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Optar pelo azeite pode melhorar a saúde do cérebro

azeite

Um novo estudo sugere que a incorporação de azeite na sua dieta pode ajudar a reduzir o risco de morte por demência. Como muitos países enfrentam taxas crescentes da doença de Alzheimer e outras formas de demência, o estudo oferece esperança de que fatores associados a um estilo de vida saudável, como a dieta, possam ajudar a prevenir ou retardar a progressão destes dois problemas.

“O nosso estudo reforça as diretrizes dietéticas que recomendam óleos vegetais, como o azeite, e sugere que essas recomendações não sustentam apenas a saúde do coração, mas também a saúde do cérebro”, refere Anne-Julie Tessier, especialista da Harvard T.H. Chan School of Public Health.

“Optar pelo azeite, um produto natural, em vez de gorduras como a margarina é uma escolha segura e pode reduzir o risco de demência fatal.”

Os segredos do azeite

A demência inclui uma série de situações em que as perturbações do pensamento ou da memória afetam as atividades diárias de uma pessoa. A doença de Alzheimer, uma doença progressiva e fatal, é a forma mais comum de demência.

Este estudo é o primeiro a investigar a associação entre a dieta e a morte relacionada com a demência. Os cientistas analisaram questionários alimentares e registos de óbitos de mais de 90.000 americanos ao longo de três décadas, durante as quais 4.749 participantes morreram de demência.

A pesquisa sugere que as pessoas que usam regularmente azeite em vez de gorduras processadas ou gorduras animais tendem a ter dietas mais saudáveis em geral. No entanto, Tessier observou que a relação entre o azeite e o risco de mortalidade por demência neste estudo era independente da qualidade geral da dieta. Isso pode sugerir que o azeite tem propriedades que são exclusivamente benéficas para a saúde do cérebro.

“Alguns compostos antioxidantes do azeite podem atravessar a barreira hematoencefálica, potencialmente tendo um efeito direto no cérebro “, refere Tessier. “Também é possível que este tenha um efeito indireto na saúde do cérebro, beneficiando a saúde cardiovascular.”

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