Fundação Portuguesa de Cardiologia lança Projeto (que) Salva-vidas

evento da Sociedade Portuguesa de Cardiologia

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]Chama-se Projeto Salva-vida e o nome quase dispensa mais apresentações, sendo claro em relação ao seu objetivo. A iniciativa, da Fundação Portuguesa de Cardiologia, em parceria com a Senilife e os hipermercados Jumbo, consiste numa campanha pública de sensibilização para a morte súbita.

A mecânica é simples: nas parafarmácias dos hipermercados Jumbo podem ser adquiridas Pulseiras Salva-vidas, pelo valor simbólico de 2€.

Por cada grupo de 1.500 vendidas as entidades promotoras do projeto oferecem um kit salva-vidas, composto por um desfibrilhador ZOLL com reanimação de alta qualidade e respetiva formação em Suporte Básico de Vida com Desfibrilhação Automática Externa e primeiros-socorros, a uma entidade identificada desde o início das vendas das referidas pulseiras.

A primeira entidade a receber este Kit foi a Escola Secundária Maria Amália Vaz de Carvalho, em Lisboa, seguindo-se outras em diferentes locais do país.

10 mil mortes súbitas por ano

Atualmente a morte súbita mata cerca de 10 mil pessoas em Portugal todos os anos e, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, cerca de 20 mil pessoas por dia em todo o Mundo.

Em Portugal o número de desfibrilhadores, um dos instrumentos mais eficazes de combate a esta problemática de saúde pública, é de cerca de um para cada 10 mil habitantes.

Para o Prof. Doutor Manuel Carrageta, Presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia, “esta iniciativa pretende realmente salvar vidas. O objetivo é dotar escolas e instituições dos

conhecimentos e meios necessários, porque nos casos de paragem cardiorrespiratória cada minuto conta para a possibilidade de sobrevivência da pessoa”.

Após este evento, a vítima perde 10% de hipóteses de sobrevivência a cada minuto que passa. Ou seja, ao final de cinco minutos sem assistência, a vítima tem apenas 50% de probabilidade em sobreviver.

O cérebro apenas sobrevive 3-5 minutos sem oxigénio. Desta forma, esta iniciativa visa despertar consciências e sublinhar a importância das técnicas de Suporte Básico de Vida (SBV), uma vez que uma reanimação cardiorrespiratória de alta qualidade aumenta em 2.72 vezes a probabilidade de sobrevivência do doente sem sequelas.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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