cancro do pulmão

Campanha alerta para os sinais do cancro do pulmão e diagnóstico precoce

Por Cancro

É o tipo de cancro que mais mata em Portugal, mas ainda há muito desconhecimento sobre os sintomas que lhe estão associados. E um diagnóstico precoce do cancro do pulmão pode significar a diferença entre viver ou morrer. Porque conhecer os sinais de alerta é, por isso, fundamental, no mês de sensibilização para o cancro do pulmão, a Associação Pulmonale, lança a campanha de sensibilização “Há sinais que entendemos facilmente. E outros que não podemos ignorar”.

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osteoartrite

O que ainda não sabe sobre a osteoartrite

Por Bem-estar

Para muitas pessoas com 50 anos ou mais, dor e inchaço no joelho, dedos ou pés pode ser sinal de osteoartrite, o tipo mais comum de artrite, que surge quando a cartilagem que amortece as articulações começa a desgastar-se. À dor, junta-se ainda a rigidez articular e perda de movimento, que os doentes conhecem bem. Mas há alguns factos curiosos e pouco conhecidos sobre a doença.

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a melhor forma de se preparar para a gripe

A melhor forma de se preparar para a gripe que aí vem

Por Bem-estar

A única coisa certa sobre a gripe é que vem aí. Quando, com que intensidade ou frequência depende dos vírus em circulação. Numa altura em que os serviços de saúde se preparam para a época gripal, a Organização Mundial da Saúde (OMS) chama a atenção para as medidas individuais, ou seja, a melhor forma de se preparar para a gripe e ajudar a impedir a propagação da infeção.

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blog O Rosto da Anemia

Novo blog sobre anemia quer sensibilizar e informar sobre o problema

Por Marque na Agenda

“O que é a anemia, quais os seus sintomas, como pode ser prevenida e tratada, quais as implicações na vida de quem dela sofre, de que forma está associada a uma deficiência de ferro…” Estas são algumas das questões que vão estar em destaque num novo blog, ‘O Rosto da Anemia’, que se define como “um ponto de encontro para quem tem dúvidas sobre o tema, quer saber mais ou simplesmente deseja partilhar como é viver” com este problema.

Considerada um problema de saúde pública, a anemia afeta um em cada cinco portugueses em algum momento da sua vida. As contas são do estudo EMPIRE, o único realizado junto da população portuguesa, que traça, por cá, o cenário da prevalência deste problema e da deficiência de ferro, que é a principal causa de anemia.

É este estudo que confirma ainda que, apesar de ser um problema debilitante, a maioria (84%) dos afetados não sabe que a tem. São estes dados, assim como o impacto sentido por quem sofre da doença, que reforçam a importância da informação e da sensibilização, trabalho que se pretende desenvolver com ‘O Rosto da Anemia‘.

A partilha de testemunhos é outro dos objetivos deste blog que, tendo em conta que a anemia tem rosto “e este pode ser o de cada um de nós”, convida os portugueses a contarem a sua história e dar o seu testemunho sobre um problema de saúde que, apesar de significativo, não precisa de ser uma inevitabilidade.

Os sintomas da anemia

Cansaço, fadiga, falta de concentração, irritação quase constante, falhas na memória. Os sintomas são vários, mas tendo em conta o facto de serem pouco específicos, tendem a ser desvalorizados ou associados a outros problemas.

Por diagnosticar fica então a anemia, resultante de uma redução de glóbulos vermelhos no sangue, que se faz acompanhar por um impacto significativo na população nacional. 

sintomas da menopausa

Tratar os sintomas da menopausa sem hormonas

Por Bem-estar

Os sintomas da menopausa incomodam, maçam, aborrecem. Mas ainda que precisem de ter tratados, nem sempre esse tratamento tem de ser hormonal. A garantia é de Jewel Kling, especialista da divisão de Saúde Feminina da Mayo Clinic, nos EUA.

Afrontamentos, suores, insónias… “Ouvimos algumas vezes a pergunta: ‘Preciso realmente de tratar estes sintomas?’. E a resposta, por muitos motivos, é ‘Sim'”, refere a especialista. “Além das questões de qualidade de vida, há impactos na produtividade, como tempo perdido no trabalho e em casa.”

O essencial é levar os sintomas a sério e encontrar tratamentos que beneficiem e sejam aceitáveis para a mulher, até porque estes sintomas podem estar associados a problemas subjacentes.

“Quanto mais estudamos os afrontamentos, mais vemos que é possível que possam representar um risco subjacente de doença cardiovascular ou até mesmo cancro da mama. Por muitas razões, seria benéfico para nós abordarmos estes sintomas da menopausa”, afirma Jewel Kling.

Perda de peso, uma solução para a menopausa

A terapia hormonal tem sido usada para aliviar os sintomas da menopausa, apesar de normalmente não ser uma opção para mulheres diagnosticadas com cancro da mama, outros cancros mediados por hormonas ou problemas de coágulos sanguíneos. Ou simplesmente porque a mulher a deseja evitar.

