“No território nacional existem trabalhos em curso com investigações extraordinárias que num futuro abrirão portas a novas terapêuticas e técnicas de diagnóstico e prevenção da doença oncológica, e cuja excelência deve ser prestigiada e distinguida”, defende Paulo Cortes, presidente da Sociedade Portuguesa de Oncologia (SPO). É para lhes dar ‘palco’ que acaba de ser anunciada a 2ª edição do Prémio Faz Ciência.

A iniciativa, da Fundação AstraZeneca (FAZ) e da SPO, tem como objetivo distinguir o melhor projeto de investigação translacional em imuno-oncologia desenvolvido em Portugal.

Uma bolsa que terá um valor entre os cinco e os trinta e cinco mil euros, a decidir pela Comissão de Avaliação em função das candidaturas apresentadas, e poderá premiar mais do que um projeto.

Cinco especialistas nacionais avaliam projetos

“Esta iniciativa é uma oportunidade excecional para dar visibilidade, interna e externamente, à investigação de ponta que se faz no nosso país”, refere a propósito Paulo Cortes, que considera que este prémio vem “dar resposta a uma necessidade” reconhecida: a de tornar público o trabalho que se faz por cá.

Os projetos candidatos ao Prémio “FAZ Ciência” serão avaliados por uma Comissão de Avaliação composta por cinco reconhecidos especialistas nacionais na área da Imuno-Oncologia: Carmo Fonseca, Presidente do Instituto de Medicina Molecular, Paulo Cortes, Presidente da SPO, José Carlos Machado, vice-presidente do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (Ipatimup), José Dinis, diretor da Unidade de Investigação Clínica do IPO do Porto e Noémia Afonso, oncologista no Hospital de Santo António.

As candidaturas deverão ser enviadas por email para premiofazciencia@astrazeneca.com, até ao dia 31 de janeiro de 2019 e o prémio será entregue em abril de 2019.

O regulamento está disponível no site da SPO e na página da Fundação AstraZeneca.