proteger os ouvidos nas viagens

A melhor forma de proteger os ouvidos nas viagens

Por Bem-estar

As férias são muitas vezes sinónimo de viagens. Viagens de avião, de carro ou de comboio, viagens que quebram a rotina e convidam ao descanso. Uma experiência que pode ser desagradável para os ouvidos.

Sabe-se que o ruído afeta negativamente o nosso bem-estar, causando irritabilidade e perturbações várias a nível da concentração, aprendizagem, memória ou sono. Nada disto se pretende, muito menos em tempo de férias. Mas quem já andou de avião sabe que a pressão pode deixar marcas nos ouvidos.

A estes juntam-se muitos outros, aqueles que, em plenas férias, têm de lidar com o ruído do trânsito. Ou os que nem conseguem ouvir os seus pensamentos devido ao barulho ensurdecedor do comboio.

Na hora de fazer as malas para ir de férias, não deixe de fora a saúde dos ouvidos, que pode ser protegida, aconselha a GAES, que garante haver formas de tornar a experiência das viagens, muitas vezes desagradável para os seus ouvidos, mais cómoda.

Solução em forma de moldes de descanso

São várias as soluções disponíveis, capazes de atenuar os ruídos indesejados em tempo de férias. Especialmente indicados para quem viaja, os moldes de descanso permitem uma proteção auditiva e a possibilidade de descansar sem que o ruído seja um problema. 

sinais que indicam desidratação

Conhece todos os sinais de desidratação? A sede é apenas um deles

Por Bem-estar

É verdade que não nos podemos queixar de um calor abrasador, pelo menos até agora. Mas porque os termómetros ainda nos podem surpreender, nada melhor do que estar preparado. E é aqui que entra a pergunta: sabe quais são os sinais de desidratação?

Não, a sede não é o único indicador da falta de hidratação. Aliás, diz quem sabe que este é mesmo o derradeiro sinal, que surge quando a desidratação já se está a instalar. Há outros sinais, mas que tendemos a justificar com outras razões que não a falta de água.

Por exemplo, olhos secos ou lábios gretados. O ar condicionado no trabalho ou o tempo mais seco são os suspeitos do costume, mas pode bem ser que estes traduzam um pedido de ajuda do organismo.

Cabelo mais seco do que o habitual e em queda pode ser justificado por tanta coisa. E uma delas é mesmo uma desadequada hidratação, que pode também causar cansaço e indisposição. 

É que, quando o corpo perde mais água do que aquela que recebe, há uma redução da pressão arterial e do oxigénio no sangue, que passa a ser redirecionado para órgãos considerados não vitais, o que faz com que o corpo trabalhe a um ritmo mais lento.

Água e outras bebidas

Beber água é a melhor forma de dar resposta à desidratação e de a prevenir. Esta é a bebida de eleição para o verão, embora haja outras bebidas que podem ajudar a manter a hidratação.

De resto, cinco sociedades médicas espanholas (Associação Espanhola de Gastroenterologia, Sociedade Espanhola de Endocrinologia e Nutrição, Sociedade Espanhola de Médicos de Atenção Primária, Sociedade Espanhola de Medicina de Família e Comunitária e Sociedade de Patologia Digestiva) assinaram um consenso em que defendem que as “as bebidas com uma determinada quantidade de açúcares e sais minerais, corretamente utilizadas, podem ser uma ajuda importante para melhorar a reidratação e prevenir a desidratação”.

É o caso, por exemplo, da Aquarius, que apresenta uma gama de bebidas com sais minerais, vitaminas e baixas em calorias, que inclui novos sabores e se apresenta no mercado nacional, com uma campanha que tem como assinatura “A incrível sensação de te sentires cheio de pica”.

