psoríase e saúde mental

Saúde mental na psoríase: um problema que vai além da pele

Por Saúde Mental

O tratamento da psoríase concentra-se, por norma, no tratamento da pele. No entanto, quem vive com esta doença corre risco de sofrer de depressão, ansiedade e suicídio, associado a problemas psicossomáticos. Um novo estudo da Universidade de Umeå, na Suécia, mostra que estes problemas têm ainda mais impacto na saúde mental dos doentes do que os seus sintomas de pele, destacando a importância de um novo tipo de cuidados.

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problemas mentais que afetam doentes com psoríase

Doentes com psoríase correm maior risco de problemas mentais

Por Saúde Mental

Os doentes com psoríase têm um risco aumentado de problemas mentais, que surgem, em média, dois a três meses após o diagnóstico.

Michelle Z. Leisner, especialista do Hospital Universitário de Aarhus, na Dinamarca, e os colegas examinaram a relação entre a psoríase e o desenvolvimento de problemas mentais em 13.675 pessoas com a doença, comparadas com quem não tinha o diagnóstico.

E verificaram que, independentemente do problema mental, a percentagem de risco era superior, quando comparando com aqueles que não tinham a doença.

Chul Hwan Bang, da Universidade Católica da Coreia, em Seul, usou dados locais para determinar quanto tempo levava até que as comorbilidades de saúde mental se manifestassem após o diagnóstico nestes doentes.

Um trabalho que incluiu 12.762 doentes, comparados com um grupo de controlo, tendo verificado que o risco de episódios depressivos, transtornos de ansiedade, neuróticos e perturbações do sono foram, em média, mais de duas vezes superiores nos doentes com psoríase, tendo o seu início surgido entre 80 e 200 dias depois do diagnóstico.

“O início precoce do tratamento adequado para doenças de pele é importante para diminuir as comorbidades de saúde mental”, referem os autores, nos trabalhos publicados na revista JAMA Dermatology.

Doença afeta 1 a 3% da população

De acordo com a Associação Portuguesa da Psoríase, trata-se de uma doença crónica da pele, não contagiosa, que pode surgir em qualquer idade e que afeta 1 a 3% da população.

“O seu aspeto, extensão, evolução e gravidade são muito variáveis, caracterizando-se, geralmente, pelo aparecimento de lesões vermelhas, espessas e descamativas, que afetam preferencialmente os cotovelos, joelhos, região lombar e couro cabeludo”, mas que, nos casos mais graves, podem cobrir extensas áreas do corpo. 

estudo sobre a psoríase

Um em cada dez portugueses ainda acredita que a psoríase é uma doença contagiosa

Por Bem-estar

A maioria dos portugueses já ouviu falar em psoríase, mas há ainda mitos associados à doença que importa desmistificar, revela um estudo sobre o conhecimento que os portugueses têm da doença. Os mais de 400 questionários realizados revelam que 72% dos inquiridos conhece ou já ouviu falar sobre a psoríase, ainda que mais de um em cada dez continue a acreditar que esta se trata de um problema contagioso.

No âmbito do Dia Mundial da Psoríase, a PSO Portugal – Associação Portuguesa de Psoríase junta-se à Spirituc Investigação Aplicada e à Guess What para uma manhã de conversa.

A b.health Talks conta com a presença de vários especialistas sobre o tema, onde serão apresentados estes e outros dados, entre os quais que 86% dos inquiridos sabe que esta é uma doença que não tem cura, com 2% a acreditar que se trata de um problema potencialmente mortal.

Maioria dos registos referentes à doença são negativos

Para além destes números, serão ainda apresentados os resultados de um estudo que avalia os principais impactos da doença na qualidade de vida de quem dela sofre.

No estudo ‘My Dear Diary: A minha vida com Psoríase’, que recolheu, ao longo de 28 dias, as referências dos doentes em vários domínios, fica clara a importância deste problema: 58% do total de registos recolhidos (280) apresentam referências negativas à doença, aos quais se juntam mais de um terço (36%) de registos que dão conta dos “olhares de terceiros” associados à psoríase.

Ainda que prevaleça o otimismo entre os doentes, com 50% a revelarem uma atitude “construtiva/positiva” face à doença, ao todo, três em cada dez pessoas com psoríase (30%) apresentam uma atitude “instável” perante o problema, mais negativa do que positiva, com 20% a revelarem-se “conformados”.

A psoríase, doença que afeta cerca de 250 mil pessoas em Portugal, é uma doença crónica da pele, não contagiosa, que pode surgir em qualquer idade.

Caracteriza-se geralmente, pelo aparecimento de lesões vermelhas, espessas e descamativas, habitualmente nos cotovelos, joelhos, região lombar e couro cabeludo. Nos casos mais graves, estas lesões podem cobrir extensas áreas do corpo.

Sendo uma doença pouco conhecida, é necessário informar e desmistificar quem lida com ela direta e indiretamente.

 

estudo sobre psoríase

Estudo revela quais os principais impactos da psoríase

Por Atualidade

São, em Portugal, cerca de 250 mil as pessoas que vivem com psoríase, uma doença crónica de pele, com impacto não só físico, mas também emocional. Nas vésperas do dia que chama a atenção para este problema, o Dia Mundial da Psoríase, e que se assinala no dia 29 de outubro, o tema vai ser alvo de uma conversa a várias vozes, com um mesmo objetivo: a sensibilização.

À PSO Portugal – Associação Portuguesa de Psoríase junta-se a Spirituc e a Guess What, numa manhã de conversas com vários especialistas na área. Na próxima sexta-feira (26 de outubro), serão apresentados resultados de dois estudos: o primeiro avalia os principais impactos da doença na qualidade de vida de quem tem o diagnóstico, enquanto o segundo refere-se ao conhecimento que os portugueses têm da doença.

Um encontro que terá lugar no Anfiteatro da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa.

Doença afeta cerca de 250 mil pessoas

A psoríase, doença que afeta cerca de 250 mil pessoas em Portugal, é uma doença crónica da pele, não contagiosa, que pode surgir em qualquer idade.

Caracteriza-se geralmente, pelo aparecimento de lesões vermelhas, espessas e descamativas, habitualmente nos cotovelos, joelhos, região lombar e couro cabeludo. Nos casos mais graves, estas lesões podem cobrir extensas áreas do corpo.

Sendo uma doença pouco conhecida, é necessário informar e desmistificar quem lida com ela direta e indiretamente.

Para acabar com os mitos e aconselhar sobre a doença, a conferência b.health Talks vai contar com a presença de vários especialistas que irão discutir alguns dos temas prementes ligados à área, entre os quais o ‘Papel e Importância da Teleconsulta’, o ‘Papel do Médico de Família’ ou a ‘Psoríase na Prática Clínica’.