proteger os ouvidos

A melhor forma de proteger os ouvidos no inverno

Por Bem-estar

Inverno é sinónimo de frio, de chuva, de nariz a pingar, de gargantas inflamadas, de constipações e gripes, como aquelas que têm ‘entupido’ as urgências nacionais. Mas o inverno castiga também os ouvidos. Por isso, a saúde auditiva merece atenção, até porque, em Portugal, 60% dos casos de otites médias agudas manifestam-se nos meses mais frios.

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conselhos para combater o frio

A melhor forma de se manter protegido do frio

Por Bem-estar

O frio já chegou e ainda que não seja de bater o dente em todas as regiões do País, parece certo que o tempo quente, esse já lá vai. Por isso, os conselhos da Direção-Geral da Saúde (DGS) fazem cada vez mais sentido.

Manter o corpo quente parece óbvio, mas nem sempre é conseguido. Para isso, a DGS aconselha o uso de luvas, cachecol, gorro/chapéu, calçado e roupa quente, utilizando várias camadas de roupa.

A hidratação é também importante e passa não só pela ingestão de líquidos, mas também pelo de sopas, que ajudam a reduzir o desconforto.

Em casa, há que manter o ambiente quente, o que significa que está na hora de verificar se os equipamentos de aquecimento estão em condições de ser usados e qual o estado de limpeza da chaminé da lareira.

No caso do uso desta última, ou de braseiras, salamandras ou equipamentos de aquecimento a gás, é também importante ventilar as divisões da casa, uma vez que a acumulação de gases pode causar intoxicação ou morte.

No exterior, tenha cuidado com quedas, mantenha-se atento se tiver algum problema de saúde e, para isso, tome os medicamentos para a sua doença conforme a indicação do seu médico, não tome antibióticos sem indicação médica e, em vez de correr para a urgência hospitalar, procure ajuda junte do médico assistente ou da linha de saúde 24 (808 24 24 24).

Prevenção em forma de vacina

A tudo isto junta-se a vacinação contra a gripe, que é gratuita, no Serviço Nacional de Saúde, para pessoas a partir dos 65 anos, residentes em instituições, doentes em diálise crónica, transplantados, pessoas com diabetes bombeiros, reclusos e guardas prisionais, pessoas com doença pulmonar obstrutiva crónica, profissionais de saúde e outros prestadores de cuidados.

A vacina contra a gripe pode ser administrada durante todo o outono e o inverno.

conselhos para as temperaturas altas

Como se manter fresco nesta onda de calor

Por Bem-estar

E aí estão elas, as temperaturas altas. Talvez mais altas do que aquilo que os portugueses desejavam e, por isso mesmo, todos os cuidados devem ser poucos. Como estes, salientados pela Sociedade Portuguesa de Medicina Interna, que alerta para a importância de alguns cuidados redobrados que podem fazer a diferença.

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proteger do sol

Cuidados com o sol, só em teoria. Portugueses falham na prática

Por Atualidade, Investigação & Inovação

Numa altura em que se anunciam temperaturas de bater recordes, multiplicam-se os alertas. Todos o cuidado com o sol é pouco, mas cuidado é algo que os portugueses devia ter mais, revelam os dados de inquéritos realizados à população nacional.

Os estudos, realizados com o CINTESIS – Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde, procuraram avaliar os conhecimentos da população nacional em relação à exposição solar.

E tudo começou pela praia. Aqui, o olhar atento de Ana Filipa Duarte, estudante de doutoramento da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, confirma a falta de cuidado. De facto, mais de metade dos inquiridos chegou à zona balnear nas horas menos recomendadas para exposição solar.

Mais ainda, dos que responderam às questões colocadas pelos investigadores, foram aqueles com idades compreendidas entre os 16 e 40 anos que mais desrespeitaram o horário de segurança. 

A investigadora quis também perceber, já que a prevenção e informação devem começar cedo, quais os hábitos dos mais pequenos (dos sete aos 11 anos). Mais uma vez, os resultados deixam a desejar.

É que, embora 64% dos petizes usem o chapéu para se proteger do sol, já o protetor solar, nem por isso. Apenas 15% o fazem na escola, valor que sobe para 37% na praia.

A boa notícia é que a maioria (85%) das crianças tem um conhecimento adequado sobre as medidas de proteção solar. O menos bom é que, e de forma errada, mais de metade (64%) defende que o protetor solar protege melhor que a roupa ou a sombra.