Uma aposta da Coca-Cola, que reforça o seu compromisso com a redução de açúcar, apresentando versões baixas em açúcar ou sem açúcar.

qualidade do ar em Portugal vai degradar-se

Qualidade do ar em Portugal vai degradar a saúde pública em 2050

Por Bem-estar

Apesar de se prever uma diminuição da emissão de poluentes para a atmosfera, a qualidade do ar nacional vai continuar a degradar-se de forma preocupante até ao final do século. E com ela o ambiente e a saúde pública.

O alerta é feito por um grupo de investigadores da Universidade de Aveiro (UA) que, num trabalho inédito, estimou de que forma as alterações climáticas e as condições meteorológicas que se avizinham vão afetar a qualidade do ar em Portugal na última metade do século XXI.

“A degradação da qualidade do ar esperada entre 2050 e 2100 para alguns poluentes, apesar da redução das respetivas emissões fruto das imposições da Comissão Europeia, é justificada pelas condições meteorológicas mais quentes e secas”, refere, em comunicado, Alexandra Monteiro, investigadora do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar e do Departamento de Ambiente e Ordenamento da UA.

O aumento da temperatura vai, garante, dar origem a “um aumento das concentrações de fundo e a uma menor deposição e dispersão”.

O que se traduzirá num agravamento das condições de saúde, sobretudo para crianças, idosos, grávidas e indivíduos que sofram de problemas respiratórios e cardíacos.

É preciso reforçar a ação contra a poluição 

O estudo, publicado na revista Air Quality, Atmosphere & Health, confirma que há circunstâncias e condicionantes que a ação humana não é capaz de mudar, o que torna o combate às alterações climáticas, pelo menos no que às emissões causadas pelo homem diz respeito, deve reforçar-se, defende Alexandra Monteiro.

“Mas para que isto seja feito de uma forma eficiente e duradoura é urgente uma estratégia e implementação conjunta entre países e continentes, uma vez que a poluição do ar não tem fronteiras nem limites políticos”, acrescenta a especialista.

Proteger os olhos contra a readiação do sol

Exposição ao sol aumenta risco de doenças oculares

Por Bem-estar

Sabia que a radiação emitida pelo sol não causa apenas problemas na pele, podendo ter consequências nos nossos olhos? Que cataratas ou degenerescência macular ligada à idade podem ser lesões oculares causadas pelos raios solares? A prevenção é também aqui o melhor remédio, garante a Sociedade Portuguesa de Oftalmologia, que apela a maiores cuidados.

Os responsáveis pelos problemas na saúde ocular são os bem conhecidos raios ultravioleta (raios UV), conhecidos inimigos da pele e não só.

“Já são vários estudos que demonstram que as pessoas mais expostas à luz solar têm uma maior tendência para desenvolverem certo tipo de doenças oculares”, explica Manuel Monteiro Grillo, presidente da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia (SPO).

“Mais do que a ação aguda dos raios UV sobre os olhos (que provoca uma queimadura na superfície ocular – fotoceratite), é o efeito cumulativo de longos períodos expostos à luz solar que tem um efeito mais pernicioso sobre a visão”, acrescenta o especialista.

A melhor forma de prevenir

De forma a evitar a ocorrência de problemas oculares, Manuel Monteiro Grillo recomenda algumas medidas de prevenção essenciais, algumas já bem conhecidas dos portugueses, divulgadas em forma de cuidado para proteger a pele.

É o caso da exposição solar entre as 11h00 e as 16h00, intervalo de tempo em que a exposição aos raios UV é bastante mais elevada, que deve ser evitada não só para prevenir os cancros de pele, mas também como forma de manter saudável a visão.

Ao protetor solar, indispensável para quem se vai expor ao sol, devem juntar-se os óculos de sol, idealmente com lentes de proteção UV 100% ou com a maior  percentagem possível.

Os chapéus e bonés não devem faltar, chapéus com abas e/ou palas, que também são uma ajuda na proteção dos olhos, uma vez que este acessório proporciona uma barreira sobre a radiação solar direta através da sombra que proporciona.

