultas presenciais nos centros de saúde nos primeiros seis meses deste ano.

Ler Mais

ventilador

Engenheiros e médicos portugueses criam ventilador para apoiar hospitais

Por COVID-19

Uma equipa de engenheiros e médicos, liderada pelo Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC) e pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), desenvolveu o PNEUMA, um ventilador de pandemia com um balão autoinsuflável, de baixo custo e fácil montagem, para apoiar os hospitais portugueses no âmbito do novo coronavírus

Ler Mais

violência contra os profissionais de saúde

Saúde vai ter gabinete de segurança

Por País

Até ao fim de setembro de 2019 foram reportados quase 1.000 casos de violência contra profissionais de saúde no local de trabalho, revelam os dados do Governo. Números que têm vindo a aumentar e que justificam a criação do agora anunciado gabinete de segurança na saúde, na dependência da Ministra da Saúde, que aposta numa abordagem mais sistemática dos problemas da violência contra quem trabalha nas instituições de saúde.

Ler Mais

obras em dez hospitais

Há 91 milhões de euros para obras em dez hospitais do SNS

Por País

São 10 os hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) que vão beneficiar de um investimentos de 91 milhões de euros nos próximos três anos, verbas parcialmente provenientes de financiamento comunitário.

Para além da recuperação e da melhoria de infraestruturas e equipamentos, pretende-se ainda melhorar a rede e aumentar a atual capacidade instalada do SNS, o que passa pela aquisição de equipamentos para radioterapia, a requalificação de instalações e equipamentos e projetos com vista à eficiência energética.

Caberá, agora, aos hospitais realizar as ações necessárias à concretização o mais rápida possível destes investimentos.

Os hospitais da lista

Da lista de instituições que vão ser contempladas com investimento fazem parte o Centro Hospitalar Tondela/Viseu, que vai ter obras de alargamento e remodelação da urgência polivalente, o Centro Hospitalar Barreiro/Montijo, para o qual será adquirido um acelerador linear para radioterapia, sofrendo ainda obras de adaptação e o Centro Hospitalar Póvoa Varzim/ Vila do Conde, com reabilitação e melhoria de instalações.

O Centro Hospitalar Trás-os-Montes e Alto Douro vai ter direito a um novo acelerador linear e à reabilitação dos sistemas energéticos;  o Centro Hospitalar do Médio Ave terá uma requalificação da unidade de Santo Tirso, enquanto o Centro Hospitalar do Baixo Vouga recebe verba para um projeto de eficiência energética.

No Centro Hospitalar de Lisboa Norte será feita a construção da Central Térmica do Hospital de Santa Maria; no Centro Hospitalar de Setúbal será construído um novo edifício para o serviço de Urgência; no Instituto Português de Oncologia de Coimbra Francisco Gentil será feita a requalificação do edifício de Cirurgia e no Hospital das Forças Armadas a requalificação do polo de Lisboa.

Obras na urgência do São José arrancam no dia 6

As obras de requalificação e modernização do Serviço de Urgência Geral do Hospital São José, em Lisboa, vai arrancar já no próximo dia 6 de maio.

A intervenção, que vai custar 1,2 milhões de euros, irá durar até ao fim do ano e “corresponde à necessidade inadiável de aumentar e modernizar as instalações onde funciona a urgência”.

As obras vão permitir aumentar as instalações em cerca de 30% e, no início de 2020, haverá “mais gabinetes médicos e todas as especialidades oferecidas nas urgências ficarão concentradas na mesma zona, revela o Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central.

Na psiquiatria, as obras vão permitir “significativos melhoramentos, ganhando uma sala de contenção e outra de observação”.