Maioria dos atletas tem comportamento desadequado

No que diz respeito aos atletas que praticam desporto ao ar livre, outros dos grupos de risco quando em causa estão as lesões causadas pelo sol, o inquérito revela motivos para preocupação.

Ao todo, 75% dos inquiridos têm um comportamento desadequado. As mulheres são mais cuidadosas quanto ao uso do protetor solar, mas preocupam-se menos quanto aos horários recomendados para a exposição solar.

Doença de Parkinson afeta as mulheres de forma diferente

Doença de Parkinson evolui de forma diferente nas mulheres

Por Saúde Mental

Não só as mulheres parecerem estar mais protegidas contra a doença de Parkinson do que os homens, como esta patologia apresenta ainda uma evolução diferente, consoante os sexos, com benefícios para o sexo feminino.

É um estudo esloveno que apresenta as provas neurofisiológicas que confirmam que a doença de Parkinson apresenta uma evolução diferente nas mulheres e nos homens.

“Estudos demográficos revelaram que os homens têm uma propensão duas vezes maior de serem afetados pela doença do que as mulheres. No entanto, não era claro se existia uma fisiopatologia específica do sexo assim que os primeiros sintomas apareciam”, refere Maja Kojovic, especialista do Centro Médico da Universidade de Liubliana, na Eslovénia.

O sexo pode ser um fator de escolha para o tratamento

Foram estudados 39 novos doentes diagnosticados com o problema, 23 dos quais homens e 16 mulheres, utilizando a Escala unificada de avaliação da doença de Parkinson, uma ferramenta de avaliação abrangente para os efeitos adversos da doença.

Posteriormente, mediram-se vários parâmetros no grupo de doentes e num grupo de controlo saudável, tendo sido identificadas diferenças entre os sexos.

“As diferenças específicas dos sexos que pudemos mostrar nestas medidas são evidências de diferenças fisiopatológicas numa fase inicial da doença de Parkinson não tratada. O sexo também pode ser um fator relevante para a escolha da terapêutica”, conclui a especialista.

Doença afeta cerca de 20 mil homens e mulheres em Portugal

Definida como uma doença neurológica degenerativa e progressiva, a doença de Parkinson caracteriza-se pela morte de células nervosas (neurónios) de uma zona do cérebro, responsáveis pela produção de uma substância química denominada dopamina, que facilita a coordenação dos músculos corporais e do movimento.

Tremores, rigidez muscular e movimentos mais lentos são os três principais sintomas de um problema que afeta quase 20 mil pessoas em Portugal.

Semana Europeia da Vacinação: uma em cada 21 crianças na Europa sem proteção

Por Investigação & Inovação

Em 2016, 1 em cada 15 crianças na Europa não receberam a primeira dose da vacina contra o sarampo e uma em cada 21 não tinha em dia a vacina da difteria, tétano e tosse convulsa, uma falta que coloca muitos, adultos e crianças, em risco desnecessário de doença ou até mesmo morte, no caso de um surto. Um alerta da Organização Mundial de Saúde a propósito da Semana Europeia da Vacinação 2018, que arranca esta segunda-feira (23 de abril) e termina no próximo domingo (dia 29).

A Direção-Geral da Saúde associa-se a esta iniciativa, sob o lema: “As vacinas funcionam, proteja-se a si e aos que o rodeiam de doenças graves”. Para uma Região Europeia livre de doenças evitáveis pela imunização, a OMS Europa considera importante chamar a atenção para a vacinação como um direito individual e uma responsabilidade de todos.

“Todas as pessoas têm o direito de estar protegidas de doenças evitáveis e todos desempenham um papel fundamental na proteção dos outros quando optam pela vacinação”, afirma a DGS em comunicado, prometendo um reforço da comunicação ao longo de toda a semana através de infografias alusivas à Semana Europeia e de várias iniciativas promovidas pelas diferentes Administrações Regionais de Saúde.

O objetivo é o mesmo: sensibilizar para a importância da vacinação na proteção da saúde, quer dos vacinados, quer daqueles que não podem ser vacinados, através da imunidade de grupo.

“Pretende-se também, através desta campanha, alertar os adolescentes, pais e profissionais de saúde para fazerem escolhas fundamentadas quanto à vacinação e para somente partilharem informação devidamente sustentada. Os profissionais de saúde são também destinatários de mensagens que visam sublinhar o seu papel para a sensibilização relativamente às vacinas, de forma a apoiar a procura pela vacinação.”