Atenção os medicamentos. Se está a ser medicado, o cuidado deve ser redobrado, uma vez que os seus olhos podem estar mais sensíveis à luz solar. São vários os medicamentos fotossensíveis, mas destacam-se, por exemplo, alguns anti-histamínicos, antibióticos ou antidepressivos.  

Sintomas que devem levar ao médico

A SPO alerta ainda que se deve procurar imediatamente um oftalmologista quando, após exposição solar, se sintam os olhos vermelhos, ardor, sensação de corpo estranho ou visão enevoada, que podem ser sinais de alerta.

associação entre poluição e AVC

Dia Mundial do Cérebro alerta para relação perigosa entre poluição e AVC

Por Bem-estar

Sabia que há uma relação entre poluição e AVC? Que a primeira potencia o segundo? Este ano, o Dia Mundial do Cérebro, que se assinala a 22 de julho, deixa o alerta para esta associação, chamando a atenção para a importância deste fator de risco para as doenças degenerativas do sistema nervoso e cerebrovasculares. 

O tema foi escolhido pela World Federation of Neurology (WFN), que elege o ‘Clean Air for Brain Health’ (‘Ar puro para o seu Cérebro’) como mote.

A Sociedade Portuguesa do Acidente Vascular Cerebral (SPAVC) associa-se a esta campanha em Portugal e divulga as mais recentes evidências e indicações sobre a exposição à poluição atmosférica e a ocorrência de AVC.

Nos últimos anos, de resto, os efeitos da poluição atmosférica na nossa saúde têm sido alvo de vários estudos, com 12 milhões de mortes por ano atribuídas a este problema.

Mortes que se relacionam com doenças cardíacas, como o enfarte do miocárdio ou insuficiência cardíaca congestiva, doenças pulmonares, doenças oncológicas e, mais recentemente, com doenças neurológicas, nomeadamente o AVC e a demência. 

Estudos confirmam relação

“São complexos os mecanismos que estão na origem da relação entre exposição à poluição atmosférica e ocorrência de AVC, envolvendo uma componente vascular, uma componente ligada ao sistema nervoso autónomo e uma componente relacionada com o aumento da agregação plaquetária”, refere José Manuel Calheiros, professor catedrático da Universidade da Beira Interior e investigador neste área.

“A poluição está, de facto, a invadir o cérebro os pulmões e, consequentemente, todo o organismo.”

Segundo o especialista, membro da Comissão Científica da SPAVC, têm sido publicados vários estudos que estabelecem uma relação sólida entre a poluição atmosférica e os efeitos agudos e crónicos sobre os sistemas circulatório e nervoso.

“O ano passado foi publicado um estudo que analisou os efeitos da poluição a longo prazo numa população de seis países de médio e baixo rendimentos, que apresentavam elevados índices de poluição, o qual incluiu mais de 45.000 participantes”, refere.

“Concluiu-se que, o aumento de 10 microgramas de partículas poluentes finas (PM2,5) por cada metro cúbico resulta num aumento de cerca de 13% da probabilidade de ocorrência de um AVC. O estudo revelou ainda que, nestes países, 6,6% da totalidade dos AVC podem ser atribuídos à poluição ambiental.”

Tabaco, uma das principais causas de poluição interior

Quando se fala de poluição, tem-se em conta não só a que resulta do tráfego automóvel, indústria, centrais de produção de energia, fogos florestais, mas também a interior, nas nossas casas e locais de trabalho, “sendo que a mais frequente das causas de poluição do ar interior é o fumo do tabaco o qual coloca em risco o fumador e os que com ele convivem”, avança o especialista.

“Estes números traduzem-se num risco e peso enormes para a saúde das populações. Apesar das sistemáticas recomendações para reduzir a poluição há muito preconizadas pela Organização Mundial de Saúde e outros organismos, estamos muito longe do que é desejável, pois essas indicações não são cumpridas na maior parte dos países.”

É por isso que José Manuel Calheiros defende que a sensibilização da população, dos profissionais de saúde e dos decisores políticos para este tema é fundamental “para que passemos do conhecimento para a ação de Saúde Pública”.

