A Affidea, prestador europeu de serviços avançados de diagnóstico médico, disponibiliza nas clínicas de Castelo Branco, Santarém e Lisboa, em ambiente seguro e com horários específicos, a realização de exames de TAC torácica a doentes com COVID-19 ou com suspeita de estarem infetados com o vírus. 

Atualmente, os doentes com necessidade de realizar TAC torácica em contexto de suspeita de infeção SARS-CoV-2 têm de se deslocar aos serviços de urgência hospitalar, uma vez que, de uma forma geral, os centros onde estes exames são realizados em regime de ambulatório estão a evitar a sua realização a doentes com sintomatologia do foro respiratório ou febre, sobrecarregando ainda mais os hospitais públicos.

O diretor clínico da Affidea, Luís Rosa, acredita que “esta iniciativa irá acelerar o processo de realização deste exame e reduzir o número de pessoas que recorrem aos hospitais e assim reduzir a pressão sobre o Serviço Nacional de Saúde (SNS). Nos doentes em isolamento domiciliário com agravamento de sintomas ou com sintomatologia suspeita, com um ou vários testes negativos ou ainda sem teste à COVID-19 realizado, o resultado da TAC permitirá a tomada de decisões clínicas mais acertadas, pelo médico assistente ou pelas autoridades de saúde, com o encaminhamento informado e mais adequado”.

Através da convenção com as Administrações Regionais de Saúde (ARS) já existentes, estão assim reunidas as condições necessárias para a realização rápida e em segurança destes exames, respondendo aos pedidos dos médicos assistentes, e com disponibilização imediata de relatório pelo médico radiologista.

Segundo Gustavo Reis, pneumologista, “no caso particular da infeção SARS-CoV-2, temos já evidência publicada de que a TAC ao tórax tem um importante papel não só no diagnóstico precoce da doença COVID-19, na deteção de complicações agudas ou subagudas, como também já no prognóstico e seguimento pós-COVID-19”.

“Este exame poderá confirmar a presença ou não de alterações pulmonares suspeitas ou até mesmo de doença COVID-19 em progressão. Por outro lado, é também um exame com forte poder de exclusão das alterações pulmonares por este vírus”, acrescenta o especialista. 

Portanto, a adição da TAC ao estudo PCR para o vírus permite identificar com maior segurança casos de infecção mesmo quando o teste PCR é um falso negativo.