‘Eu sou e eu vou’ – IPO apela à dádiva de sangue

Por Cancro

O Instituto Português de Oncologia de Lisboa (IPO Lisboa) associa-se à campanha internacional do Dia Mundial de Luta contra o Cancro, que este ano se celebra sob o lema ‘Eu sou e eu vou’, apelando à mobilização de todos na luta contra a doença. Para que possa integrar este movimento global, convida à dádiva de sangue ao IPO, esta terça-feira, 4 de fevereiro, dia em que o Serviço de Imunohemoterapia estará aberto das 9h00 às 20h00.

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doação de sangue

No mundo, 119 países não têm sangue suficiente para as necessidades médicas

Por Atualidade

Conscientes de que as transfusões de sangue são um recurso importante para os sistemas de saúde, investigadores norte-americanos quiseram olhar para o grau de necessidades não satisfeitas no que diz respeito às transfusões de sangue em todo o mundo. E concluíram que dos 195 países avaliados, 119 (61%) não tinham sangue suficiente para dar resposta às necessidades existentes.

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doação de sangue

Reservas de sangue O negativo já só dão para quatro dias

Por Atualidade

As reservas de sangue do tipo zero negativo (conhecido por O negativo), dador universal, estão em baixa. O alerta vem do Instituto Português do Sangue e Transplantação (IPST) que, à Rádio Renascença, revelou que, neste tipo de sangue, o País só tem reservas para quatro dias.

Para ser dador de sangue, as pessoas têm de ter idade superior a 18 anos, isto se tiverem até aos 60 anos se for a primeira dádiva, ter peso igual ou superior a 50 quilos e ter hábitos de vida saudáveis.

De acordo com a diretora do Centro de Lisboa do IPST, ainda que, em todo o País, as reservas possam ser consideradas equilibradas para os outros tipos de sangue, no caso do zero negativo esta não vai além dos quatro dias.

Número de dadores tem vindo a diminuir

A responsável pelo centro de Lisboa faz o apelo a todos os cidadãos, para que continuem a doar, para que o País se possa manter “autossuficiente”, como é atualmente.

“Nós acabamos por transfundir diariamente 800 unidades. Colhemos aproximadamente por dia 900 unidades, mas para garantir tranquilidade às instituições e entidades de saúde uma reserva adequada de sangue estaria entre os cinco e os sete dias”, refere, citada pela rádio.

E aproveita para alertar ainda para o facto de, por cá, o número de dadores ter vindo a diminuir. “Temos verificado em Portugal uma diminuição do número de dadores e de dádivas, igual também no contexto europeu e também a nível internacional.”

No Dia Mundial do Dador de Sangue, fica o apelo: ‘Partilhe vida’

Por Atualidade

‘Esteja disponível para quem precisa. Dê sangue. Partilhe a vida’. O lema é salientado esta quinta-feira (14 de junho), Dia Mundial do Dador de Sangue, mas é válido para todos os dias do ano. Até porque, segundo dados da Organização Mundial da Saúde, são feitas 108 milhões de dádivas de sangue por ano. 

É por isso que o Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) assinala este dia com três sessões de colheita abertas ao público, em Lisboa, Porto e Coimbra: na capital, a partir das 15h00, no Parque das Nações, (em frente ao Centro Comercial Vasco da Gama, junto à Gare do Oriente); no Porto, a partir das 11h00, no Centro de Sangue e da Transplantação do Porto (Rua do Bolama, n.º 133) e em Coimbra, na Praça da República, a partir das 15h00.

Se ainda não sabe, podem doar sangue todas as pessoas com bom estado de saúde, com hábitos de vida saudáveis, peso igual ou superior a 50 kg e idade compreendida entre os 18 e 65 anos. Para uma primeira dádiva o limite de idade é aos 60 anos.

A doação de sangue pode ser feita de quatro em quatro meses pelas mulheres e de três em três meses pelos homens.

Muitos milhões de dádivas

Cerca de 112.5 milhões de unidades doadas são colhidas todos os anos, 47% das quais nos países mais desenvolvidos, revelam o dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). O que significa que muitos doentes que precisam não têm acesso a produtos de sangue seguros e de uma forma rápida.

Nos países mais ricos, o que grupo que mais frequentemente recebe transfusões é dos maiores de 60 anos, que correspondem a 79% de todas as transfusões.

Ainda de acordo com a OMS, cerca de 10 mil centros de recolha, em 168 países, confirmaram a recolha de 83 milhões de doações.

Em Portugal, segundo os dados disponíveis, em 2017 fizeram-se 32,40 dádivas por mil habitantes.

Novo exame de sangue útil para detectar pessoas em risco de Alzheimer

Por Atualidade

Acredita-se que o início de Alzheimer comece muito antes dos primeiros sintomas. E acredita-se também que o progresso na investigação de medicamentos para travar a doença tem sido dificultado pelo fato de esta só pode ser diagnosticada quando é tarde demais para uma intervenção eficaz. É para mudar esta situação que um grupo de investigadores alemães desenvolveu um exame de sangue capaz de indicar a presença da doença muito antes dos primeiros sintomas.

Um exame que oferece a oportunidade de identificar os que estão em risco e abrir a porta a novos caminhos na descoberta de medicamentos.

Uma das características da doença de Alzheimer é a acumulação de placas beta-amilóide no cérebro dos doentes. O exame de sangue, desenvolvido por Klaus Gerwert e pela sua equipa, investigadores na Universidade de Ruhr, em Bochum, Alemanha, mede no sangue as quantidades relativas de uma apresentação patológica e saudável destas placas.

Publicado na revista científica EMBO Molecular Medicine, o trabalho procurou verificar se o exame de sangue seria capaz de captar a presença das placas beta-amilóide patológicas em fases muito precoces da doença. E os resultados são promissores, tanto mais que, atualmente, as ferramentas de diagnóstico disponíveis para a doença de Alzheimer envolvem a realização de exames cerebrais muito caros ou de análises de amostras de líquido cefalorraquidiano, extraídas através de punção lombar.

Com este exame, os cientistas apresentam o que dizem ser não só uma opção mais barata, mas também mais simples para pré-selecionar indivíduos da população geral, depois indicados para testes adicionais através dos métodos mais invasivos, capazes de excluir os falsos positivos.