Chegar à idade dos supercentenários

Viver para além dos 110 anos? Só tem de conseguir chegar aos 105

Por Bem-estar

Quer ser um supercentenário? Chegar aos 110 anos não é para todos, mas se conseguir ultrapassar os perigosos 90 e chegar aos 105 anos, viver para além disso é muito provável. É a ciência que o garante.

Um estudo liderado pelos especialistas das Universidade da Califórnia e da Universidade Sapienza de Roma foi olhar para a vida de cerca de 4.000 italianos com 105  ou mais anos, entre 2009 e 2015.

E confirmou que as hipóteses de sobrevivência destes guerreiros da longevidade estabilizou quando passaram dos 105 anos.

As descobertas, publicadas na revista Science, desafiam investigações anteriores, que davam conta de um limite para a vida humana.

“Os nossos dados revelam que não há um limite fixo para a expectativa de vida humana”, explica Kenneth Wachter, autor principal do estudo.

“Não só vemos taxas de mortalidade que deixam de piorar com a idade, como algumas chegam mesmo a melhorar com o tempo”, acrescenta.

A idade em que o risco de mortalidade estabiliza

Olhando para os dados recolhidos foi possível verificar que, aos 100 anos, o risco de mortalidade no ano seguinte era de 40%. Percentagem que aumentava aos 101, 102, 103… Sem surpresas, quanto mais velhos, maior o risco de não ver o dia seguinte.

No entanto, e aqui sim, surpreendentemente, a curva pára aos 105 anos, quando o risco de morrer parece equilibrar-se.

E, com 106 anos, os supercentenários apresentavam um risco de mortalidade idêntico aos de 105, estabilidade que se mantinha nos anos seguintes. Ao contrário do esperado, a probabilidade de ter mais um ano de vida não diminuía, mantendo-se a mesma, quer o idoso tivesse 107 ou 112 anos.

Quando a seleção natural entra em cena

É natural que as taxas mortalidade aumentem, à medida que aumentam os anos de vida e, consequentemente, a fragilidade humana. Até porque o envelhecimento tem em si associado um risco superior de doenças como demência, acidente vascular cerebral, cancro e por aí fora.

Os especialistas envolvidos neste estudo defendem que a sobrevivência está aqui relacionada com a seleção demográfica e/ou seleção natural. Ou seja, as pessoas frágeis tendem a morrer mais cedo, enquanto as pessoas mais robustas, ou as que são geneticamente abençoadas, podem viver até idades extremas.

Os mais velhos do mundo

Até hoje, o mais velho humano de que há registo é Jeanne Calment, um francês que morreu em 1997 com 122 anos.

Atualmente, no pódio da velhice encontra-se a japonesa Chiyo Miyako que, nascida em maio de 1901, conta já 117 anos.

Segue-se a também japonesa Kane Tanaka, com as suas 115 anos primaveras e, em terceiro lugar, com o título de mais velha da Europa, surge a italiana Maria Giuseppa Robucci, também com 115 anos.

Dicas para a saúde auditiva

Seis dicas para proteger os seus ouvidos nos festivais de verão

Por Bem-estar

Se é adepto de festivais de verão ou concertos no geral saiba que se ainda não o faz, está na hora de começar a prestar atenção à saúde dos seus ouvidos. Isto porque “a exposição prolongada a ambientes com níveis sonoros elevados pode causar problemas e até a perda temporária ou permanente da audição”.

O alerta é dado por Alexandra Marinho, audiologista da GAES, que chama a atenção para a necessidade de cuidado “quanto ao volume e tempo de exposição a sons muito altos”. Deixa, por isso, seis dicas para prevenir problemas auditivos. Percorra a galeria para as conhecer.