Mas existem muitas outras opções que proporcionam alívio. A começar por mudanças no estilo de vida.

Existem evidências de que a perda de peso pode ajudar a reduzir os afrontamentos e suores noturnos. “Descobrimos que o aumento da gordura corporal durante a menopausa está associado aos sintomas e que reduções no peso e nos afrontamentos estão associadas”, refere a especialista.

Na sua prática clínica, descobriu mesmo que a redução de ondas de calor pode ser uma grande motivação para que as mulheres percam peso.

“Na meia-idade, o risco de doenças crónicas, incluindo doenças cardiovasculares e demência, começa a aumentar. Por isso, trabalhar nas questões relacionadas com o peso e outros hábitos saudáveis, como começar uma dieta, é um ganho completo.”

“As mulheres não precisam de aguentar”

Terapias cognitivo-comportamentais e hipnose clínica, dependem de orientação especializada para terem sucesso, mas já se revelaram eficazes a proporcionar alívio, através de técnicas de redução de stress baseada no mindfullness, acupuntura, ioga e meditação.

“Existem muitas formas de ajudar as mulheres a lidarem com o desconforto e com a diminuição da qualidade de vida associada à menopausa,” confirma Jewel Kling. “As mulheres não precisam simplesmente de aguentar. Podem ter ajuda.”

sintomas de enfarte

Doentes desvalorizam sintomas e não pedem ajuda quando têm um enfarte

Por Investigação & Inovação

Ignoram os sintomas, desvalorizam as queixas e esperam que passe. Para quem sofre um enfarte, a incapacidade de perceber a gravidade do que é sentido e sobretudo de agir é o principal motivo para os atrasos nos tratamentos, que podem custar vidas, alerta um estudo publicado no European Journal of Cardiovascular Nursing, uma revista da Sociedade Europeia de Cardiologia.

A maioria das mortes por enfarte ocorre nas primeiras horas após o início dos sintomas. O tratamento rápido é essencial para restaurar o fluxo sanguíneo e salvar vidas, mas nem sempre acontece Isto porque as pessoas têm dificuldade na avaliação dos sintomas.

O estudo agora publicado envolveu 326 pessoas submetidas a tratamento agudo para um primeiro ou segundo enfarte, que preencheram um questionário sobre as suas emoções e a tendências para agir nestes momentos.

As respostas revelaram que, em média, os doentes esperam três horas antes de procurar ajuda médica, com alguns a demorar mais de 24 horas. O que acontece então durante este período? Foi o que o estudo quis avaliar.

Medo ou ansiedade dos sintomas de enfarte

A incapacidade de agir revelou ter um impacto significativo nos doentes que esperaram mais de 12 horas. “Perdi o poder para agir quando os meus sintomas começaram”, justificaram; “não sabia o que fazer quando tive os sintomas”; “os meus sintomas paralisaram-me”; “senti que tinha perdido o controlo de mim mesmo”.

“Esta imobilização não tinha sido demonstrada ou estudada antes”, afirma a autora do estudo, Carolin Nymark, do Hospital da Universidade de Karolinska, Estocolmo, na Suécia.

“De momento, não sabemos porque é que alguns doentes reagem desta maneira. Está possivelmente associado ao medo ou ansiedade. Este deve ser um elemento novo na educação das pessoas sobre o que fazer quando têm sintomas de enfarte.”

Uma avaliação imprecisa dos sintomas também afetou aqueles que atrasaram a busca por ajuda durante mais de 12 horas. Estes doentes afirmaram terem levado muito tempo para perceber os seus sintomas. Alguns acharam que iam passar, outros que não eram sérios o suficiente para procurar atendimento médico ou ainda que seria difícil procurar ajuda.

Por outro lado, aqueles que identificaram com precisão os seus sintomas, não só procuraram rapidamente ajuda médica, como ainda não tentavam desviar os seus pensamentos dos sintomas.

“A nossa investigação revelou que alguns doentes acreditam que os seus sintomas não são graves o suficiente para chamar uma ambulância”, afirma Nymark. “Outros acham que a unidade de cuidados intensivos está fechada a meio da noite, talvez porque não pensam claramente durante o evento.”

Sinais de alerta para um enfarte

Entre os sinais de alerta de um enfarte, estão o desconforto moderado a grave, que pode incuir dor no peito, garganta, pescoço, costas, estômago ou ombros, durante mais de 15 minutos.

É, muitas vezes, acompanhado por náuseas, suores frios, fraqueza, falta de ar ou medo.

“Outro alerta é sentir que não tem poder para agir de acordo com os seus sintomas”, explica Nymark. “Isso pode indicar uma ameaça real para a saúde e a necessidade de chamar uma ambulância.”

“As nossas descobertas são preocupantes, porque até uma pequena redução no atraso salvaria o músculo cardíaco e a vida”, avança a especialista. “Reduzir os atrasos parece ser uma tarefa complexa e precisamos de encontrar formas

“Se tem sintomas que podem ser causados ​​por um enfarte, não os ignore. Peça ajuda imediatamente. É melhor estar errado sobre os sintomas do que morrer.”