leucemia

Terapia com anticorpos para tratar leucemia vence ‘Prémio FAZ Ciência 2020’

Por Cancro

Apesar do crescente conhecimento sobre as alterações moleculares subjacentes ao desenvolvimento da leucemia linfoblástica aguda de células T (LLA-T), nenhuma terapia atingiu ainda a aplicação clínica. Encontrar uma terapia alvo, mediada por anticorpos, contra a LLA-T é o grande objetivo do trabalho de investigação ‘Towards an antibody-mediated targeted therapy against T-cell Acute Leukemia’, liderado por Nuno Rodrigues dos Santos, investigador do IPATIMUP (Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto) e do i3S (Instituto de Investigação e Inovação em Saúde), que conquistou o “Prémio FAZ Ciência 2020”.

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crianças a brincar

#MovimentoViverIntensamente devolve tempo de recreio às crianças

Por COVID-19

A pandemia por Covid-19 trouxe-nos inúmeros desafios e colocou-nos, a todos, incluindo crianças, numa situação nunca antes vivida. Para tornar a vida em confinamento mais fácil e mais lúdica, o Instituto de Apoio à Criança (IAC), a AstraZeneca, a Metacriações e a GuessWhat, criaram o #MovimentoViverIntensamente, lançado no Dia Mundial do Brincar, assinalado a 28 de maio e celebrado já em mais de 40 países de todo o mundo.

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máscaras contra a covid19

Farmacêutica doa 100 mil máscaras para profissionais de saúde e 200 mil euros para linha de apoio

Por COVID-19

A AstraZeneca doou cem mil máscaras de proteção para os profissionais de saúde em Portugal e contribuiu com 200 mil euros para a linha de apoio financeiro “Todos por quem cuida”, criada pela APIFARMA, em conjunto com a Ordem dos Médicos e a Ordem dos Farmacêuticos, para ajudar  profissionais de saúde e outras entidades que combatem a COVID-19.  

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insuficiência cardíaca e diabetes

Maioria dos doentes desconhece relação perigosa entre diabetes e insuficiência cardíaca

Por Diabetes

A prevalência de insuficiência cardíaca é 2,5 vezes superior nas pessoas com diabetes, o que significa que esta doença é, como explica Sara Gonçalves, cardiologista, não só “um importante fator de risco de doença coronária”, mas também “uma das principais causas de insuficiência cardíaca”. Ainda assim, a associação entre as duas doenças permanece desconhecida da maioria das pessoas.

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investigação em oncologia

Iniciativa distingue projetos que podem ajudar a prevenir e tratar o cancro

Por Cancro

A aposta na investigação nacional prossegue com a 2ª edição do Prémio FAZ Ciência, que distingue o melhor projeto de investigação translacional em Imuno-Oncologia desenvolvido em Portugal. Paulo Cortes, presidente da Sociedade Portuguesa de Oncologia (SPO), um dos responsáveis pela iniciativa, não tem dúvidas que “no território nacional existem trabalhos em curso com investigações extraordinárias e que num futuro abrirão portas a novas terapêuticas e técnicas de diagnóstico e prevenção da doença oncológica”.

São estes trabalhos, acrescenta, “cuja excelência deve ser prestigiada e distinguida. Esta iniciativa é, por isso, uma oportunidade excecional para dar visibilidade, interna e externamente, à investigação de ponta que se faz no nosso país”.

As candidaturas já estão abertas e decorrem até ao fim do mês de janeiro. O prémio traduz-se numa bolsa com um valor entre os cinco e os trinta e cinco mil euros, a decidir pela Comissão de Avaliação em função das candidaturas apresentadas, e poderá premiar mais do que um projeto.

Candidaturas abertas até 31 de janeiro

As candidaturas para a 2ª edição do Prémio FAZ Ciência estão abertas até 31 de janeiro, devendo ser enviadas até esta data por email para premiofazciencia@astrazeneca.com.

Os projetos candidatos serão avaliados por uma Comissão de Avaliação, composta por cinco reconhecidos especialistas nacionais na área da Imuno-Oncologia: Carmo Fonseca, Presidente do Instituto de Medicina Molecular, Paulo Cortes, Presidente da SPO, José Carlos Machado, Vice-presidente do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (Ipatimup), José Dinis, Diretor da Unidade de Investigação Clínica do IPO do Porto e Noémia Afonso, secretária da SPO e Oncologista no Hospital de Santo António.

Recorde-se que a primeira iniciativa deste prémio, que conta com o apoio da Fundação AstraZeneca, reconheceu o projeto de um grupo de investigadores do i3S do Porto, liderado por Sónia Melo, que tinha como objetivo “tornar a imunoterapia uma realidade para doentes com cancro do pâncreas”.

Já foi escolhido o vencedor do Prémio ‘FAZ Ciência’

Por Marque na Agenda

Os trabalhos já foram submetidos e o júri já deliberou. E a apresentação do vencedor do Prémio ‘FAZ Ciência’, uma iniciativa da Fundação AstraZeneca (FAZ) e da Sociedade Portuguesa de Oncologia (SPO), que distingue o melhor projeto de investigação translacional em Imuno-Oncologia, já tem data.

O projeto que vai merecer a distinção, em forma de uma bolsa no valor de 35 mil euros, vai ser conhecido no dia 06 de março, a partir das 17h30, na Sala Fernando Pessoa, no Centro Cultural de Belém (CCB).

A cerimónia contará com uma palestra sobre os Desafios para a prática médica e a investigação clínica na era da medicina de precisão, proferida por Manuel Sobrinho Simões, diretor do IPATIMUP.

Os projetos candidatos ao Prémio “FAZ Ciência” 2018 foram avaliados por uma Comissão de Avaliação composta por cinco reconhecidos especialistas nacionais na área da Imuno-Oncologia, presidida pelo Presidente da Direcção da Sociedade Portuguesa de Oncologia.