trampolins

Saltos de verão mas em segurança

Por Atualidade

Férias de verão em tempo de pandemia significam menos tempo nos campos de férias ou atividades de tempos livres e mais em casa. Os trampolins e os brinquedos insufláveis ganham aqui um novo protagonismo e é para ele que alerta a Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos (AAOS), que recorda que os cuidados antes dos saltos.

Ler Mais

férias em tempos de pandemia

Pandemia influencia – e muito – decisões dos portugueses sobre férias

Por COVID-19

O impacto da pandemia de COVID-19 no turismo é visível a vários níveis. Aquilo que um estudo conjunto do Instituto Politécnico de Viseu e da Universidade de Coimbra quis perceber foi de que forma o novo coronavírus influencia a sensação de segurança e os planos de viagens dos portugueses. E conclui que influencia, e muito, as decisões associadas ao lazer e às férias.

Ler Mais

violência contra os profissionais de saúde

Saúde vai ter gabinete de segurança

Por País

Até ao fim de setembro de 2019 foram reportados quase 1.000 casos de violência contra profissionais de saúde no local de trabalho, revelam os dados do Governo. Números que têm vindo a aumentar e que justificam a criação do agora anunciado gabinete de segurança na saúde, na dependência da Ministra da Saúde, que aposta numa abordagem mais sistemática dos problemas da violência contra quem trabalha nas instituições de saúde.

Ler Mais

flores no prato

Especialistas alertam: são poucos os dados de segurança sobre flores usadas como alimento

Por Nutrição & Fitness

Há muito que as flores deixaram de ser usadas apenas para alegrar o dia, tornando-se ingrediente na culinária, que já serve também para alegrar o prato e o palato. No entanto, um estudo recente revela que a falta de dados químicos e toxicológicos sobre estas flores torna impossível estabelecer um limite seguro para o seu consumo. 

A análise de 23 flores usadas na culinária, realizada pelo Instituto Nacional de Alimentos da Universidade Técnica da Dinamarca, socorreu-se dos dados de investigadores do National Food Institute, que fizeram uma revisão da literatura para encontrar informação disponível sobre os compostos presentes nas 23 flores, descrições de casos de envenenamento ou outros efeitos tóxicos em seres humanos e animais após o consumo, e evidências de seu uso tradicional como alimento na Europa.

De acordo com a literatura, 13 das 23 flores contêm substâncias com efeito nocivo. A maioria das toxinas presentes não deixa as pessoas gravemente doentes, mas pode causar efeitos prejudiciais a longo prazo. Algumas das substâncias identificadas são mesmo conhecidas por serem carcinogénicas ou causadoras de doenças cardiovasculares, enquanto outras podem danificar os sistemas nervoso ou reprodutivo.

As flores da borragem, por exemplo, contêm substâncias capazes de danificar o fígado após uma exposição mais longa e são suspeitos de serem carcinogénicas.

Não há tradição culinária 

Tendo em conta que a literatura contém apenas dados dispersos sobre as substâncias tóxicas presentes nestas 13 plantas, os investigadores não foram capazes de estabelecer um limite para o consumo seguro das suas flores.

De acordo com a nova legislação europeia sobre alimentos, todas as plantas que tradicionalmente não são usadas como alimento devem ser aprovadas para consumo antes de poderem ser comercializadas na alimentação.

E a busca feita pelos especialistas dinamarqueses não revelou qualquer evidência do seu ​​na culinária, nem na Dinamarca, nem nos restantes estados membros da União Europeia antes de 1997.

vacinas consideradas seguras

Portugal é o país da UE com mais cidadãos a confiar nas vacinas

Por País

Portugal é o país da União Europeia com a maior percentagem de população a confiar nas vacinas, revela o estudo ‘O estado da confiança nas vacinas 2018’ (State of vaccine confidence in the EU 2018), promovido pela Comissão Europeia.

Os cidadãos nacionais consideram-nas seguras, efetivas e importantes para as crianças – 98% dos inquiridos pensam desta forma -, com 96,6% a entenderem que são efetivas e mais de 95% a dizerem que são seguras.

Vacina do sarampo considerada segura

O inquérito, feito nos 28 países da União Europeia a aproximadamente 29 mil pessoas de uma amostra representativa de cada Estado-Membro, questionou especificamente a confiança na vacina do sarampo, doença que teve recentemente na Europa surtos ou ressurgimento de casos, em parte atribuídos a uma redução da vacinação.

Portugal surge igualmente com a maior percentagem de pessoas que consideram segura e importante para as crianças a vacina trivalente contra o sarampo, rubéola e papeira.

No reverso da medalha encontram-se países como Suécia, Bélgica, Bulgária e Letónia, que são aqueles com menor percentagem de população a considerar como segura a vacina do sarampo.

Em termos globais na União Europeia, são menos de 80% os que consideram a vacina do sarampo como segura, percentagem que é ainda mais baixa em relação à vacina da gripe, com menos de 70% da população europeia a encará-la como segura.

O estudo foi baseado em inquéritos feitos durante o mês de maio, alguns por telefone, outros presenciais e outros ainda realizados online. Em Portugal foram feitos online a cerca de mil pessoas.