 

o perigo de conduzir e enviar mensagens

Condutores rejeitam perigo associado ao envio de mensagens ao volante

Por Bem-estar

As pessoas que enviam mensagens ao volante têm seis vezes mais probabilidade de sofrer um acidente. Apesar dos esforços e alertas de sensibilização, são muitos os que continuam a arriscar, confirma um novo estudo.

De acordo com o trabalho, divulgado na revista Risk Analysis: An International Journal, muitos condutores não percebem que a ligação entre escrita de mensagens e a condução é perigosa, perpetuando o erro. E violando a lei.

A ciência já fez as contas e confirma o perigo: falar num dispositivo móvel aumenta o risco de colisão em 2,2 vezes; já o envio de mensagens ao volante faz subir o risco em 6,1 vezes.

Nada que impeça os uso destes aparelhos na condução. de resto, até 18% dos condutores nos países mais ricos – e até 31% em países pobres e em vias de desenvolvimento – usam os telemóveis enquanto viajam, contribuindo para a redução significativa da segurança nas estradas.

E apesar das leis que proíbem tal comportamento, os especialistas acreditam que o uso destes aparelhos durante a condução tem tendência a aumentar.

Justificações para tirar as mãos do volante

Neste estudo, os investigadores concluíram que os condutores têm um sistema de autorregulação quando decidem usar os seus telefones a conduzir, um processo através do qual criam estratégias para lidar com os fatores ambientais, mantendo um elevado nível de desempenho.

Por exemplo, muitos condutores aproveitam os sinais de Stop para iniciar o uso do seu dispositivo móvel, e muitos são capazes de restringir-se e usar os telefones apenas quando estão parados em sinais de trânsito.

Um dos objetivos deste trabalho era descobrir que métodos de autorregulação são esses. Para isso, analisaram 447 condutores australianos, a quem pediram para responder« a perguntas sobre perceção de risco de colisão, de conforto na condução, dificuldade percebida na condução e perceção da probabilidade de fazerem chamadas de voz ou enviarem mensagens.

Condutores não estão convencidos dos riscos

O estudo conclui que as mulheres são muito mais propensas a do que os homens a usar o telemóvel durante a condução.

Os condutores mais experientes têm menos probabilidade de se envolverem numa condução mais distraída, ou seja, à medida que aumenta o número de anos com carta, diminui a probabilidade de terem uma condução distraída. E os motoristas mais desinibidos têm mais probabilidade de conduzir distraídos.

Ainda de acordo com a mesma fonte, 68% dos participantes relataram precisar de muito convencimento para acreditarem nos perigos das mensagens de texto na condução. No entanto, condições exigentes de tráfego e a presença de agentes da lei foram relatadas como medidas eficazes na redução da probabilidade de condução distraída.

Resultados que vão ao encontro dos programas que defendem a presença policial nas estradas como meio de combate à condução distraída.

“Os motoristas não são bons em identificar onde é seguro usar o telefone – é mais seguro simplesmente estacionar num local apropriado para usar o telefone rapidamente e depois retomar a jornada”, explica Oviedo-Trespalacios, um dos autores do trabalho.

Os condutores eram muito mais propensos a falar ao telefone enquanto conduziam dirigiam do que usar os seus telefones para enviar mensagens, o que já se esperava, uma vez que a exigência visual associada ao envio de SMS competem diretamente com as de conduzir, enquanto falar ao telefone é principalmente auditivo.

Em defesa das campanhas na estrada

Os resultados deste estudo podem contribuir para justificar a criação de campanhas de alerta para a condução distraída, destacando as oportunidades de intervenção.

Campanhas que devem ter como alvo atitudes de segurança para reduzir de forma mais eficaz as motivações dos condutores, que as levam a envolverem-se com os seus telefones enquanto conduzem.

Este estudo confirmou também a necessidade de se criar um perfil e direcionar os grupos de alto risco, particularmente os condutores mais jovens e inexperientes, assim como aqueles que estão excessivamente ligados aos seus telefones, para desenvolver mensagens que tenham em conta os seus fatores motivacionais específicos.