DGS recorda que todos somos agentes de saúde pública

Por País

O SARS-CoV-2 parece ter vindo para ficar. O que significa que os cuidados são para manter, agora também nos ambientes laborais. A estes juntam-se a necessidade de resistir à vontade de organizar e frequentar festas, a necessidade de reinventar os momentos de lazer, longe de multidões ou a possibilidade de frequentar a praia, com cautelas. Mensagens reforçadas na nova campanha de sensibilização da Direção-Geral da Saúde (DGS), com as vozes de Rui Unas e Catarina Miranda, que recorda que todos somos agentes de saúde pública.

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adoçantes

Especialistas reforçam benefícios dos adoçantes sem ou de baixas calorias

Por Nutrição & Fitness

Há mais um estudo que salienta os benefícios dos adoçantes sem ou de baixas calorias, garantindo que podem contribuir de forma positiva para as estratégias de saúde pública que visam a redução do açúcar.

Margaret Ashwell, investigadora sobre o tema, lidera um grupo que publica na revista científica Nutrition Research Reviews um consenso sobre adoçantes sem ou de baixas calorias, com factos, lacunas da investigação e ações sugeridas.

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fontes de contaminação

As principais fontes de contaminação escondidas na sua casa

Por Bem-estar

Sabe quais são as principais fontes de contaminação de micróbios e outros agentes causadores de doenças na sua casa? Ou os momentos em que esta contaminação é mais provável? É a Royal Society of Public Health, uma organização britânica que, perante a importância da higiene no lar e na vida diária, chama a atenção para este tema, identificando essas mesmas fontes.

Não sem antes reforçar que a higiene é essencial para proteger a saúde pública, impedindo a propagação de micróbios nocivos e, consequentemente, reduzindo o risco de doenças infecciosas.

Dito isto, apresentam-se então os momentos mais críticos, aqueles onde os germes têm presença assídua, podendo ser fontes de contaminação e que devem, por isso mesmo, estar debaixo de olho.

Primeiro momento: quando se preparam e manuseiam os alimentos. É então muito importante a limpeza das superfícies de contacto com alimentos, sobretudo após a preparação de alimentos crus, como carnes, assim como a limpeza de utensílios e superfícies usadas para estes fins.

Outro momento: quando comemos com as mãos. Todos os fazemos, até porque há petiscos que só sabem bem assim, sendo essencial também aqui que as mãos estejam limpas.

Da lista faz ainda parte outra ocasião, esta que todos conhecemos bem: depois de usar o WC. Aqui não há mesmo dúvidas que a lavagem das mãos é obrigatória.

Depois de tossir, espirrar ou assoar o nariz, a regra é a mesma, ainda que continue a não ser uma prática tão generalizada como deveria.

O manuseio e lavagem de roupas e panos domésticos sujos deve terminar da mesma forma, ou seja, com a lavagem das mãos, assim como o cuidado dos animais de estimação.

Depois de ir deitar o lixo ou de ter prestado cuidados a um elemento da família com uma infeção, a rotina deve ser sempre a mesma: lavar as mãos.

Outras fontes de contaminação

O relatório britânico aborda ainda  tema da limpeza semanal da casa, que inclui o chão e os móveis, e que pode, também esta, contribuir para evitar a exposição a micróbios nocivos. No entanto, ao contrário dos momentos anteriormente identificados, são poucos ainda os dados que sugerem que sua contribuição pode ser significativa.

E apesar de pisos e móveis poderem parecer visivelmente sujos, o risco que apresentam para a saúde pública é normalmente menor, uma vez que não é muito provável que aqui se encontrem micróbios nocivos para a saúde.

qualidade do ar em Portugal vai degradar-se

Qualidade do ar em Portugal vai degradar a saúde pública em 2050

Por Bem-estar

Apesar de se prever uma diminuição da emissão de poluentes para a atmosfera, a qualidade do ar nacional vai continuar a degradar-se de forma preocupante até ao final do século. E com ela o ambiente e a saúde pública.

O alerta é feito por um grupo de investigadores da Universidade de Aveiro (UA) que, num trabalho inédito, estimou de que forma as alterações climáticas e as condições meteorológicas que se avizinham vão afetar a qualidade do ar em Portugal na última metade do século XXI.

“A degradação da qualidade do ar esperada entre 2050 e 2100 para alguns poluentes, apesar da redução das respetivas emissões fruto das imposições da Comissão Europeia, é justificada pelas condições meteorológicas mais quentes e secas”, refere, em comunicado, Alexandra Monteiro, investigadora do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar e do Departamento de Ambiente e Ordenamento da UA.

O aumento da temperatura vai, garante, dar origem a “um aumento das concentrações de fundo e a uma menor deposição e dispersão”.

O que se traduzirá num agravamento das condições de saúde, sobretudo para crianças, idosos, grávidas e indivíduos que sofram de problemas respiratórios e cardíacos.

É preciso reforçar a ação contra a poluição 

O estudo, publicado na revista Air Quality, Atmosphere & Health, confirma que há circunstâncias e condicionantes que a ação humana não é capaz de mudar, o que torna o combate às alterações climáticas, pelo menos no que às emissões causadas pelo homem diz respeito, deve reforçar-se, defende Alexandra Monteiro.

“Mas para que isto seja feito de uma forma eficiente e duradoura é urgente uma estratégia e implementação conjunta entre países e continentes, uma vez que a poluição do ar não tem fronteiras nem limites políticos”, acrescenta a especialista.

partos prematuros e calor

Risco de mortalidade duplica nas grávidas com anemia

Por Bem-estar

Um em cada cinco portugueses é afetado por anemia em algum momento da sua vida, revelam os dados do Anemia Working Group Portugal (AWGP), que confirma que esta é uma patologia que afeta 50% das grávidas nacionais. E o maior estudo internacional realizado até ao momento sobre o tema confirma que estas grávidas têm o dobro do risco de morrer na gravidez ou na semana seguinte ao parto.

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